Hoje no Brasil se um deputado ou vereador nomear 1 assessor parlamentar e o colocar para fazer a limpeza da casa dele ao invés de trabalhar na câmara, ele pode ser investigado por improbidade administrativa, sofrer cassação do mandato e ser investigado por peculato. Está correto haver punição por esse uso indevido do dinheiro público.
Porém, hoje no Brasil, se um deputado nomear 20 assessores parlamentares e colocar cada um deles para fazer um trabalho diferente de marketing pessoal do deputado, nada acontece. Podem montar o que é funcionalmente uma empresa de impulsionamento de suas redes sociais privadas pagando todos com dinheiro público, e fica por isso mesmo.
Faz sentido isso?
Entendo que não, e em algum momento precisaremos rever as regras de uso de dinheiro público para montar empresas de marketing pessoal. Seria bom o congresso discutir isso antes que os políticos-influencers sejam maioria na câmara, porque quando eles forem maioria será muito difícil fazer com que eles mesmos mudem essas regras. É questão de tempo.
🚨 EXPLODAM 🚨
A imprensa revelou que o advogado Willer Tomaz, o "parça" de Flávio Bolsonaro que é investigado pela Polícia Federal por ser peça central no escândalo do INSS, que roubou 6.3 BILHÕES de reais e que tomou a ilha do Richarlison, fugiu para os EUA.
Conforme a imprensa, ele só volta ao Brasil caso Flávio Bolsonaro ganhe a eleição.
Flávio Bolsonaro já disse que, se eleito, vai dar perdão presidencial ao próprio pai. Será que ele vai perdoar o ladrão dos aposentados também? E o Careca do INSS, que ele divide um escritório?? E o Daniel Vorcaro, que ele pediu 134 milhões??? E o assassino da Ana Clara, que ele é advogado????
Stiglitz para a Folha: “Os mercados têm uma visão muito imediatista. O que eles enxergam são impostos mais baixos, um ambiente mais "favorável aos negócios". Mas o que não percebem é que uma economia em recessão não é favorável aos negócios. Uma economia que não fez os investimentos básicos em educação, infraestrutura e tecnologia não é realmente favorável aos negócios.”
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⚠️ A FARSA CAIU! Ação no TSE expõe o "gabinete do ódio" no WhatsApp e pede cassação! ⚠️A verdade veio à tona! Uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) acaba de escancarar como funciona a fábrica de mentiras no canal "Tropa do Flávio". Acham que estão acima da lei e que têm direito a tratamento privilegiado:
❌ Manipulação ao vivo: Ordenaram buscas coordenadas no Google durante o debate na Band só para forjar gráficos na TV.
❌ Desrespeito à Justiça: Continuaram disparando vídeos falsos e montagens sobre religião que o próprio TSE já tinha proibido!
❌ Queima de arquivo: Apagaram todo o histórico do canal no domingo do debate para tentar esconder os rastros da Justiça Eleitoral! Isso não é liberdade de expressão, é abuso de poder e manipulação em massa para enganar o eleitor indeciso na reta final! A lei tem que valer para todos: o pedido é de bloqueio do canal, cassação da chapa e inelegibilidade por 8 anos. 🔥 A mentira não pode vencer a eleição! Compartilhe agora nos seus grupos para que todo o Brasil saiba a verdade!
@boanoitebaby Será uma passação de pano geral, pior do que foi no governo do pai. Ninguém vai querer admitir estar errado. A culpa vai ser sempre da herança do Petê.
Se te faltava algum motivo pra dar tudo de si nessa reta final de campanha, após assistir esse discurso não faltará mais. Com vocês, Benício, 9 anos, direto da manifestação de Joinville, Santa Catarina.
A maneira como a história é ensinada faz com que as pessoas imaginem o colapso da sociedade acontecendo por meio de guerras, anarquia ou uma bomba nuclear.
As pessoas não estão preparadas para a forma menos sexy de catástrofe, que é a erosão, o desmoronamento de instituições, colapsos financeiros e ecocídio em massa.
Via @leewritesalot
El capital global ya no puede expandirse más, ni sostener sus ganancias.
Ahora se alimenta de instituciones públicas y sistemas clave, sacrificando bienestar, infraestructura, educación, sanidad y ecosistemas por beneficios a corto plazo.
