Charlie Kirk never backed down from tough conversations. Agree or disagree, having the courage to defend your beliefs and stand your ground deserves respect. 🇺🇸🔥
No Paraguai, país olhado com desdém por brasileiros, a honra pessoal faz um Presidente da República renunciar.
Aqui, pegos com a boca na botija, as pessoas dão festas de casamento, e tudo continua numa boa!!!!.
URGENT : Wilson Joseph, chef du gang 400 Mawozo en Haïti, a été capturé ce soir par les forces militaires du Salvador, à la suite d'une opération nocturne. 🇸🇻 bravo @nayibbukele 👏👏👏
An 18-year-old Japanese classical guitarist, Haruna Miyagawa, performs Niccolò Paganini’s Caprice No. 24, a technically demanding violin piece arranged for guitar, highlighting its sequence of variations and arpeggios in a contemporary concert hall setting.
O XADREZ DE SACHSIDA: A DISSECAÇÃO CIRÚRGICA DA FANTASIA DE ANDRÉ LARA RESENDE
Adolfo Sachsida fez o que quase ninguém no debate público brasileiro tem estofo técnico para fazer. Ele não apelou para ofensas de rede social, não chamou André Lara Resende de lunático e não desqualificou o autor do Plano Real. Pelo contrário: desmontou a tese na raiz com a elegância de quem domina a econometria pesada da Escola de Chicago.
A pegadinha genial do texto de Sachsida reside na armadilha metodológica em que ele enquadra André Lara Resende.
Sachsida começa concedendo terreno intelectual: admite que existem modelos teóricos onde a proposta de ALR funciona. Ao citar nominalmente Marco Antônio Martins, orientado por Robert Lucas (prêmio Nobel e pai das expectativas racionais), Sachsida sinaliza para a elite acadêmica: "eu conheço a literatura da Teoria Fiscal do Nível de Preços (FTPL) e da Teoria Monetária Moderna (MMT) muito antes de vocês a transformarem em cartilha política".
Ao admitir que a tese tem consistência interna em um modelo abstrato, Sachsida desarma qualquer acusação de dogmatismo ideológico. E é exatamente aí que ele aciona a guilhotina da realidade empírica.
Em economia pura, um modelo matemático precisa de hipóteses comportamentais para parar em pé. E quais são as hipóteses obrigatórias para a tese de André Lara Resende funcionar sem destruir uma nação?
1. Uma demanda por moeda perfeitamente elástica e estável.
2. A posse de uma moeda de reserva global hegemônica.
3. Agentes econômicos com memória hiperinflacionária apagada e sem canais de fuga de capital.
Nenhuma dessas três condições existe no Brasil.
O que Sachsida expõe com clareza cristalina, e que a Faria Lima finge não ver, é a mecânica da curva de juros. Se o Banco Central derrubar a Selic na marreta e o governo decidir monetizar a dívida emitindo moeda para recomprar títulos, ele pode até controlar o juro da noite (overnight). Mas ele perde instantaneamente o controle da curva longa.
Nenhum fundo de pensão, nenhum banco e nenhum investidor internacional aceitará carregar papéis de 5 ou 10 anos pagando juros artificiais em um país cujo governo imprime dinheiro para cobrir rombo primário. O resultado é a desancoragem brutal: a Selic cai no palanque, mas o juro real futuro no DI dispara para 16% ou 18%, e a inflação implícita explode.
Para tentar conter essa fuga, ALR propõe duas medidas ainda mais perigosas: controle de toda a estrutura a termo dos juros (Yield Curve Control) e queima de reservas internacionais no mercado de câmbio.
Aqui está o abismo prático. Queimar reservas para segurar ataque especulativo contra desarranjo fiscal é como queimar os móveis da sala para aquecer a casa no inverno. As reservas diminuem de 350 bilhões de dólares para 200 bilhões em poucos meses, o mercado fareja o sangue da insolvência externa e a desvalorização cambial vira corrida desordenada.
A maior coragem de Sachsida no artigo é a honestidade moral que falta à esquerda: ele admite explicitamente que o ajuste fiscal conservador cobra um preço doloroso no curto prazo. Ele não promete paraíso na terra; afirma com todas as letras que conter gastos públicos pode gerar dois trimestres consecutivos de queda do PIB em 2027. Isso é maturidade de Estado. A esquerda vende a mentira confortável de que emitir moeda gera riqueza sem dor; o economista sério avisa que o remédio amargo evita a morte do paciente pela hiperinflação.
