⚠️🎥 Atenção, macacada! Um recado de Flavio Morgenstern para você!
Terça-feira, às 20h, o seu querido canal do Senso Incomum terá uma live especial de relançamento! 😱
Contenha os ânimos, segure a emoção, prepare a pipoca e marque na agenda! 🎥🍿🎬
Com os R$ 41 bilhões em valor de mercado que os bancos perderam só ontem por causa de Flávio Dino, daria para dar R$ 6 mil para cada maranhense. Ou construir uma cisterna nos valores estatais. Ou dá quase o dobro do que a Lava Jato recuperou dos ladrões.
Hoje, no programa Café com a Gazeta, Flavio Morgenstern entrevistou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República. E aproveitou para perguntar sobre a presença de Caiado na festa da esposa de Gilmar Mendes, Guiomar, além da participação em um recente convescote com Luís Roberto Barroso.
Confira a resposta. O Café com a Gazeta é transmitido de segunda à sexta, das 7h às 10h, no canal da @gazetadopovo.
Depois do vídeo do Felca, da Mynd8 e Felipe Neto até Plim Plim News e Lula vieram com o plano de... regulamentar as redes sociais para proibir discurso "antidemocrático". Mas você sabe o que são psyops?! Flavio Morgenstern explica:
https://t.co/v6fiwBzkrK
Este trecho aqui está delicioso:
"— Só afirma isso quem não viveu uma ditadura. Ditaduras são regimes políticos em que há absoluta falta de liberdade, em que há tortura, censura, pessoas que vão para o exílio, ou que são aposentadas compulsoriamente. Nada disso acontece no Brasil — afirmou."
De quantos nomes conseguimos lembrar apenas nestas 3 linhas?
Tem gente que usa a caixa de som pra ouvir música, e tem gente que usa a música pra ouvir a caixa de som. A pessoa viciada em estímulos sensíveis crê que quanto maior o estímulo sensível, mais prazer está sentindo.
Por isso quem gosta de música alta é quem traça estratégias pra comer mais no rodízio, tem uma sexualidade caricatural, e acha que se embebedar/drogar é certo sinal de felicidade
“No livro “Sem ‘data venia’: um olhar sobre o Brasil e o mundo”, o ministro Luís Roberto Barroso dedica um tópico inteiro da parte autobiográfica da obra para falar sobre sua intimidade com os Estados Unidos (1ª ed. Rio de Janeiro: História Real, 2020, p. 30-34).
Sem ruborizar, louva os méritos dos EUA advindos da economia liberal, ao mesmo tempo em que confessa, ainda em solo norte-americano, ter se dado ao trabalho de registrar-se na embaixada brasileira em Washington para votar em Brizola, no primeiro turno das eleições de 1989. E em Lula, no segundo — o mesmo Brizola que, segundo Barroso, deu ocasião para que deixasse a carreira na procuradoria do estado do Rio de Janeiro, quando “a grana no serviço público ficou bem apertada” já no segundo mandato do governador socialista.
Barroso foi aluno de intercâmbio no Meio-Oeste dos EUA ainda aos 15 anos. Estudou em Yale. Trabalhou no escritório Arnold & Porter. Foi Visiting Scholar na Faculdade de Direito de Harvard.
Os EUA pareciam ser uma segunda casa. “Ia em janeiro, em julho e nos feriados prolongados, para estudar e escrever”, conta. E mais adiante confessa: “A verdade é que me apaixonara por Cambridge — cidade da Universidade de Harvard, ao lado de Boston”; confidenciando: “Fiz do lugar meu refúgio acadêmico, onde me escondo para escrever e estudar”, mesmo já após envergar a toga de ministro do Supremo.
Com todo direito, se gaba: “Hoje, tenho uma posição na Harvard Kennedy School, de Senior Fellow. Dou palestras para os professores, para estudantes e para o board do Carr Center for Human Rights Policy, ao qual sou afiliado.” Já ministro do STF, conta: “Volto a Yale uma vez por ano, para um encontro de juízes de supremas cortes de diferentes partes do mundo” (Global Constitutionalism Seminar).
Embora Barroso não conte no livro, jornalistas já apuraram que o ministro guarda parcela considerável do seu patrimônio em empresas americanas; é proprietário de imóveis nos EUA; e, segundo a Revista Timeline, o filho de Barroso vive nos EUA, onde trabalha numa instituição financeira.
Mesmo o famigerado “Perdeu, mané”, lacônico, mas cheio de significado, foi pronunciado em solo americano, quando Barroso se encaminhava para uma conferência do Grupo LIDE, em Nova Iorque.