Últimos estertores del capitalismo.
Capitalism needs hyper-individualism to survive. It thrives on division, breaking down communities, destroying class unity and convincing us that we are individuals constantly competing against each other rather than members of the same class with shared interests.
But here's the contradiction. Everything is social. From the things we produce to the things we consume, nothing exists without collective labour and social activity. Every factory, every building, every product we purchase is the result of workers endeavours.
Capitalism depends on social production while encouraging individualism. It relies on the collective labour of millions while allowing a tiny minority to privately appropriate the wealth they create.
And this is why capitalism can never overcome its own contradictions. The ruling class needs its class enemy to survive, but here's the thing. The working class has no need for the ruling class.
We produce everything. They merely leech off our labour like parasites.
@RenanSantosMBL E eu que sempre subestimei ele? achava ele excessivo e ruidoso, quase como um palhaço...
Fui arrogante, obviamente, e ignorei totalmente o público do circo nacional...
Se o capitalismo realmente recompensasse habilidade ou inteligência, as pessoas mais ricas seriam neurocirurgiões, engenheiros e cientistas.
Se recompensasse talento, seriam artistas, escritores e criadores. Se recompensasse trabalho árduo, seriam faxineiros, trabalhadores braçais e funcionários de serviços.
Via @justjargons
Muitas figuras políticas serão apontadas em livros como exemplo do que não se fazer.
Infelizmente vivemos um período onde pauta moral foi usurpada pelos motivos mais mesquinhos, imorais e antidemocráticos possíveis.
No final das contas, Nikolas Ferreira ainda vai acabar ajudando o mundo. E talvez nem seja da forma que ele imaginava.
O caso da Meta já repercute nos Estados Unidos, onde congressistas americanos estão cobrando explicações de Mark Zuckerberg, e também na imprensa europeia, com o jornal britânico The Guardian abordando as suspeitas de favorecimento eleitoral no Brasil.
E tudo isso acontece enquanto Nikolas alcança números absolutamente fora da curva.
Estamos falando de um sujeito com cerca de 25 milhões de seguidores conseguindo 160 MILHÕES de visualizações em um único vídeo, superando o desempenho de publicações de celebridades mundiais que têm centenas de milhões de seguidores.
A impressão que fica é que a Meta perdeu tanto a mão nessa história que, se houve favorecimento da extrema-direita brasileira, nem se preocupou em deixar os números dentro de uma média minimamente razoável.
Agora a empresa vai ter que explicar de onde vem tanto alcance. E não é mais só uma discussão brasileira.
Minha aposta é que Nikolas pode acabar se tornando um exemplo internacional de por que tantos países precisam discutir seriamente a regulamentação dessas plataformas para proteger suas eleições.
E não duvido que toda essa exposição acabe obrigando a própria Meta a rever seus critérios de distribuição, inclusive o alcance do deputado.
Imaginem a ironia: o sujeito que se tornou um fenômeno das redes pode acabar sendo justamente o exemplo que o mundo precisava para começar a limitar o poder político dos algoritmos.
Vamos acompanhar, porque essa história ainda promete repercussões muito interessantes.
4. Quanto a isso, cito integralmente @haugejostein:
"A economia é fundamentalmente política. Não podemos escapar desse fato.
O chamado “mercado livre” é construído por leis, mantido por instituições e imposto por estados.
A escolha entre austeridade e estímulo reflete crenças mais profundas sobre responsabilidade, justiça e obrigação social.
Os mandatos dos bancos centrais são produtos de decisões políticas. A ênfase colocada na estabilidade de preços nos bancos centrais ocidentais, em vez de, digamos, regular as finanças privadas, reflete julgamentos de valor, assim como lobby político.
Uma das maiores diferenças entre a economia mainstream e a economia heterodoxa é que a primeira frequentemente disfarça escolhas políticas como escolhas técnicas.
A economia nunca foi, e nunca será, uma ciência livre de valores, não importa o quanto a economia mainstream de hoje tente apresentá-la dessa forma.
Em seu cerne, a economia é moldada por ideologias, moralidade humana, interesses concorrentes, normas sociais e prioridades políticas. Fingir o contrário não torna a economia mais rigorosa. Apenas a torna mais perigosa."