A contribuição essencial para aprofundar o texto de Sachsida é o fator da economia política: André Lara Resende oferece ao petismo o salvo-conduto acadêmico perfeito. Lula não precisa de um debate sobre a Teoria Quantitativa da Moeda; Lula precisa de um economista respeitado para assinar o cheque em branco da gastança sem limite. Na mão de um governo que precisa comprar apoio no Congresso e financiar o fisiologismo, o modelo elegante de laboratório vira a rota mais rápida para a destruição do padrão monetário.
Sachsida foi impecável.
Concedeu a elegância da teoria para sepultar a irresponsabilidade da prática.
Mooska, fica por aqui.
Voltamos amanhã, se assim Deus permitir.
Zumm...
Misture a cultura woke elitista dos democratas americanos, o discurso racial de setores da esquerda africana, a intolerância religiosa de movimentos políticos do mundo árabe, o revanchismo marxista, a corrupção do modelo russo e a censura do regime chinês.
Bata tudo no liquidificador ideológico, acrescente uma boa dose de hipocrisia e leve ao forno de Satanás.
Pronto! Está feita a esquerda brasileira: autoritária, intolerante e, claro, sempre convencida de que está do lado do amor.
Uma fofura! Dito isso, boa noite!!! 🥰🥰🥰🥰🥰
On behalf of the British people, I would like to apologise for the slave trade. I am sorry we were the first great power in history to turn its guns on it. I am sorry it cost us around 2,000 sailors to free 150,000 people they would never meet. I am sorry the rest of the world took so long to follow.
Slavery did not begin with Britain. It is as old as civilisation. Babylon wrote it into law. Rome built an empire on it. The Vikings sold Englishmen through the slave market at Dublin. In 1625 Barbary corsairs took 60 men, women and children out of a Cornish church; by 1640 Parliament was told 3,000 to 5,000 English people were held in Algiers alone.
Every great power of the age took part in the Atlantic trade. Portugal and Spain for a century before an English ship did. Then the Dutch, the French — and the British, who in the eighteenth century carried more than anyone. That is the record. It is not disputed here.
Then a nation turned on the trade that had made it rich.
Wilberforce's bill was beaten year after year. On 25 March 1807 it passed. Then Britain did the part the critics never mention — it sent the Royal Navy to enforce it. The West Africa Squadron sailed in 1808, two ships for 3,000 miles of coast, and hunted slavers for nearly sixty years. Britain paid Spain and Portugal to open their ships to search. HMS Black Joke ran down the slaver El Almirante in 1829 and found 466 people in her hold.
Around 2,000 British sailors died doing it — most of fever, to free people they would never meet. 1,600 slave ships seized. 150,000 Africans set free.
In 1833 Parliament borrowed £20 million to end slavery across the Empire. The debt was not finally redeemed until 2015. The United States needed a civil war. Cuba held slaves until 1886. Brazil until 1888 — eighty-one years after Westminster voted.
Yes, we took part in the trade. Every power of the age did. None of them fought it like we did.
So yes. I will apologise. I am sorry it cost us so much. I am sorry the rest of the world took so long to follow.
That is not something you apologise for. That is something you teach.
#history #britishhistory #royalnavy #westafricasquadron
Não vejo sinceridade nesse vídeo. Não percebo arrependimento genuíno, muito menos uma demonstração convincente de consciência sobre a gravidade do que foi feito. O que me parece é uma tentativa calculada de conter os danos à própria imagem diante da repercussão negativa de uma atitude absolutamente condenável.
A jovem brasileira-americana que gravou um poema debochando da morte de Charlie Kirk não cometeu simplesmente uma indelicadeza ou um excesso de linguagem. Ela ultrapassou uma fronteira moral que jamais deveria ser relativizada: transformar o assassinato de um ser humano em motivo de escárnio e satisfação política.
Mais grave do que o episódio isolado é perceber o quanto uma parcela da juventude parece estar absorvendo uma cultura de intolerância, na qual o adversário político deixa de ser alguém com ideias diferentes e passa a ser tratado como um inimigo cuja eliminação pode ser celebrada.
Isso não é consciência política. Não é coragem, liberdade de expressão ou defesa de direitos. É a desumanização do outro, apresentada sob o disfarce de superioridade moral.
E há uma contradição particularmente perturbadora nisso tudo: justamente aqueles que se apresentam como defensores do amor, da empatia, da diversidade e do respeito às diferenças são, em determinadas circunstâncias, capazes de demonstrar uma crueldade assustadora diante da tragédia de quem não compartilha suas convicções.
Que espécie de amor é esse que só reconhece a dignidade humana de quem concorda com suas ideias? Que tolerância é essa que desaparece diante de um adversário político assassinado?
Não posso afirmar o que levou essa jovem a gravar um segundo vídeo. Mas a impressão que transmite é a de alguém mais preocupada com as consequências de suas palavras do que com a violência moral do que expressou. Existe uma diferença enorme entre lamentar o que se fez e lamentar a repercussão do que se fez.
