"Já tá eleita" só se diz para candidata mulher? Somos 18% de mulheres no Congresso e uma minoria de mulheres de esquerda. E tem campanha "fogo amigo" mirando em desidratar mulheres de esquerda que passaram os últimos anos na linha de frente contra os fascistas, sofrendo todo tipo de violência.
Pra mulher é tudo muito mais difícil e violento. Tem ideia do que é obstruir sozinha e encarar uma muralha fascista na Câmara com um bebê a tiracolo? Viver sob ameaças e ataques misóginos pra segurar a democracia na unha?
Não ataque as únicas poucas mulheres de esquerda que estão ralando naquele Congresso. Isso é extremamente violento. O resultado disso será tornar o índice ainda menor que 18%. Do jeitinho que os machistas adoram.
Conheço o Denis desde a faculdade e, já naquela época, ele mostrava uma sensibilidade enorme para design e imagem.
Depois de um tempo longe da área, voltou com tudo. 🎬
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URGENTE! Governo e centrão começaram a tramitar hoje, a toque de caixa, dois graves projetos de ajuste fiscal: um deles (PL 4614/24) altera a regra de reajuste do salário mínimo e faz cortes no BPC. O outro (PL 210/24) institui, diante de déficit fiscal, restrições em despesas com pessoal, o que sinaliza um grave ataque aos servidores e serviços, prejudicando salários e concursos.
Ao ir para a TV, Haddad tentou comunicar que o "ajuste" seria distribuído por diferentes setores sociais. Menos de uma semana depois, já se torna claro que a prioridade é tirar dos que têm menos. Essa é a lógica inevitável do Arcabouço Fiscal.
Votarei NÃO a qualquer retirada de direitos e trabalharei para tentar impedir a aprovação açodada dessas matérias que, no mínimo, deveriam ser mais bem debatidas no Congresso e na sociedade.
It should come as no great surprise that a Democratic Party which has abandoned working class people would find that the working class has abandoned them.
While the Democratic leadership defends the status quo, the American people are angry and want change.
And they’re right.
Há mais de um ano, junto a outros colegas, estou produzindo estudos técnicos, escrevendo artigos acadêmicos, organizando atividades e denunciando incansavelmente o pacote fiscal de perversidades antipopular que agora vem à tona — um pacote que ataca saúde, educação, direitos trabalhalhistas e as pessoas idosas e com deficiência em situação de extrema pobreza. Todos que acompanham a política de perto sabiam que esse pacote estava sendo elaborado no Ministério da Fazenda desde o primeiro semestre de 2023 e que seria apresentado logo após as eleições municipais.
Infelizmente, organizações, partidos e políticos de esquerda optaram por um conveniente silêncio para proteger os interesses do Ministro Haddad e da Faria Lima, impedindo a reação popular a tempo de barrar o pacote. Na prática, alinharam-se a um modelo neoliberal autoritário, que silencia o debate democrático e ignora os interesses populares, negociando às portas fechadas com a FEBRABAN e bloqueando até mesmo os poucos instrumentos de participação democrática no parlamento, como os debates e audiências em comissões.
Nem mesmo a direção do PSOL, meu próprio partido, ou um dos nomes mais conhecidos da legenda, o deputado federal Guilherme Boulos, se pronunciaram. Esse silêncio, neste momento, soa como cumplicidade — por isso, um posicionamento imediato é fundamental.
Alguns ex-ministros do PT, como José Temporão, da Saúde, e Roberto Amaral, de Ciência e Tecnologia, já assinaram o manifesto contra esse pacote de perversidades. O Ministro do Trabalho, um petista histórico, declarou que pediria demissão caso o pacote avançasse; o Ministro da Educação afirmou que não aceitaria tais medidas. E a direção do PSOL? Silenciosa. Até mesmo figuras como o camarada Valério Arcary, da Resistência, parecem ter evitado expor essa batalha à militância, mantendo-a distante do necessário enfrentamento.
