@mari_donDoca Também fui 14. Tambem penso em anular. Se for pra votar em alguém é no Lula. Sem apoio no congresso, ou ele compra/faz o jogo deles, ou eles tiram ele. Flávio com esse congresso vai fazer muito estrago.
O dia 15/9/2026 precisa ficar marcado na história do Brasil como a data de atuação mais ostensiva do sistema contra a ética, a transparência, a honestidade intelectual, o interesse público e a igualdade perante a lei.
No momento em que milhões de brasileiros se indignam com o cinismo, a truculência e as manobras da ala pró-Moraes do STF, no entanto, milhões também manifestam intenção de voto em um dos dois maiores grupos políticos atingidos pelo escândalo do Banco Master e que, em razão de rabos presos e esqueletos no armário, sabotaram juntos a Lava Jato e a Lava Toga, e ainda consentiram em 2019 com a criação do inquérito das fake news, agravando os vícios da pior composição da história do Supremo.
Não existe República funcional sem uma base moral sólida, presente não apenas no espírito das leis escritas, mas também no espírito de mulheres e homens públicos, ou pelo menos no das pessoas que têm o dever de fiscalizá-los para que ajam conforme os princípios constitucionais, não conforme a sua ganância e a conveniência da tribo.
Kassio Nunes Marques, que se declarou impedido no julgamento sobre os indícios de crimes de Moraes, ajudando o alvo, foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro antes de André Mendonça, quando o então presidente buscava blindar o filho e atual candidato Flávio contra investigações de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, como acabou conseguindo fazer, com voto de Nunes Marques.
Flávio Dino, que pediu vista do processo com medo dos efeitos eleitorais negativos para Lula, foi indicado pelo atual presidente, quando o petista quis justamente emplacar uma “cabeça política” no Supremo.
Gilmar Mendes, que repetiu sua perfomance histriônica contra investigações de aliados e seus ataques tradicionais ao juiz do caso, é o mesmo que blindou Lula e Flávio Bolsonaro contra a Lava Jato e um
desdobramento: a operação Furna da Onça.
Já a fortuna de Daniel Vorcaro, seus sócios e operadores foi construída com dinheiro privado de 1,6 milhão de investidores enganados pela propaganda Master e com dinheiro público obtido com ajuda do PT da Bahia no caso do Credcesta e do PL do Rio de Janeiro no caso do Rioprevidência, entre tantas outras fontes suspeitas.
Com essa fortuna, Vorcaro garantiu a “consultoria” do lobista lulista Guido Mantega, contratou o escritório da esposa de Moraes e pagou o filme bolsonarista Dark Horse, abrindo portas palacianas e janelas de WhatsApp para turbinar seus negócios.
Agora que ele está preso e o conteúdo de seu celular veio à tona, Moraes passou a defender até que haja pedido da PGR para abertura de inquérito, o que não aconteceu quando foi aberto o inquérito das fake news, relatado por ele por sete anos e meio.
O bolsonarismo tenta faturar politicamente em cima da aliança entre lulismo e alexandrismo, mas é corresponsável pelo estado de coisas que denuncia em carros de som e redes sociais, para enganar segmentos anestesiados da população.
Cada um desses grupos se suja na lama do poder e acaba alimentando o outro, que aproveita para se limpar na sujeira alheia.
Manter esse ciclo em vigor é aprisionar o Brasil em um eterno 15/9/2026.
O Brasil do Moraes
O Brasil do Dino
O Brasil do Gilmar
O Brasil do Toffoli
O Brasil do Lula
O Brasil do Bolsonaro
O Brasil do Caetano Veloso
O Brasil dos artistas globais
O Brasil da Virgínia
O Brasil do Carlinhos Maia
O Brasil do Neymar
O Brasil do Vini Jr
Tem que acabar.
Caros eleitores do @ronaldocaiado, @RomeuZema e @augustocury eu faço um apelo a vocês: Façam voto útil no Renan Santos.