Eu tinha 15 anos quando o Lula foi eleito pela primeira vez.
Hoje eu tenho 39.
Ele continua lá.
Eu cresci ouvindo que o Brasil ia dar certo. Que a fome ia acabar, que a indústria ia voltar, que o filho do pobre ia virar doutor.
O que eu vi foi outra coisa.
Vi a mediocridade virar projeto econômico.
Vi a corrupção virar método de governo.
Vi a indústria virar saudade.
E vi o assistencialismo virar certidão de nascimento.
Bolsa Família era pra ser porta de entrada. Virou sala de espera eterna. 3 milhões de famílias em 2003. 21 milhões hoje. Geração inteira que nasceu, cresceu e já tem filho no mesmo cadastro.
E o pior: nos ensinaram que isso é sucesso.
Não é o Bolsonaro o problema. Já foi o Serra. Já foi o Alckmin. Já foi o Aécio. Daqui a pouco inventam outro monstro. Porque enquanto tiver um vilão pra odiar, ninguém precisa explicar por que depois de 24 anos, 5 mandatos e trilhões em impostos, o Brasil continua produzindo soja e importando máquina.
Eu não sou anti-pobre. Eu sou filho de pobre que estudou, trabalhou, pagou imposto e se recusa a achar normal ser medíocre.
Minha geração não perdeu porque não tentou. Perdeu porque foi governada por quem lucra com a nossa estagnação.
Eu tenho 39 anos. Não tenho mais 15 pra acreditar em salvador da pátria.
Eu quero um país que produza. Não um país que distribui miséria e chama de justiça social.
"Allegro non molto" movement from Vivaldi's "Winter" performed by Latvian guitarist Laura Lāce, absolutely shredding the piece on a Harley Benton Fusion-III guitar.
[🎸 laura6100youtube]
Um dos aspectos mais relevadores da conversa que tive num grupo de conhecidos progressistas e comunistas sobre as facções, crime organizado, Bukele, China etc., foi a de uma nítida paralisia devido ao sentimento de culpa ideologicamente inoculado.
Quando eu defendi a luta armada e o extermínio físico de narcotraficantes e faccionados como solução para diminuir a violência urbana e a retomada da soberania nos territórios confiscados, fui acusado de estar defendendo um "genocídio" - como se "cria" fosse etnia -, algo reprovável para eles. Ao mesmo tempo, quando mencionei a China, e não Bukele, como exemplo a ser seguido, um dos copes usados foi o de que a China pode fazer isso porque lá é "tudo chinês sob um governo chinês, e não envolve problema racial ou étnico" - sim, desconhecem a China. Mas essas respostas, tão prontamente regurgitadas, mas fizeram perceber algo.
Esses esquerdistas não conseguem defender qualquer solução prática, resolutiva e direta, que envolve inevitavelmente o uso da violência, porque têm um medo crônico de incorrerem em "crimes de pensamento" como arriscar defender o "racismo e o genocídio", por exemplo, porque a "lógica" é a seguinte: os faccionados e criminosos são pretos e pobres - uma generalização racista que eles se permitem -, e apenas entraram nesse mundo por causa do "racismo estrutural" e segregativo oriundo da escravidão, tudo promovido pelo Estado e a polícia brasileira. Logo, usar a força do Estado para eliminá-los seria, na verdade, replicar a lógica racista que os colocou naquela situação em primeiro lugar. Não há, nesses pressupostos, como sair desse círculo vicioso.
Viram por que a questão da China, por supostamente não ter nenhum "problema racial e étnico", ser tão crucial para eles? Lá, segundo eles, não há uma "culpa histórica" racista como a que supostamente pesa sob o Estado e a sociedade brasileira, de modo que é preferível deixar a situação como está do que tomar medidas enérgicas e violentas para garantir a segurança e a liberdade de dezenas de milhões de brasileiros - também, muitos, pretos e pobres - e a retomada soberana desses territórios.
O sentimento de “culpa histórica” os paralisa e os impossibilita de aceitar quaisquer medidas que sejam violentas contra um grupo social que eles consideram marginalizado historicamente pelo Estado brasileiro, mesmo que a intenção seja destruir grupos armados não porque são, em qualquer medida, compostos por negros, mas porque são criminosos violentos que escravizaram milhões de cidadãos brasileiros. A escolha dos progressistas é um lento desmanche corrosivo da sociedade e das instituições brasileiras pelo narcotráfico em vez de arriscar serem enquadrados nos crimes ideológicos de suas consciências culpadas.
A maioria das pessoas que usa a palavra “fascista” não sabe o que ela significa. Esse vídeo explica muito bem, e qualquer semelhança com os petistas não é mera coincidência.