Confesso que a atitude da parte do meu partido que controla a burocracia (mas perdeu a direção moral e ideológica ao se afastar dos anseios da militância) é uma das maiores decepções políticas que já experimentei. Com todas as divergências internas que tenho com essa ala, não esperava por essa omissão. Afinal, o que unia o PSOL era o compromisso de defender a classe trabalhadora e os mais pobres, nunca de atacá-los.
É igualmente revoltante ver editoriais e colunas na Folha de SP, Globo, Estadão, Valor Econômico e outros veículos do mercado financeiro apoiando o pacote, enquanto alguns ainda tentam justificar que “não podem se posicionar” sobre algo que “não existe,” mesmo com setores contrários aos interesses populares se manifestando há mais de um ano. Os representantes do grande capital estão declarando guerra abertamente há muitos meses, e os nossos?
Aliás, será que muitos dos principais intelectuais e especialistas em orçamento, saúde, educação, direitos sociais, macroeconomia e áreas afins, que assinaram o manifesto contra o pacote antipopular ao lado de mais de 20 mil militantes, acadêmicos, comunicadores populares e sindicalistas, estão realmente lutando contra algo que “não existe” e estariam descolados da realidade? Seria a ampla mobilização da Febraban e de seus veículos, com uma verdadeira e custosa guerra ideológica, realizada pela aprovação de um pacote que simplesmente não existe?
Ainda assim, mantenho uma convicção sólida no PSOL, pois sei que nosso partido tem uma história e uma militância que não se dobrarão a uma omissão deste tipo. Me enche de orgulho ver dezenas de parlamentares, como as deputadas e deputados federais Luiza Erundina, Sâmia Bomfim, Fernanda Melchionna, Glauber Braga, Tarcísio Motta e Chico Alencar, e a deputada estadual e fundadora do partido Luciana Genro, além de muitos militantes históricos do PSOL, já assinando o manifesto contra esse pacote, posicionando-se com firmeza.
Minha confiança na capacidade do partido de superar momentos difíceis se fortalece ao lembrar que a organização liderada por Guilherme Boulos no PSOL, apesar de muito poderosa na burocracia do partido, já foi derrotada pela militância e pelas demais forças do PSOL quando ousou defender o voto favorável no Novo Arcabouço Fiscal — justamente o instrumento que agora conduz aos ataques que enfrentamos. Digo tudo isso com a tranquilidade de quem é militante em um partido que tem como princípio jamais perseguir alguém por divergências públicas, pois elas fazem parte do processo democrático.
Para aqueles que dizem que “é preciso esperar o anúncio formal para se posicionar,” não há outra palavra: hipocrisia. Vamos aos fatos. Um pacote como esse é impopular até entre os parlamentares do centrão, que, afinal, ainda dependem de votos do povo. Atacar idosos em extrema pobreza, saúde e educação não é algo que passe despercebido pela sociedade e tem enorme custo eleitoral. Claro, sabemos que o Centrão tem seu preço e, se bem pago — talvez com emendas parlamentares—, é capaz de qualquer ataque ao povo. Por isso, Haddad e sua equipe primeiro negociam com o parlamento e setores do governo, contando com o forte apoio da FEBRABAN e da imprensa, antes de apresentar o pacote oficialmente na forma de PEC e/ou Projetos de Lei.
Na política parlamentar, não se queimam etapas em algo tão grande: primeiro garantem os votos dos parlamentares, depois apresentam formalmente as medidas. O Ministro Haddad e o governo federal chegaram ao ponto de negociar apoio ao candidato de Lira à presidência da Câmara em troca de suporte para esse pacote, que impacta diretamente conquistas históricas da classe trabalhadora, conforme amplamente divulgado na imprensa.
Se esse pacote virar PEC ou projetos de lei e for enviado ao Congresso Nacional, o apoio institucional já estará garantido, e qualquer resistência estará seriamente comprometida. Vamos trabalhar incansavelmente para que o pacote jamais chegue a tramitar como PEC ou Projeto de Lei. E tenho convicção de que vamos vencer. A não apresentação desse pacote não será prova de que ele “não existia,” mas, sim, de que a classe trabalhadora o derrotou.