A Missão tem um projeto bem fundamentado, não estamos envolvidos em escândalos de corrupção e estamos constantemente em terceiro lugar nas pesquisas e se subirmos, podemos alcançar e ultrapassar Flávio Bolsonaro.
Vamos dar ao Brasil a oportunidade de não ter que escolher entre dois corruptos e poder escolher entre algo verdadeiramente novo contra o que nós já derrotamos antes no impeachment da Dilma.
Eu faço esse apelo a cada um de vocês.
E AGORA, CORINTHIANS?
O Corinthians não tem mais tempo para desperdiçar.
Nos últimos meses, a SAFiel apresentou uma proposta, abriu seus documentos, respondeu perguntas, participou de reuniões, prestou esclarecimentos e demonstrou, reiteradamente, disposição para avançar de forma séria, responsável e institucional.
Após a reunião realizada no Parque São Jorge, respondemos formalmente às questões encaminhadas pela Diretoria e pelos órgãos de governança do Clube.
Ontem, voltamos a procurar o Corinthians.
Reiteramos que estamos prontos para seguir as tratativas e pedimos uma manifestação objetiva sobre os próximos passos.
Também deixamos claro um princípio elementar de responsabilidade.
Entretanto, o presidente Osmar Stabile impôs à SAFiel que o projeto realizasse primeiro a quitação da dívida da Arena junto à Caixa Econômica Federal para que, somente depois, fossem discutidos, negociados e assinados os contratos que estabeleceriam as condições da operação com o Corinthians.
A SAFiel não pode aceitar essa condição.
Uma operação desta dimensão precisa ser construída com compromissos recíprocos, segurança jurídica, aprovações institucionais e contratos vinculantes. Nenhuma solução responsável pode exigir que uma das partes assuma primeiro um risco bilionário para somente depois descobrir se haverá acordo.
É simples. Primeiro se constrói e se assina o acordo. Depois, cada parte cumpre as obrigações assumidas.
A SAFiel está pronta para avançar.
Cabe agora ao presidente Osmar dizer se está disposto a avançar sobre essa base, com compromissos simultâneos, formais e juridicamente vinculantes para as duas partes.
E, diante disso, permanece a pergunta maior:
E agora, Corinthians?
Enquanto decisões são adiadas, a realidade se torna cada vez mais difícil e o tempo continua correndo.
E hoje o tempo custa caro.
O Corinthians vê sua capacidade financeira cada vez mais comprimida. Recursos que deveriam construir o futuro precisam sustentar o presente. Obrigações se acumulam. A margem para novos erros diminui. Decisões emergenciais substituem planejamento. E cada solução provisória empurra para amanhã um problema ainda maior.
Não estamos diante de uma dificuldade passageira.
Estamos diante do esgotamento de um modelo.
É justamente por isso que o Corinthians precisa decidir se continuará administrando consequências ou se finalmente enfrentará as causas.
A SAFiel não pede um cheque em branco.
Pede diálogo, negociação, transparência e compromisso.
Existe uma proposta sobre a mesa. Existem respostas entregues. Existe disposição para negociar. Existe uma alternativa para proteger o Clube Social, reorganizar o futebol, enfrentar a dívida e construir uma gestão profissional e sustentável.
O que não existe mais é espaço para simplesmente esperarmos.
Milhões de corinthianos acompanham o que está acontecendo.
O presidente pode adiar decisões. O tempo, não.
E AGORA, CORINTHIANS?
O futuro exige uma resposta agora.
@paulo_caelum@fabriciocarraro Baita post, mas vou tentar responder a questão: os problemas "simples" subiram um degrau. O que era simples 20 anos atrás, agora ficou pra trás e teremos que adaptar pra problemas maiores (e talvez mais reais), mas que ficam simples com as novas ferramentas.
Um ano trabalhando e estudando, cinco meses programando. A IA fez em 65 minutos.
