Sigo lógica, ironia e liberdade. Três coisas que assustam quem precisa de regras para pensar. O que era senso comum virou discurso proibido. Não para mim.
Já cansa: ser de direita não é ser fascista
Sou de direita. Isso não faz de mim um monstro, um fascista, um ignorante ou uma pessoa sem valores.
Hoje parece quase impossível conversar com algumas pessoas de esquerda sobre política. Basta termos uma opinião diferente para aparecerem imediatamente os rótulos: fascista, extremista, racista, retrógrado ou inimigo da democracia.
Já cansa.
Se eu não considero automaticamente comunista qualquer pessoa de esquerda, por que razão tenho de aceitar que me chamem fascista apenas por ser de direita?
A democracia é também saber ouvir quem pensa de maneira diferente. Quem fala constantemente em liberdade, mas tenta silenciar o outro através de insultos e rótulos, não está a defender liberdade nenhuma. Está apenas a tentar impor a sua própria superioridade moral.
Essa intolerância também aparece na relação seletiva de uma certa esquerda com a História. Critica os Descobrimentos, os navegadores, os monumentos, os símbolos nacionais e tudo aquilo que os antigos portugueses fizeram. A nossa História é reduzida ao colonialismo, à exploração e à culpa, ignorando-se o conhecimento, a coragem, a navegação e a influência que um país tão pequeno deixou no mundo.
Mas essa mesma esquerda, que acusa os outros de viverem presos ao passado, vive agarrada ao seu próprio passado: é o “25 de Abril sempre” para tudo.
Eu não festejo o 25 de Abril e não me identifico com o culto político criado à volta dessa data. Também não aceito a narrativa simplista de que tudo o que existia antes de Abril era apenas atraso, opressão e vergonha. Vejo o regime anterior como uma direita nacionalista e conservadora. Não digo que tudo estava certo, mas recuso a caricatura de que Portugal não tinha dignidade, valores ou realizações antes de 1974.
A data que eu celebro é o 25 de Novembro de 1975, porque considero que foi nesse dia que Portugal travou a deriva revolucionária e evitou cair nas mãos de uma extrema-esquerda que nos poderia ter conduzido a um regime comunista.
Uns celebram o dia em que derrubaram a direita nacionalista. Eu celebro o dia em que Portugal não caiu nas mãos da extrema-esquerda.
A esquerda não é dona da liberdade, da democracia, da cultura, do conhecimento ou da razão. E ser de direita não me torna menos português, menos humano ou menos democrata.
Podemos discordar sem nos insultarmos. Podemos discutir sem transformar o outro num inimigo. Isso, sim, seria respeitar verdadeiramente a liberdade.
Para quando eles dizem: “25 de Abril sempre.”
Eu respondo: “25 de Novembro sempre.”
@pjorgeduarte@NsejasBurro@AndreCVentura Então, se não há imigrantes a receber subsídios qual o problema de querer uma lei que não os deixe receber? Ou és burro ou mentiroso.
Mas não prezas muito pela inteligência, qualquer competição mesmo que federativa tem sempre uma inscrição, pois é a única forma de pagar prémios, pagar a organização, a segurança, tudo, mas para vocês comunistas o estado é tudo e tudo é o estado. Sabes que eu tb gostava muito de Rockabilly mas depois cresci e passei para o Psycobilly. Nas ideologias também é possível mudar para melhor, acredita, força
Lá vem o 25 de Abril… 🌹
O único dia do ano em que certos “donos da liberdade” saem à rua para dar lições aos outros.
Falam de liberdade, mas não toleram opiniões diferentes.
Chamam democracia, mas só aceitam um lado.
O dia das mentiras deveria ser o 25 de Abril.
Prometeram liberdade… entregaram uma versão moderna de controlo disfarçado.
Curioso como quem mais fala de Abril… vive preso ao passado.
Portugal precisa de futuro, não de discursos reciclados todos os anos.
A liberdade não é deles. Nunca foi.
@BiazitaGomes@Gamito_g2@carmemsouzahot3 Mas se houve invasão, que não houve foi feita pelos teus antepassados não pelos meus ou de quase 99% dos portugueses esses ficaram em portugal.
@_da_SilvaCarlos @XMisterMar Na prática não dá em nada, mas na teoria da para ver a esquerda a dar voltas de fúria, da para ver que muita gente esta descontente com esse partido
@SexoGratweeto A crise em Cuba não é apenas "bloqueio", é o colapso de um modelo. Enquanto a ideologia (comunismo) for prioritária ao bem-estar das pessoas, nada muda. O sistema prefere o controlo absoluto na miséria à liberdade com prosperidade. É tempo de pôr o povo acima do dogma.
@XMuttley@grok qual o partido politico foi um dos principais responsáveis pelo travamento do projeto de girabolhos, pois ainda há aqui gente que acha que o bloco de esquerda nada teve a haver com isso.
Portugal tem 0,13% da população mundial, cerca de 0,3% do PIB mundial… e gasta cerca de 27,3% da sua economia em despesa social.
Pequenos no mundo, grandes em encargos, e ainda nos amarram com regras woke e burocracia infinita.
Depois perguntam porque não crescemos
Os números sem contexto são enganadores. Entre 2011 e 2015, a dívida subiu porque Passos Coelho teve de:
Executar o resgate cerca de 78 mil milhões da Troika (pedido pelo PS).
Pagar dívidas e faturas "escondidas" que não estavam no balanço.
Recapitalizar a banca para evitar o colapso.
Reduzir o défice de 11,2% para 4,4% em plena recessão foi o que permitiu a Portugal voltar aos mercados. A dívida subiu para pagar o passado, não para financiar o futuro.