@MarcusCordeiro9 Ocorreu isso no RS na eleição de 2014. Sartori (MDB) era 3°, mas o cenário de 2° turno entre os dois primeiros nas pesquisas (Tarso Genro (PT) e Ana Amélia Lemos (PP)) estava muito incerto. Nos últimos dias antes da eleição, Sartori decolou e chegou ao 2° turno, derrotando Tarso.
É uma derrota infinitas vezes pior do que contra Bélgica ou Croácia pela forma que foi: o Brasil optou por ser eliminado assim. O Brasil optou por assistir a Noruega trocar mais que o dobro dos passes. O Brasil optou por não explorar as claras fragilidades defensivas da Noruega mesmo criando chances sem fazer muito esforço. Hoje, sim, pela forma que aconteceu e não pelo rival em si: uma derrota humilhante pro que é o futebol brasileiro.
Djokovic sobre os aces do João para fechar a partida:
“Qualquer bola que vinha para o forehand dele na meia-quadra, ele esmagava, e era muito difícil de ler. Ele estava jogando com uma velocidade extrema.
E no break point para voltar para o jogo, ele mandou três aces. O que você pode fazer?
Ele deu os saques mais fortes que conseguiu a partida inteira, a 220 km/h, 215 km/h. A única coisa que você pode dizer é "bem jogado", e é isso.”
cc: rolandgarros
Existem derrotas e DERROTAS. João Fonseca hoje levou o número 2 do mundo ao limite em dois tiebreaks e dominou o primeiro com três set points em sequência. Não fechou por um detalhe. Jamais por falta de coragem. Talvez até um pouquinho de excesso. Mas, melhor assim.
Até porque, do outro lado, Sinner é corajoso o tempo inteiro. Vai para o limite, para o risco, para a linha.
E, neste nível, tudo se define em centímetros. Assim foram as bolas cruciais nos dois tiebreaks.
Aos 19 anos, João Fonseca teve mais um "batismo" no tênis. O do superjogo. Nas oitavas de final de um Masters 1.000 contra um adversário gigantesco - vencedor de 4 Grand Slams e 5 Masters.
Foi a primeira vez que o brasileiro enfrentou um Top 2. Mas não pareceu em momento algum. Nem por um instante sequer.
João sai maior. E agora segue na temporada com a missão de conseguir uma maior regularidade na base da pirâmide. Nos torneios menores. Nas primeiras rodadas. Quando tem a traiçoeira pressão do favoritismo. A obrigação de somar os pontos necessários para escalar o ranking e, assim, ter chaves melhores nos maiores torneios.
O tênis é assim. A chave do Rio Open estava completamente aberta e João parou na 2ª rodada. Uma frustração pesada. Uma chance enorme perdida. Duas semanas depois, Indian Wells desenhou um caminho duríssimo. Contra o 16º do mundo na 2ª rodada, contra o 28º - e em casa - na terceira. E hoje contra o Número 2 do planeta.
João foi até onde era possível ir. Mas deixa a quadra com a doce sensação de que poderia ter ido além.
HOJE o cara não consegue jogar contra o Novorizontino no interior pelo Paulistão mas JURAM que seria extremamente decisivo numa COPA DO MUNDO. Esqueçam.
com a licença de escrever sobre tênis, a quem gosta do assunto, ok?
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Nos últimos 24 grand slams que Djokovic venceu, eu torci contra ele em absolutamente todos. Ainda que com respeito e evidente admiração - no tênis, é possível torcer sem odiar -, sempre estive mais próximo de Federer e de Nadal, como também apoiei o azarado Murray e o brilhante Stan.
Lá em 2008, foi lançado o filme Batman: O Cavaleiro das Trevas, um clássico indiscutível, que trouxe consigo, nas palavras de Harvey Dent, a seguinte frase: “Ou você morre como um herói, ou vive o suficiente para se ver tornar o vilão”. Naquele mesmo ano, os meus heróis, o destro e o canhoto, viram pela primeira vez a hegemonia ser contestada por um moleque de 20 anos, que venceu seu primeiro AusOpen.
Nole foi vilão desde que surgiu. Ele impediu a dualidade que todo mundo achou ser intocável, ele era chato, provocador, irritado, irritante, atlético, menos técnico, menos polido, mais raçudo, mais polêmico e contestador. Ninguém escolhia o seu lado, fosse a batalha que fosse. Contra todos, quase sempre.
E foi exatamente assim que ele se construiu como o maior tenista que o esporte já conheceu. Não preciso acha-lo melhor do que o meu maior herói, mas devo reconhecer que ninguém venceu e competiu mais do que ele. Último a surgir, viu seus rivais serem amigos e como amigos se despedirem. Deu um abraço nos aposentados, um a um, enquanto ficava pra batalhar mais.
