I spent this morning at the Museu Judaico in São Paulo and I did not expect to be this moved.
The museum is inside what used to be Templo Beth-El, a synagogue built in the late 1920s by Jewish immigrants. The community outgrew it, the building sat empty for years, rain came through the roof, and then people here spent almost two decades restoring it so the city could have a Jewish museum. Over the door, in Hebrew, it says this should be a house of prayer for all peoples. They meant it. Most of the visitors around me were not Jewish.
I have been Jewish in a lot of countries. I grew up in Israel with parents from Iraq and Tunisia, I lived in New York, in Seattle and in London, and I spend a lot of my life in places where I have to explain who we are.
Standing in that building, reading about Jews who came to Brazil in the 1500s and the ones who came after 1945, I felt something I do not feel often: nobody was asking me to explain anything. The story was already told, in Portuguese, with care.
It is a strange feeling to land in a country where you know almost no one and find your own history waiting for you on the wall, especially now, when so much of that history is under attack.
Fighting the hate every day puts me on the defensive. I walk into rooms expecting someone to challenge me, or our right to exist. So nothing feels better than being reassured by real history on a wall, in a country whose language I don't speak.
That is what being Jewish is, I think. You are never only a visitor.
The Brazilian company is a fraction of the size of Airbus and Boeing. Breaking the duopoly’s grip would be a huge undertaking. But the firm has had a remarkable few years https://t.co/gpZpiyqCeR
A pedidos, meus 10 escritores policiais prediletos (sem ordem de preferência:
James Ellroy
Patricia Highsmith
Jim Thompson
Elmore Leonard
George V. Higgins
Joseph Wambaugh
Lawrence Block
John D. Macdonald
Ross McDonald
Carl Hiaasen
@maurobeting10 Para mandar para nossos brasileiros cardíacos de quadriênio. Toda vez que passa a vinheta do Ronaldo no gol contra Gana na Copa eu me lembro do suadouro que foi aquele jogo. E o primeiro tempo contra a Alemanha na final de 2002
Meu amigo cineasta Paulo Pastorello, pesquisando para outro projeto, achou essa pérola argentina com narração sobre Copa de 50 e Maracanazo. Ouro puro…
https://t.co/ruHTcTTbMV
Assim como Ridley Scott, Christopher Nolan é um sujeito obcecado mais pelo "maquinário" da história do que pela "alma" dela. Não à toa, é nítida a influência do primeiro na versão de ODISSÉIA do segundo, de acordo com os trailers. O problema é se Homero permite essa abordagem.
Hj com esse negócio de celular tem só 2 números que sei de cor: o meu cel e o telefone fixo da casa que morava com meus pais. Ligava a cobrar de orelhão 2 da manhã…oi mã, tudo bem aqui!
30 Rock, série de Tina Fey que é uma das melhores séries de comédia de todos os tempos, ficou anos fora do streaming e agora está com suas 7 hilárias temporadas. Quem nunca assistiu, já põe na lista. Fui dar play em 1 ontem só pra lembrar e assisti 8 direto! É bom demais!
⚽️BRASIL X FRANÇA - COPA 1986:⚽️
Acabei de assitir o jogo completo no Youtube da FifaTV, vocês vão ficar putos comigo, porém irei falar A VERDADE.
Sim, Zico perdeu o pênalti. Mas o Brasil jogou tanto, mas tanto, que eu saí mais puto pelo tamanho do azar da bola não ter entrado do que puto com o Zico. Já explico o porque pra vocês.
O Brasil jogou MUITA BOLA. Muito mais do que naquele jogo patético contra a Itália em 1982. Brasil superior a França, amassamos, metemos bola na trave, pênalti. Um baile. Merecíamos ter vencido.
O gol do Brasil foi uma PINTURA.
Mas aí tomamos um gol AMADOR no final do 1° tempo. Jogamos melhor o primeiro tempo inteiro. Abrimos o placar logo aos 15’, dominamos o jogo e no final do primeiro tempo, 40’ num contra-ataque, um erro nosso defensivo, tomamos o empate.
Além disso, teve um pênalti CLARO do zagueiro francês metendo mãozão na bola e o juiz fingiu de bobo e ignorou.
Voltamos pro 2°tempo na mesma pegada, criamos mais, Zico entra no lugar do Muller ao 71’ e aos 73’ ele mete um lançamento absurdo pro Branco (acho q foi de trivela), que entra na área com a bola, é derrubado pelo goleiro e vem o pênalti. O jogo estava 1x1. Se a gente fizesse, praticamente matava o jogo.
Acho que o Zico não deveria ter batido o penal (falando agora é fácil). Mas apesar de ser um dos cobradores oficiais, ele entra no jogo aos 71’ e o pênalti acontece logo na sequência, aos 73’. Ele ainda estava “frio”, mal tinha tocado na bola, poderia ter deixado pro Sócrates ou Careca baterem.
Minha opinião pq eu acho que ele quis bater: O Brasil tava amassando a França, um baile. Ele viu pelo banco o show. Se o Zico faz aquele gol e a gente ganha de 2x1, o mundo inteiro iria falar do Brasil e o Zico viraria o Salvador da Pátria, entrou e decidiu o jogo. O cara iria virar Rei. Pq naquele momento do jogo, pro Brasil ganhar nota 10 só faltava o gol. Pq o resto já tinhamos gabaritado tudo. Seríamos certamente campeões e o Zico viraria ídolo absoluto no Brasil. Não tenho dúvida nenhuma disso. Em nenhum momento daquele jogo eu pensei “não dá, a França joga muito, vamos perder”. Em NENHUM momento.
Outro motivo que eu acho que ele não deveria ter batido: 1 ano antes, em 1985, ele sofre uma lesão grave no joelho, conseguiu se recuperar a tempo, mas nos 3 jogos da Fase de Grupos da Copa, em nenhum ele jogou como titular, sempre vindo do banco. Tenho dúvidas se ele realmente estava 100%.
Zico bate meio mal, meia altura fraco, goleiro espalma. Mas França não conseguiu reagir. Continuamos martelando até o fim do jogo, Zico mete uma cabeçada quase dentro da pequena área que o goleiro pega, pressão, pressão, mas a bola não entrou. O jogo termina 1x1, vamos pros pênaltis, Zico bateu de novo (foi sujeito homem) e fez o gol, mas Sócrates e Júlio Cesar perderam e somos eliminados por 4x3 pra França.
Quando Muller saiu e Zico entrou, meu amigo…virou barata voa, a França entrou em modo full desespero. Zico, Sócrates e Careca bagunçaram. Nos últimos 20min, só deu Brasil. Foi nítida a melhora do Brasil. Se o Zico estivesse 100%, aquele jogo teria sido uns 4x0 Brasil.
Martelamos a França, várias oportunidades, pênalti, bola na trave, mão do zagueiro, goleiro defendendo cabeçada com defesa em cima. Mas não era pra ser. É aquele ditado: “Tem dia que é noite”.
Saí desse jogo com a sensação de que parecia meu time, que joga bem o jogo inteiro mas a bola não entra de jeito nenhum, aí tem o pênalti e o craque do seu time ainda perde o pênalti e o jogo termina empatado. Vc sai com a sensação de que tá puto com todo mundo, não somente com o craque que perdeu o pênalti, sabe?