@FIFAcom So from now on, do players need to ask permission to be faster and get their leg in front of an opponent? Or are we just going to keep disallowing perfectly good goals by pretending every fair challenge is a foul? Football deserves better than this.
O mais curioso do seu comentário é que ele destrói exatamente a tese que você parece defender.
Você diz que não se deve olhar para o PIB total, mas sim para o PIB per capita. Correto. Até aí estamos de acordo.
O problema é que o PIB per capita mede, justamente, quanto da riqueza produzida corresponde, em média, a cada habitante. Ou seja: ele é uma métrica de distribuição da produção econômica pela população.
Em outras palavras, você está defendendo que a análise correta deve considerar como a riqueza é distribuída entre as pessoas.
Parabéns. Você acabou de fazer um argumento a favor da distribuição de renda.
Aí surge um pequeno problema: os políticos que você provavelmente apoia combatem exatamente essa lógica. São contra programas de transferência de renda, contra políticas redistributivas, contra a expansão do Estado social, contra tributação progressiva sobre patrimônio e herança e defendem que o mercado resolva praticamente tudo sozinho.
Então precisamos decidir: qual das duas versões é a verdadeira?
A que diz que a riqueza deve ser analisada por habitante e que importa como ela chega às pessoas?
Ou a que diz que qualquer mecanismo de redistribuição é “comunismo”?
Porque as duas posições ao mesmo tempo não cabem na mesma cabeça.
E tem mais.
Se a sua lógica fosse levada ao extremo, bastaria pegar um país minúsculo, com pouca população e baixa oferta de serviços públicos, para concluir que ele é automaticamente superior a economias complexas que sustentam sistemas nacionais de saúde, universidades públicas, pesquisa científica, previdência, Judiciário, defesa, infraestrutura e assistência social para centenas de milhões de pessoas.
Isso não é análise econômica. É analfabetismo estatístico fantasiado de inteligência.
O mais engraçado é você chamar os outros de burros enquanto usa um indicador cuja própria existência depende da divisão da riqueza pela população, exatamente o tipo de raciocínio distributivo que a turma que você apoia passa o dia atacando.
Às vezes o problema não é faltar inteligência.
É ela resolver entrar em greve.
É curioso como alguns comemoram o suposto “PIB per capita maior” do Paraguai como se isso encerrasse qualquer discussão econômica.
Primeiro porque nem isso é verdade quando se analisam as séries mais recentes de PIB per capita nominal. Segundo porque comparar países exige mais do que repetir um número solto encontrado em um gráfico de rede social.
O Paraguai tem cerca de 7 milhões de habitantes. O Brasil tem mais de 200 milhões. O Brasil mantém um sistema universal de saúde, financia transplantes, hemodiálise, vacinação em massa, universidades públicas, institutos federais, seguro-desemprego, previdência rural, assistência social, Judiciário nacional, Forças Armadas e uma das maiores redes diplomáticas do planeta.
Se a comparação for apenas sobre arrecadar pouco, gastar pouco e oferecer pouco, o debate é simples.
Agora, se a comparação for sobre capacidade estatal, complexidade econômica, infraestrutura, produção industrial, mercado de capitais, pesquisa científica, universidades, tecnologia e proteção social, a conversa fica um pouco mais difícil para quem acredita que economia cabe em um meme.
Mas entendo a confusão. Quando a análise econômica começa e termina em um único número, qualquer planilha vira tese de doutorado.
O problema é que a realidade costuma ser menos generosa com os simplificadores profissionais.
Este sujeito não é jornalista; é um militante travestido de jornalista. A desonestidade deixou de ser apenas intelectual e passou a ser método. Manipula fatos, distorce contextos e trata a verdade como um detalhe inconveniente quando ela não serve à narrativa que deseja vender.
Chamá-lo de canalha não é exagero; é apenas descrever alguém que parece ter abandonado qualquer compromisso com a honestidade, a ética e a responsabilidade que o jornalismo exige. O problema não é errar. O problema é fazer da má-fé uma rotina e da distorção uma profissão.
“Entre os 4,9% está o presidente.”
É sempre curioso ver como a inveja, o preconceito ideológico e a falta de visão conseguem transformar uma conquista nacional em piada.
Estamos falando de um presidente que recebeu dezenas de condecorações internacionais, diversos títulos de Doutor Honoris Causa concedidos por universidades de vários países e reconhecimento de instituições acadêmicas e políticas ao redor do mundo. Pode-se discordar de suas ideias. O que exige criatividade é fingir que se trata de alguém intelectualmente irrelevante.