É uma conclusão amarga, mas precisa ser dita: parte da esquerda tem calado sua voz diante dos ataques do capital, esperando receber em troca o respaldo dos aparelhos ideológicos das classes dominantes numa tática puramente eleitoreira. Nessa troca, abdica de sua capacidade de influenciar e, pior, acaba desmobilizando e desarmando a classe trabalhadora diante dos ataques que sabemos que virão. Desarmar a classe trabalhadora para que ela seja atingida sem defesa na guerra contra o capital é uma omissão inaceitável. Eu gostaria de não precisar escrever isto, mas, neste momento, não me resta outra opção.
Una victoria en el camino a la victoria. Rusia no podrá con Ucrania. No les abandonaremos. Estamos con los que luchan y defienden su país frente al invasor. ¡Por el intercambio total de prisioneros! ! https://t.co/RgUFq5KXsO a través de @change_es
Bandido e covarde! Apagou porque sabe que tudo que dissemos no vídeo é verdade, com ampla repercussão na imprensa e provas fornecidas pela Justiça. Derrotar a extrema direita em São Paulo é tarefa pra ontem!
O Pablo Marçal não gostou do vídeo, contando que ele é um bandido e ameaçou me processar.
Tô com medo de receber um e-mail dizendo “Aqui é do Tribunal. Clique no link abaixo pra ler o processo”, e ser o Marçal roubando meus dados bancários.
Eu, Luiz Inácio, sou contra o aborto. Mas, como o aborto é uma realidade, precisamos tratar como uma questão de saúde pública. Eu acho uma insanidade querer punir uma mulher vítima de estupro com uma pena maior que um criminoso que comete o estupro. Tenho certeza que o que já existe na lei garante que a gente aja de forma civilizada nesses casos, tratando com rigor o estuprador e com respeito às vítimas.
O DESCONTROLADO Rubinho Nunes, vereador bolsonarista, partiu pra cima de mim durante a Audiência Pública da Privatização da Sabesp. Eles estão desesperados, porque sabem que o povo é contra esse absurdo!
Da mesma forma que eu disse quando estava preso que eu não aceitaria acordo para sair da cadeia e que eu não trocaria a minha liberdade pela minha dignidade, eu digo: não troco a minha dignidade pela falsidade. Eu sou favorável à criação do Estado Palestino livre e soberano. Que possa esse Estado Palestino viver em harmonia com o Estado de Israel. O que o governo de Estado de Israel está fazendo não é guerra, é genocídio. Crianças e mulheres estão sendo assassinadas. Não tentem interpretar a entrevista que eu dei. Leiam a entrevista e parem de me julgar a partir da fala do primeiro-ministro de Israel.
A declaração de Lula sobre o genocídio promovido por Israel contra a Palestina foi corajosa e necessária. Netanyahu, primeiro ministro israelense de extrema direita e agente do apartheid, agora tenta chantagear e ameaçar o governo brasileiro, porque sabe que a posição do Brasil tem peso e repercussão internacional.
São milhares de mortes, com maioria de mulheres e crianças palestinas, com flagrantes crimes de guerra, incluindo bombardeio a hospitais. Mais do que nunca, o Brasil precisa romper relações com Israel, diplomáticas e econômicas. Palestina Livre! Abaixo o apartheid colonialista!
URGENTE! QUEREM ME CASSAR!
Após intensa luta que travei contra a privatização da Sabesp e meses de ameaças por parte da base do Tarcísio que iriam me tirar o mandato, o Olim pede suspensão do meu mandato no conselho de ética. A votação foi convocada às pressas para essa quinta.
Agora me incomoda muito vcs não se posicionarem sobre o genocídio em Gaza. Apenas usando terceiros e tentando apresentar uma certa imparcialidade. Uma barbárie não justifica outra, ainda mais vindo de um Israel que estabelece uma relação de apartheid com os palestinos.
Filipe e @YoMatiasPinto antes de mais nada queria parabenizar pelo @XadrezVerbal . Eu acompanho a 2 anos e sempre combinam boa informação com fontes e posições importantes corretas crítica a invasão russa, Turquia, Azerbaijão e armênia, aos ataques terrorista do hamas.