COVID E A IMPRENSA. - Li os editoriais e a reportagem do Wall Street Journal sobre os diários de Anthony Fauci e seu depoimento ao Senado. Independente da posição que cada um tenha sobre a origem da Covid ou sobre as políticas adotadas na pandemia, há um ponto que me parece inescapável: o papel da imprensa.
O jornal sustenta que revelam que a imprensa e jornalistas tinham uma relação de excessiva proximidade com Fauci, havendo os que deliberadamente queriam ajudá-lo a silenciar os críticos, como parte dos principais jornalistas e apresentadores dos Estados Unidos. Em vez da postura tradicional de ceticismo, que é a essência do bom jornalismo, muitos profissionais teriam assumido a função de validar uma narrativa oficial, tratando questionamentos científicos legítimos como desinformação ou teoria conspiratória.
O problema não está em um jornalista concordar com uma autoridade pública. O problema surge quando deixa de exercer sua função essencial: perguntar, desconfiar, confrontar versões e permitir que hipóteses plausíveis sejam debatidas. A IMPRENSA no Brasil fez igual ou pior.
A ciência avança pelo escrutínio, não pelo silêncio. E a imprensa cumpre sua missão quando protege o debate público, não quando escolhe quais perguntas podem ou não ser feitas.
As informações reveladas pelos diários pode-se deixa a maior lição institucional, que talvez não seja sobre Anthony Fauci, mas sobre o perigo de qualquer imprensa abandonar a crítica para tornar-se porta-voz do poder. Quando isso acontece, perde a ciência, perde a democracia e perde, sobretudo, a confiança do público.
Os recentes documentos divulgados pelo Senado americano talvez não tenham como principal personagem Anthony Fauci.
O verdadeiro protagonista é a imprensa. Qual jornal deu ampla divulgação à audiência de ontem? Onde está a Globo e o Jornal Nacional?
FOLHA, ESTADÃO, O GLOBO foram cúmplices acríticos das medidas de segregação das pessoas e destruição da atividade econômica: “A economia a gente vê depois!”. O jornalismo abandonou a atitude crítica que constitui sua razão de ser para assumir a defesa de uma narrativa oficial.
O problema nunca foi discutir a hipótese da origem laboratorial da Covid. O problema foi transformar sua mera discussão em tabu. Em ciência, hipóteses são examinadas; não são interditadas.
Em democracia, perguntas são respondidas; não são censuradas.
O jornalismo existe para submeter o poder ao escrutínio, jamais para blindá-lo.
Sempre que a imprensa deixa de investigar para proteger autoridades, sejam elas políticas, científicas ou judiciais, ela deixa de cumprir sua função constitucional e passa a integrar o próprio poder que deveria fiscalizar. É essa, a meu ver, a reflexão mais importante que esses textos suscitam.
A Folha de São Paulo tem funcionado como uma fralda geriátrica.
Lula avisa que vai fazer merda, e os jornalistas correm para impedir o vazamento, conter o odor e salvar o bandido do constrangimento.
Aconteceu de novo, em uma matéria bizarra.
Olha:
https://t.co/bDneZSXua6
@Lauritaarruda Até o Estadão reconheceu hoje, em editorial, os erros do STF.
E, pela quantidade de público nas manifestações de hoje, parece que a população já falou também.
E Brasília? Mais tanque que gente…
Thank you reading!
I appreciate your time
If you enjoyed this thred, do RT
Warn a fren against the dangers of bread n circus..👇🏻
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Minhas Previsões para 2024 a 2034: Uma Visão Cautelosa
Decidir fazer dívidas ou comprar ações, apenas com base em previsões para 2024 não é só imprudente, é arriscado. Muitos economistas estão focados apenas em 2024, e isso pode ser perigoso.
Comprar ações em 2024 sem considerar o que acontecerá em 2025 é uma estratégia que não faz sentido.
Os próximos dez anos provavelmente não serão tão promissores quanto muitos estão esperando.
O Brasil tem mais semelhanças culturais com a Itália do que com Argentina ou Venezuela.
Desde 2008, a Itália não tem visto crescimento econômico. Pior ainda, a renda per capita está em declínio devido a vários problemas não resolvidos, incluindo corrupção.
Listei 450 problemas não resolvidos no Brasil no meu blog e, infelizmente, estamos seguindo um caminho similar ou até pior.
Não só deixaremos de crescer em termos de renda per capita, mas, se continuarmos como a Itália, poderemos regredir cerca de 1,5% ao ano.
Prepare-se para ganhar 15% a menos em 2034.
Eu estou me preparando para uma redução de 30% na minha renda, mas posso me virar com 70%.
Você também conseguirá sobreviver com 85%, mas não se fizer dívidas em 2024.
Fernando Haddad quer que você se endivide em 2024 para impulsionar a economia e fortalecer sua candidatura em 2026.
Mas essas dívidas se tornarão um fardo com um corte de 15% na renda, e você corre o risco de perder sua casa e carro.
Com o nosso sistema de previdência, de 2024 a 2034, a renda será concentrada nos aposentados, que receberão 100%.
Os mais jovens ganharão menos, agravando o problema.
Os aposentados geralmente não investem em casas ou carros novos, setores importantes para a economia. A maioria vai gastar em viagens internacionais, reduzindo nosso PIB.
Os juros podem cair, mas sem resolver a questão da previdência, a economia reagirá pouco.
Não teremos financiamento para crescer, e nossa indústria está sucateada, idade média de 15 anos, tudo tecnologicamente obsoleto.
Muitos funcionários públicos, incluindo eu, sonham com a aposentadoria e não apoiarão uma reforma previdenciária significativa.
Analisando 10 anos para frente, não vejo por que investir em imóveis, na Bolsa, no crescimento do Brasil, por mais otimistas que alguns economistas estão com relação a 2024.
STF e TSE cometeram muitos erros desde a descondenação. Quem poderia corrigir seria o Congresso, que se omitiu ou se acovardou. Assim os maiores culpados são os eleitores que enviaram esta corja à Câmara e Senado.
“Perdão se lhe desrespeito, Excrescência, mas fui ensinada a só tratar com deferência aqueles que assim merecem ser tratados.”
Leia mais no texto original: (https://t.co/yRZw8H0BXM)