Que absurdo!! Vários ministros de Tribunais superiores recebendo 💰 de empresas envolvidas com organizações criminosas.
O que fizeram com a Justiça do 🇧🇷?
PF alega falta de efetivo para investigar fraude no INSS envolvendo filho de Lula
A demora nas investigações sobre fraudes milionárias no INSS ganhou duras críticas do jornalista Boris Casoy, que manifestou profunda indignação com a justificativa da Polícia Federal de que os trabalhos estariam travados por "falta de efetivo". O caso se torna ainda mais grave por envolver Lulinha, filho de Lula.
Como bem destacou Casoy, estamos diante de um escândalo que atinge diretamente a parcela mais necessitada e vulnerável da população: aposentados e pensionistas que já sobrevivem com recursos mínimos e foram sendo roubados por criminosos.
É inadmissível que um assunto dessa magnitude, que afeta milhões de brasileiros e envolve o topo do poder, não seja tratado como prioridade absoluta. O Brasil exige pressa e transparência.
Segundo Fernando Gabeira, Moraes era funcionário de Vorcaro. O contrato de faixada da sua esposa de 129 milhões era uma forma de ele receber os seus honorários.
ROSEANN KENNEDY | "Medida é vista por ala da PF como interferência política do presidente da República; expectativa é que determinação chegue ao gabinete de André Mendonça e afete casos do INSS e Master"
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EXCLUSIVO 🔴 Diálogo de Vorcaro cita Jaques Wagner como intermediário para recado a Lula, indica PF → https://t.co/gwtbwtiyLK
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro mostram detalhes do relacionamento dele com líder do governo no Senado; defesa do senador ainda não comentou menções, mas já havia negado irregularidades na relação com donos do Master
EXCLUSIVO | "Governo manda delegados cedidos à Justiça voltarem à PF e pode afetar investigações do Master e INSS com Mendonça" > https://t.co/PiGvvXH8Pk
"Ministério da Justiça e PF foram procurados, mas não se manifestaram" (via @colunadoestadao@roseannkennedy@aguirretalento)
Caso Master - O ministro do Supremo André Mendonça retirou nesta terça-feira (16) sigilo de trechos da investigação sobre o Banco Master. O relatório da Polícia Federal afirma que o banqueiro Daniel Vorcaro pagou diárias em um hotel em Lisboa para o presidente da Câmara, Hugo Motta, do Partido Republicanos. A PF diz também que Vorcaro bancou viagens do senador Ciro Nogueira, presidente do Partido Progressistas, a Paris, Nova York, Lisboa e Courchevel.
A investigação reuniu fotos de viagens do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, com o senador Ciro Nogueira, registros dentro de um jatinho, nos Estados Unidos, em 2024, e nos Alpes Franceses, em 2025. De acordo com a Polícia Federal, havia “elevado grau de proximidade pessoal, materializada por registros de encontros frequentes em ambientes privados, viagens internacionais e reuniões sociais recorrentes”. Em um padrão que, segundo a PF, “revelava vínculo próximo e duradouro”.
A investigação apontou que a relação entre os dois ia além da amizade: “Uma relação funcional e instrumental, estruturada a partir da convergência de interesses ilícitos e orientada pelo benefício mútuo”. Segundo a PF, Ciro Nogueira atuava no Senado defendendo os interesses do ex-banqueiro, e Vorcaro oferecia vantagens indevidas, como o custeio de viagens internacionais de alto padrão.
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Dois ministros, duas formas opostas de exercer a jurisdição penal. Um violador de direitos humanos produto do sistema. O outro, escolhido por Bolsonaro para defender o ordenamento jurídico, o Brasil e os brasileiros.
Os casos conduzidos por André Mendonça (Banco Master) e Alexandre de Moraes (farsa do golpe, com delação de Mauro Cid) ilustram, lado a lado, essas duas posturas. Legalidade versus abuso de poder no STF.
No inquérito do Banco Master, Mendonça atua como se espera de um julgador: submeteu rapidamente suas decisões à Segunda Turma, garantindo colegialidade e blindagem contra nulidades. Fundamentou cada ato em requerimentos da PF e PGR, manteve a prisão preventiva de Daniel Vorcaro com base nos pressupostos do art. 312 do CPP.
Diante da proposta de delação, não negociou: condicionou qualquer avanço à análise da PF e da PGR, que a rejeitaram por falta de fatos novos. Não pressionou, não ameaçou, não conduziu o investigado, apenas presidiu com sigilo, devido processo e proporcionalidade.
Já na delação de Mauro Cid, o quadro é o inverso. Em audiência no STF, Moraes repreendeu o colaborador ao vivo, advertindo sobre prisão preventiva, rescisão do acordo e o desprezível absurdo de responsabilização do pai, da esposa e da filha.
Trata-se de coação explícita, em que o relator conduziu, advertiu, pressionou e coagiu diretamente o depoente.
De um lado, legalidade. Do outro, pressão pessoal. A diferença entre julgar a prova e fabricar a prova.
O Brasil só retomará seu rumo correto no dia em que Alexandre de Moraes for extirpado do STF.
Agora vaaaai !
Ministro André Mendonça está com sangue nos olhos..
"Tem mais coisas por vir. vir. Eu havia determinado que fosse preservado o iCloud do sicário.Essa semana eu determinei a quebra desses dados.
Vamos ver o que virá de lá."
🚨AGORA - André Mendonça avisa Gilmar Mendes que está observando que certos setores estão atuando para criar um vício no processo de Vorcaro
“Parece que certos setores atuam para criar um vício. Eu não sou cego, eu estou acompanhando, estou assistindo os movimentos.”