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🚨AGORA - Caio Coppolla faz três previsões para 2027, afirmando que Flávio será eleito, que s direita vai dominar o STF e que reformas econômicas serão feitas no Brasil
“A eleição será vencida pela oposição! Vai derrotar o candidato do PT seja ele quem for”
A profissão de analista de BI júnior acabou ontem.
A Anthropic lançou o Cowork com Live Artifacts: dashboards com refresh automático de dados em tempo real.
Incluído no Claude Pro. $20/mês.
O Brasil é o segundo maior mercado de Power BI no planeta. São mais de 10.400 empresas. 12,9% da base global. Só perde para os EUA.
Cada uma dessas empresas tem pelo menos um analista de BI. Em muitas, é um time inteiro. Pessoas que passaram meses aprendendo DAX, modelagem dimensional, gateway configuration, scheduled refresh.
Todo esse conhecimento acumulado agora compete com um gerente de vendas que digita um prompt de duas linhas e recebe um dashboard funcional em 30 segundos.
E nem precisa gerenciar muito. Mudou os dados, tudo atualiza junto. Automático.
Os números que ninguém quer olhar de frente:
→ Power BI Pro: $14/usuário/mês (subiu 40% em abril de 2025, a Microsoft já sabe que o produto está no pico)
→ Power BI Premium: $24/usuário/mês
→ Tableau Creator: $75/usuário/mês
→ Pacote Microsoft 365 E5 (o "Power BI grátis"): $57/usuário/mês
→ Claude Pro com Cowork: $20/mês. Um. Único. Pagamento.
Uma empresa com 200 funcionários paga $11.400/mês de licenciamento Microsoft para ter Power BI "de graça". Mais R$8-15K/mês do analista que constrói os dashboards. Mais o tempo do time de dados processando tickets.
Cowork elimina as três camadas de uma vez.
O modelo inteiro de BI foi construído sobre duas escassezes que nunca foram reais:
→ Escassez de quem sabe construir (Creator vs. Viewer, a divisão que sustenta o pricing)
→ Escassez de acesso à ferramenta (seat count, a métrica que sustenta o revenue)
Quando qualquer funcionário pode construir seu próprio dashboard com um prompt, as duas escassezes evaporam. E com elas, a justificativa para o cargo de quem só sabia operar a ferramenta.
A pergunta que todo CFO brasileiro vai fazer nos próximos 12 meses:
“Por que eu tenho 4 analistas de BI se o time comercial já está fazendo os próprios dashboards no Claude?"
Quem estudou BI como skill técnica isolada está em apuros.
🚨 PROFESSOR JIANG: "Já visitei muitos países no mundo e diria que os Estados Unidos são o país menos racista do mundo, porque, independentemente do passado racista americano, os americanos têm um profundo respeito pelo trabalho árduo e pelo talento.
Os Estados Unidos são o único país do mundo onde você pode chegar sem ninguém, abrir um restaurante e se tornar milionário. Eu sei porque tenho parentes que fizeram isso. Você não conseguiria fazer isso na China. Você não conseguiria fazer isso na Europa. Você não conseguiria fazer isso em nenhum outro lugar.
Entendo que existe um passado racista nos Estados Unidos, o da escravidão, o dos povos indígenas, mas não podemos esquecer que os Estados Unidos ainda são provavelmente a sociedade mais aberta e generosa do mundo."
Lula está dizendo que o PIX foi criação sua. Se você é uma pessoa honesta, tem que repassar esse vídeo para o máximo de pessoas possíveis, mostrando a verdade.
Agora o @nikolas_dm foi longe demais: ele conseguiu mostrar para o Brasil inteiro que o LuLadrão não presta e é o maior mentiroso do mundo sem dizer uma palavra!
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🚨EMÍLIO SURITA:
"A CLASSE MÉDIA vai acabar. A inflação come metade do seu dinheiro e a outra metade vai pra imposto. Enquanto você tava dançando no Carnaval, meteram imposto em 1000 produtos! Eu posso não entender de economia, mas eu não sou burro!"
🚨RICHARD RASMUSSEN está fazendo uma devassa na realidade da AMAZÔNIA!
"Isso a COP 30 não mostra! Se a Amazônia é tão rica, por que tem tanta gente pobre?"
A AMAZÔNIA está loteada por MILHARES DE ONGs que sugam o nosso dinheiro e não fazem absolutamente nada pelo povo!
Programador brasileiro cria IA que rastreia redes corrupção ao cruzar CPF de políticos com dados públicos.
Enquanto bilhões em orçamento público são gastos em auditorias lentas e processos que raramente chegam ao fim, um jovem desenvolvedor brasileiro, Bruno César, passou noites conectando bases abertas do próprio governo em um único mapa de relações.
Receita Federal, Portal da Transparência, RAIS, TSE e Compras do gov foram cruzados por inteligência artificial em um servidor doméstico de 128 GB de RAM. O objetivo era simples e direto: descobrir o que ninguém havia conectado antes.
Os primeiros resultados assustaram. Em um único político analisado, a ferramenta encontrou cerca de R$ 89 milhões em possíveis irregularidades, incluindo R$ 47 milhões em emendas direcionadas a uma prefeitura aliada, onde a maioria dos contratos aparecia ligada a empresas da própria família.
Surgiram também 34 servidores com duplo vínculo entre setor público e empresas privadas e registros de escola fantasma recebendo verba — tudo baseado apenas em dados oficiais, públicos, disponíveis há anos, mas nunca cruzados de forma sistemática.
O projeto ainda passa por revisão jurídica e pode virar plataforma aberta para jornalistas e órgãos de controle. Mas a história já levanta uma pergunta incômoda: se um programador sozinho conseguiu mapear relações suspeitas em dias, por que estruturas inteiras do Estado não fizeram o mesmo antes?
A resposta, quando vier, pode dizer muito sobre como a tecnologia está mudando o equilíbrio entre poder público, transparência e fiscalização no Brasil.
O Governo Federal anunciou um aumento nas tarifas de importação em +1.200 Produtos. Isso vai afetar Celulares, Placas de vídeo, Processadores, memória RAM e outros componentes de Hardwares importados, que devem ficar mais caros no Brasil. As alíquotas, que antes eram de 0% a 2%, passam agora para algo entre 7,2% a 20%, variando de acordo com o produto
O Governo argumenta que esse aumento faz parte de uma estratégia para fortalecer a produção interna e reorganizar a política de proteção da indústria nacional (QUE INDÚSTRIA??). O Ministério da Fazenda estima que arrecadará R$ 14 bilhões a mais neste ano com o aumento do imposto de importação.
🚨URGENTE - Doutora Tatiana Sampaio diz que o Brasil perdeu a patente internacional da Polilaminina porque o governo cortou recursos da UFRJ
“Recursos da URFJ foram cortados em 2015 e 2016, e aí não tinha dinheiro para pagar a patente internacional”