Mais curioso ainda é ignorar os fatos históricos. Durante os governos Lula ocorreu a maior expansão da rede federal de ensino da história brasileira. O número de universidades federais passou de 42 para 69 e os campi federais saltaram de 121 para 314. Foram criadas 14 universidades federais nos dois primeiros mandatos de Lula, ampliando fortemente a oferta de vagas no ensino superior público.
Na educação profissional, foi o governo Lula que criou os Institutos Federais, estruturando uma rede nacional de ensino técnico e tecnológico com 38 institutos federais e centenas de unidades espalhadas pelo país.
Entre 2003 e 2014, foram criadas 18 novas universidades federais, 173 novos campi universitários e mais de 360 unidades da rede federal de educação profissional, praticamente dobrando o número de alunos atendidos pelo sistema federal.
Já no atual mandato, foram anunciados 100 novos Institutos Federais, com investimento de R$ 2,7 bilhões e previsão de geração de 140 mil novas vagas, além de novos campi universitários e bilhões de reais em investimentos para expansão e modernização das universidades federais.
Portanto, a notícia não fala sobre um presidente analfabeto. Ela fala sobre um país que atingiu a menor taxa de analfabetismo da sua história. E, goste-se dele ou não, isso aconteceu sob um governo que possui um dos maiores históricos de expansão da educação pública já registrados no Brasil.
No fim, algumas pessoas olham para um dado histórico de melhoria educacional e conseguem enxergar apenas uma oportunidade para fazer uma piada. Talvez isso diga mais sobre quem comenta do que sobre quem é comentado. Afinal, conhecimento é acumular fatos; sabedoria é conseguir interpretá-los.”
@Metropoles@tr_isadora Que hilário ! O rachador miliciano posando de defensor do estado ! Tem que ser muito idiota pra acreditar neste discurso ! Nem todo imbecil é bolsonarista , mas todo bolsonarista é imbecil !!!
#todobolsonaristaéimbecil
Ser neto de ditador não transforma ninguém automaticamente em autoritário, mas insistir em distorcer fatos e chamar isso de pesquisa certamente não ajuda a afastar a suspeita. O que você apresenta não é análise, é militância com aparência de estudo. Pare de espalhar desinformação e de tratar opinião como se fosse evidência.
Yet another display of political opportunism and lack of preparation.
Terrorism is not defined by whatever happens to be politically convenient at the moment. It is a legal concept with specific criteria, generally involving violence intended to achieve political, ideological, or religious objectives, or to coerce governments and populations. Organized crime and terrorism are distinct phenomena, even when both use violence. Furthermore, no single country, including the United States, has the authority to unilaterally redefine these concepts for the rest of the world. International legal standards are not determined according to the political interests of one government, nor can they override the sovereignty of other nations.
By casually advocating the automatic classification of criminal organizations as terrorist groups, without regard for established legal standards, you are not strengthening public security. You are creating a dangerous precedent that could expose Brazil to serious legal, diplomatic, and economic consequences.
As usual, personal political interests seem to take priority over the national interest. Public officials should approach issues of this magnitude with technical competence and responsibility, not social media slogans.
Fighting organized crime requires intelligence, investigation, institutional strength, and international cooperation. Demagoguery does not arrest criminals, protect citizens, or make a country safer.
Mais uma demonstração de despreparo e oportunismo político. Terrorismo não é um conceito definido pelo humor do governante da vez, mas por critérios jurídicos objetivos: atos praticados com finalidade política, ideológica, religiosa ou de intimidação coletiva para constranger governos ou instituições. Crime organizado e terrorismo são fenômenos distintos, ainda que ambos possam empregar violência.
Ao defender a classificação automática de facções como organizações terroristas, sem observar os critérios jurídicos internacionais e a própria legislação brasileira, você não fortalece o combate ao crime. Ao contrário, abre um precedente perigoso que pode gerar consequências diplomáticas, econômicas e jurídicas graves para o Brasil.
Como sempre, a prioridade parece ser o ganho político imediato, não o interesse nacional. Quem ocupa cargo público deveria tratar temas dessa gravidade com responsabilidade técnica, e não com slogans de rede social. Segurança pública exige inteligência, investigação, cooperação internacional e fortalecimento das instituições. Demagogia não prende criminosos nem protege a população.