Quando o Astra saiu, o @fabriciocarraro me sugeriu fazer um benchmark e eu propus tentar implementar o algoritmo da minha dissertação de mestrado, de 20 anos atrás.
O problema é o seguinte: dado um polígono desenhado no papel, de que forma podemos dobrá-lo para que todas as arestas fiquem alinhadas e, com um único golpe de tesoura, recortar exatamente esse polígono, de modo que, ao abrir a folha, o buraco seja o desenho. Uma mágica interessante, provada pelo professor Erik Demaine, do MIT: sempre há uma solução.
Passamos um ano em cima do paper. Durante uns quatro meses escrevemos o JOrigami. Éramos jovens programadores. O algoritmo em si não é difícil, mas é bastante trabalhoso.
Eu dei o PDF do artigo do Demaine para o Claude executar. Levou pouco mais de uma hora. Não fiquei surpreso. Nem me questionando sobre a definição de AGI.
Acredito que o termo AGI vá sumir deixando poucos rastros, assim como foi com o teste de Turing. Simplesmente viramos a página.
Fica o problema mais complexo: o desenvolvimento da profissão dos juniores, e não estou falando só de devs. Quando meu professor escolheu esse problema, ele percebeu que aquele artigo era viável de ser implementado por um jovem que estava testando seu interesse pela academia e pela ciência.
Onde ficarão esses problemas simples que inserem as pessoas na ciência e pesquisa? E na programação, na medicina ou em qualquer carreira em que o início envolve muita repetição, entendimento e reconhecimento de padrões?
Os medalhistas Fields, junto do Terence Tao, se manifestaram essa semana: "a produção em massa, em ritmo cada vez mais acelerado, de afirmações do tipo verdadeiro/falso pode destruir o terreno fértil em vez de dar vida a novas ideias". Tem gente que acha que é só corporativismo matemático: grandes cientistas com medo da mudança em sua área.
Mas, sem o aquecimento com pequenos problemas, quem terá o interesse e a capacidade de fazer as novas e boas perguntas? Tem links interessantes no reply: dos papers, discussões e comparação da implementação do Fable 5.1 com a do Paulo de 20 anos atrás.
Comecei a ler o Livro Amarelo tem uma semana e terminei hoje pela manhã. Fui ler justamente para ver o quão patético era o MISSÃO e o Renan Santos, tentando encontrar argumentos para confirmar o que eu já pensava
Só que aconteceu o contrário. Quanto mais eu lia, mais eu repensava minhas próprias ideias
Eu era bolsonarista doente desde 2017, defendia o Bolsonaro praticamente em qualquer situação. E, no fim da leitura, a conclusão foi inesperada: me tornei eleitor do Renan Santos.
Comecei querendo provar que eles eram patéticos e terminei percebendo que talvez eu nunca tivesse estudado outras alternativas de verdade.
CARTA ABERTA AO POVO BRASILEIRO
Somos o povo que não elegeu o Enéas
Somos o povo que vive falando que se arrepende de não ter comprado Bitcoin antes de 2017
Somos talvez um dos povos que mais odeia grandes fortunas
Quando vamos virar o povo que quer tomar o risco de tentar e não o povo que choraminga por não ter conseguido?
Me envergonha chegar um covarde como o Tallis Gomes falar que temos que ser "adultos" escolhendo o que ele acha que é o que precisa ser feito
O Tallis acumulou a fortuna que tem hoje só escolhendo o que é confortável ou aceitando tomar vários riscos?
E não venha me falar que o Flávio é uma escolha nova, ele não é o risco, ele é a consequência de algo que já deu errado
O Flávio é hoje o motivo do Lula estar no poder, ele traiu o povo brasileiro muito antes de seu pai chegar a presidência
É hora de corrermos o risco, é hora de escolher alguém que se propõe a fazer algo e por isso temos que dar uma chance ao Renan Santos, provavelmente é nossa última esperança.