Já indiscutível e absolvido pelo tempo, perdoado por ser bom demais, ele poderia parar, já tinha derrubado todos os recordes, já tinha controle de qualquer disputa, mas ele ainda quis disputar espaço com duas aberrações adolescentes, e os venceu algumas vezes.
Nesta última dança, superou aquele que o havia superado 5 vezes seguidas, e foi vice campeão na quadra onde jamais tinha ficado no segundo lugar. Com um troféu diferente, ganhou um prêmio que ele jamais cogitou ter: o carinho.
Djoko viveu tempo demais para morrer como vilão;
Ele teve tempo para ser O herói ainda em vida.
Ainda em quadra.
Saúde, @djokernole 🐐🥂
Ancelotti se emocionou ao receber da Nike um presente com referência a Zagallo.
O presente foi dado minutos antes de Coreia do Sul 0x5 Brasil: um kit com um agasalho no modelo imortalizado por Zagallo em 1998 e com as iniciais C.A (Carlo Ancelotti), um escapulário, um tênis com as palavras “fé” e “serenitá” (que ele usa muito) e uma carta.
A ideia era oferecer algo marcante. Ancelotti é muito religioso, assim como era Zagallo, devoto de Santo Antônio e de quem o italiano já disse ser fã.
A CARTA:
“Caro Ancelotti,
Na sua apresentação à frente da Seleção Brasileira, o senhor recebeu o histórico agasalho de Zagallo. Naquele momento, também lhe foi entregue algo invisível, porque um tetracampeão mundial nunca se despede. Ele atravessa gerações. Permanece. É mais do que história. É um estado de espírito.
E quando se fala de Zagallo, sempre há algo mais. Como se o tempo fizesse silêncio para ouvi-lo. Como se o futebol aguardasse sua bênção.
Zagallo é o maior campeão da nossa história. Foi ele quem batizou a camisa com o nome de ‘Amarelinha’, como quem reconhece um manto. Era devoto de Santo Antônio, o santo celebrado no dia 13, número que Zagallo transformou em símbolo de sorte, proteção e fé.
O 13 passou a fazer parte de sua identidade. Acreditava que tudo o que carregasse esse número traria sorte. Levava no bolso uma pequena imagem de Santo Antônio a cada partida. Era sua fé, seu amuleto, sua forma invisível de entrar em campo.
Neste presente, reunimos dois símbolos dessa fé que transcende o campo de jogo. À direita, a imagem de Santo Antônio, o santo de devoção de Zagallo, como símbolo de esperança. À esquerda, São Padre Pio, figura que o Senhor bem conhece e admira.
Sabemos que o senhor reza todos os dias. Não por vitórias, mas por paz, saúde e serenidade. E talvez por isso mesmo seja tão especial tê-lo aqui, com a nossa Seleção. Este presente fala disso. Dá fé. Daquilo que não se vê, mas guia. Daquilo que não se treina, mas se carrega no peito.
O Brasil conta agora com o reforço de Zagallo no céu. E o torcedor, aqui na Terra, tem mais alguém a quem recorrer. Ele observa tudo lá de cima. E, sem dúvida, está feliz em ver a Seleção Brasileira em suas mãos.
No dia 10 de junho, o senhor celebrou mais um ano de vida. 3 dias depois, celebramos Santo Antônio, ou santo do dia 13. Não é por acaso que a frase "ANCELOTTI HEXA" tem 13 letras.
Boa sorte, mister!”
🗞 @ESPNBrasil | @pedroivoalmeida
📸 Reprodução/CBF
Muitos ainda não compreenderam o motivo que levou Lula a retirar o Brasil da "Aliança Internacional de Memória do Holocausto", pois não se trata de uma organização israelense ou com vínculos com o estado de Israel. Essa aliança foi fundada no final dos anos 90 por um sueco e, de fato, Israel só entrou na aliança após a sua fundação.
Trata-se, basicamente, de uma organização que visa transmitir, para as novas gerações, a história do holocausto judeu às mãos dos nazistas e combater o antissemitismo.
Por não ser uma organização estatal israelense e ao não ter nenhum vínculo oficial com o governo israelense, pq Lula fez questão de abandonar a Aliança Internacional de Memória do Holocausto?
1) Os Bolsonaro são psicopatas, corruptos, golpistas e uma ameaça à democracia.
2) Os membros do STF são psicopatas, corruptos, golpistas e uma ameaça à democracia.
3) Os petistas são psicopatas, corruptos, golpistas e uma ameaça à democracia
Quem nega é burro ou desonesto.
Reportagem do #JN revela que pessoas com informação privilegiada, nos EUA, lucraram com a taxação de 50% no Brasil. Elas sabiam da medida antes do anúncio oficial e se anteciparam para ganhar muito dinheiro.