A vida de Barroso é meio lá, meio cá. Se o Brasil é seu lar, os EUA são seu templo. Um lugar para comungar das oblações à deusa da razão. Um lugar para professar a fé do Iluminismo. Os EUA encarnam, em grande medida, os valores liberais que Barroso confessa, e se tornaram seu local de culto.
Quando teve seu visto cancelado por ordem do Secretário de Estado dos EUA, Barroso tremeu. Ninguém noticiou, mas me permito imaginar que, ao descobrir o infortúnio, anos a fio do esbulho constitucional que cometeu de repente lhe passaram às vistas como um filme. De chofre, as pupilas dilataram e escamas de mentiras quebraram e caíram dos olhos.
Se já ao senso comum parece que os tumultos de 8 de janeiro de 2023 não foram mais do que vandalismo, sem liderança, sem armas, sem vítimas, em pleno recesso, em pleno domingo… a Barroso, que sabe ponderar, deve ter ocorrido a epifania de enxergar o exagero que foi chamar aquilo de "tentativa de golpe de Estado", condenando milhares de pessoas à prisão só para garantir a ruína de um inimigo político.
Ao receber a notícia do visto cancelado, febril, a parcialidade exsudava pelos poros como um suor amarelo e acre: a bile dos juízes facciosos. Já com a perda do visto, Barroso evitou falar sobre o assunto. Seus pronunciamentos transpareciam o abalo. As olheiras, a voz fraca e reticente, o cenho deprimido, a postura cabisbaixa. Barroso se transfigurou.
Mas, agora que declarações de órgãos de Estado dos EUA dão conta de que o ministro se acha na iminência de sofrer as penas do Global Magnitsky Act, e ser listado entre violadores contumazes de direitos humanos, seria como morrer. Morrer em vida, e tornar-se o primeiro zumbi na Suprema Corte: eis aí uma minoria sem representatividade.”
Entenda o ASTROTURFING, técnica de PSYOP que está por trás da campanha “contra a adultização nas redes” que uniu Felca, políticos de esquerda e a velha imprensa (e por que a campanha tem como objetivo apenas a CENSURA).
A THREAD 🧵
A tradição da Igreja Católica ensina que Maria foi assunta, em corpo e alma, ao Céu...
Aqui estão 5 provas de que a Assunção de Maria realmente aconteceu 👇
Venho denunciando a doutrina liberal há praticamente uma década. No ano passado, foram vários podcasts.
Mas tem uma galera "anti-liberal" dominando o debate criando dog-whistles e dominando o público com frases prontas que acha que não ser liberal é defender estatais inúteis entupidas de fundos de pensão (aquilo que representa quase um quarto do PIB). Ser "anti-liberal" para eles é achar que combate à corrupção é "imperialismo americano", e que a solução é um nacionalismo chumbrega a la Dilma Rousseff. Também são desenvolvimentistas, getulistas e anti-lavajatistas, tal como a Dilma.
Ser anti-liberal significa ser contra uma doutrina materialista, uma ordem social baseada em aumento de conforto em troca de destruição tradicional e espiritual, um regime de poderosos mandando nas massas pelos bolsos. O que essa galera supostamente anti-liberal quer é a mesma coisa, mas a partir de quem tem os contatinhos dentro do Estado.
É óbvio que não adianta apenas privatizar, especular e construir prédio modernista. Não adianta acreditar em mercado como salvador - mas, justamente, porque o mercado e o político, hoje, são basicamente uma única e mesma coisa (o que denunciei sei lá quantas vezes em podcasts só no ano passado, principalmente falando do Estado tecnocrático e da managerial revolution).
É engraçado ver os nachinalistas criticando o "Estado mínimo", se o tal "Estado necessário" defendido pela Igreja deveria ter mais ou menos 2% do tamanho do Estado brasileiro - se muito.
As massas da direita, que pensam apenas por palavras de ordem e frases prontas, parecem ter aprendido a criticar o Itaú - e passarem a idolatrar qualquer assaltante de banco e fundo de pensão no lugar.
Fiquem atentos à linguagem do regime STF-PT. Ela se tornará cada vez mais mentirosa, exaltada, repleta de slogans e frases feitas. É um fenômeno característico, bem descrito pelo grande George Steiner em Linguagem e Silêncio:
"À medida que a derrota começou a fechar o círculo em torno do Reich dos mil anos, as mentiras engrossaram até se tornarem uma constante avalanche. A linguagem foi virada do avesso para dizer 'luz' onde havia negrume e 'vitória' onde havia derrota."