Caralho a “manifestação” contra o Tarcísio.
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Fazer parte da comunidade internacional tem vários benefícios, mas também significa sofrer pressões quando você viola tratados internacionais que foram assinados de forma SOBERANA pelo Brasil. Assinou, tem que cumprir. Se não cumprir, é punido.
Eu só posso falar de solução para o Brasil a partir do meu ponto de vista e da minha situação.
1 - Joelho no chão, terço e oração. Salve-se primeiro;
2 - Ajude quem está próximo, inclusive família;
3 - Seja justo com todos e trate bem os estranhos;
4 - No trabalho, procure ser impecável;
5 - Acompanhe as notícias, fale, reclame, vote, participe;
6 - Estude, leia muitos livros de muitos tipos;
7 - Procure bons filmes, séries e documentários;
8 - Escute boa música e tente decorar as clássicas;
9 - Se um problema te incomodar, procure saber como foi resolvido em outro lugar;
10 - Cuide da sua saúde e do seu físico;
Não existe um super-homem que salvará o Brasil sozinho, nem ninguém fará por você qualquer item da lista acima.
No dia em que alguém em posição de poder tiver a oportunidade de fazer a coisa certa, ele precisará estar cercado de pessoas que realizaram a lista acima.
TV Justiça escondeu Mendonça e manipulou cortes de falas de ministros
Toda vez que tinha um embate, vocês focavam em quem estava agredindo o André Mendonça e, na hora dele responder, vocês omitiam a imagem dele", afirmou Dantas.
Belíssima observação.
Um orgão com orçamento tão grande, num evento tão importante jamais poderia ter uma transmissão tão precária.
Sem mínimos cortes de câmeras, audios defasados, sem cabimento.
Vale levantar quanto custa esse modelo de transmissão atualmente utilizado...
1. Vamos nepalizar.
2. Magnitsky : Dudu é radical e extremista, melhor o Flávio se afastar.
Incoerência? Não.
Estratégia.
Os liberais querem o maior número de pessoas presas para servirem de refém .
Vale tudo para continuar no comando das autarquias, inclusive levar velhinhas para a prisão.
Esse verme odeia o povo e so quer boletar, mesmo que em cima do sofrimento de gente comum.
Em tempo: para liberar o dinheiro dele, ele não nepalizou com o Xandão.
Por que?
A quem Cármen Lúcia pediu desculpas?
Ontem, no STF, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro. Foi um momento solene, quase comovente. Mas fiquei com uma dúvida inconveniente: desculpas exatamente pelo quê? Seriam para Débora do Batom, que recebeu 14 anos de prisão em julgamento no qual a própria ministra votou pela condenação? Ou para os brasileiros que consideram desproporcionais muitas das prisões e penas decorrentes do 8 de janeiro? Talvez, depois de tantos anos, tenha surgido no Supremo uma descoberta extraordinária: a de que a Constituição também deve proteger aqueles de quem não gostamos.
Ou seriam desculpas aos “200 milhões de tiranos”? Talvez a ministra tenha percebido que o brasileiro comum, esse personagem incômodo que trabalha, paga impostos e ocasionalmente insiste em ter opinião própria, não seja afinal um tirano tão perigoso. Ou, quem sabe, as desculpas fossem destinadas a uma plateia mais refinada: juristas, jornalistas e intelectuais que toleraram medidas excepcionais porque acreditavam que elas seriam usadas apenas contra Jair Bolsonaro. A estes, o pedido poderia ser mais específico: “Perdão. Prometemos que a excepcionalidade terminaria quando o inimigo fosse derrotado. Esquecemos apenas de mencionar que poderes extraordinários raramente percebem quando chegou a hora de ir embora.”
Desde 2019, Cármen Lúcia esteve lá. Assistiu ao nascimento do inquérito das fake news, aberto de ofício e alvo desde então de intensa controvérsia jurídica. Viu suas fronteiras se expandirem. Participou dos julgamentos do 8 de janeiro. Durante todo esse tempo, críticos denunciaram violações ao devido processo legal, desproporcionalidade de penas e concentração excessiva de poderes. O Supremo rejeitou essas críticas. Agora, quando as divergências e acusações alcançam o interior da própria Corte, surge o constrangimento. É uma peculiaridade humana bastante antiga: o abuso costuma parecer muito mais nítido quando deixa de visitar a casa do adversário e toca a campainha da nossa.
Talvez, porém, estejamos procurando profundidade demais onde havia apenas cerimônia. Talvez Cármen Lúcia tenha pedido desculpas simplesmente porque, diante do espetáculo de ontem, alguém precisava parecer constrangido. Uma espécie de “foi mal, pessoal” institucional: suficientemente grave para os jornais da noite, suficientemente vago para não reconhecer erro algum. Afinal, pedir desculpas sem dizer pelo quê é uma invenção admirável: preserva-se a aparência do arrependimento sem o inconveniente de assumir responsabilidade.
Não sei a quem Cármen Lúcia pediu desculpas. Mas seria útil que explicasse. Se acredita que o Supremo cometeu excessos, diga quais. Se entende que direitos fundamentais foram violados, diga quando. Se considera que penas foram desproporcionais, ajude a corrigi-las. E, se acredita que nada disso aconteceu, então explique por que pediu desculpas. Porque o Brasil não precisa de uma fotografia de uma ministra constrangida para o Jornal Nacional. Precisa saber do que, exatamente, ela se arrepende.
Já que a economia vai mal, vamos inserir mais coisas no cálculo e ver se melhora.
'IBGE vai inserir tráfico de drogas e bets no cálculo do PIB, aponta economista
Yuri Scardini 15/09/2026 - 08:48
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai publicar, entre o fim de 2026 e o início de 2027, uma nova metodologia de cálculo do PIB brasileiro. Segundo análise do economista Bráulio Borges, da FGV e da LCA Consultores, publicada em sua coluna na Folha de S.Paulo, a mudança deve fazer o indicador saltar entre 4% e 5% sem que nada mude na economia real do país.
Hoje o PIB brasileiro gira em torno de R$ 13,7 trilhões. Com a nova série, esse número deve passar dos R$ 14 trilhões.
O motivo é uma revisão que atualiza o chamado ano-base das Contas Nacionais, hoje ainda calculado com referência a 2010. Em nota, o IBGE confirma que o novo ano-base será 2021 e que os técnicos vão seguir as recomendações do manual de contas nacionais da Organização das Nações Unidas (ONU).
Será a terceira grande revisão metodológica em duas décadas. As duas anteriores também fizeram o PIB dar um salto no papel, sem qualquer mudança real na produção, no consumo ou no emprego do país.'
Kash Patel anuncia: 11.100 CRIANÇAS ENCONTRADAS.
Apenas nos últimos 18 meses, FBI ajudou a localizar 11.100 crianças desaparecidas — AUMENTO de 21%.
Senadora Blackburn observou que sob a administração Biden mais de 300.000 crianças não puderam ser encontradas.