Quando eu li Grande Sertão: Veredas, eu cometi o que muitos consideram um crime (uma atitude da qual eu mesmo me arrependo) e grifei o livro. Arrependimentos à parte, essas foram as frases/trechos que me chamaram a atenção nessa primeira leitura: 🧵
Le film de Nolan prouve justement qu'aujourd'hui plus personne ne sait faire de recherche ou ne s'intéresse à l'histoire.
Je vais tenter d'être bref pour les incultes qui préfèrent voter un parti fondé sur des ss et qui les volent:
@AryQuintella A menos que ele mesmo queira que o último lance importante dele com a camisa da seleção tenha sido um gol em copa do mundo, acho que sim…
@AryQuintella A diferença de cuidado ao longo da carreira e de lesões que eles tiveram nesses anos é abissal. Neymar só volta a vestir a camisa da seleção no jogo de despedida que a CBF for programar. Não tem mais a mínima condição, nem essa copa ele deveria ter jogado.
As others have noticed, this group finished with the aesthetically pleasing 9-6-3-0.
We did not get the equally nice 4-4-4-4 or the extremely rare 3-3-3-3.
O número e nome nas costas da camisa podem ser tratados como um detalhe para alguns. Para a Coreia do Sul, eles vêm, há pelo menos duas Copas, servindo de ferramenta para confundir o scout de seleções adversárias a partir da percepção de que o olhar ocidental para asiáticos pode ser atravessado por um racismo que apaga individualidades.
Às vésperas da Copa, lá em 2018, a Coreia do Sul trocou a numeração usual de seus jogadores durante amistosos de preparação. Em 2026, repetiu a ação. O PELEJA te explica melhor como o time asitático quer usar isso como vantagem futebolística.
Esse tipo de racismo não se resume a insultos diretos. Ele muitas vezes aparece como “simplificação” de nomes vistos como “difíceis demais”, traços físicos reduzidos a um conjunto de estereótipos, como se “todos fossem iguais”, e comentários que tratam pessoas de países e culturas diferentes como se fossem uma massa única.
Há um efeito prático nessa redução. Quando alguém enxerga um grupo como homogêneo, tende a registrar menos nuance e menos detalhe. O preconceito, além de ser uma violência, é um tipo de “erro de leitura”. Uma forma de olhar que economiza esforço, substitui atenção por atalho mental e troca curiosidade por generalização.
Antes da Copa de 2018, em meio a relatos de observação de treinos, preocupação com a vigilância e possível espionagem dos adversários, o então técnico da seleção da Coreia do Sul, Shin Tae-yong, autorizou que vários jogadores atuassem em amistosos com números trocados.
A justificativa do treinador foi bem explícita: ele disse acreditar que os ocidentais teriam dificuldade em distinguir jogadores asiáticos. A Coreia não afirmou que seus atletas eram iguais. O que ela fazia era partir do pressuposto de que alguns observadores poderiam enxergá-los como se fossem.
Anos depois, agora em 2026, nos amistosos contra Trinidad & Tobago e contra El Salvador, a Coreia do Sul voltou a mexer na numeração. O craque Son, que joga com a 7, foi de 13; o zagueiro do Bayern, Kim Min-jae, que geralmente usa o número 4, jogou com a 16.
Essa estratégia carrega uma contradição inevitável. Ela depende de o estereótipo existir do lado de fora, e isso é justamente o que torna a história desconfortável. Não se trata de validar o racismo, mas de expor o mecanismo: quando alguém insiste em não enxergar indivíduos, pode ser conduzido a conclusões erradas por confiar demais na própria generalização.
Em 2018, o próprio técnico reconheceu que a ideia não alcançou o objetivo como ele esperava em determinado momento. Em 2026, não houve nenhuma declaração direta de um membro da comissão técnica sobre o assunto, mas ao olhar para experiência do passado, é de se imaginar que reavaliaram a estratégia e tentaram repeti-la para quem sabe agora ir mais longe no torneio.
Curiosamente, nas últimas 3 Copas, a única que não teve o embaralhamento do número das camisas, foi quando a Coreia do Sul não tinha um técnico coreano, em 2022, quem estava no comando era o português Paulo Bento.
#CoreiaDoSul #Racismo #CopaDoMundo2026
Things you used today that were probably made in Brazil:
The coffee you drank this morning. Brazil has been the world's #1 producer for over 150 years. It grows more than the next two countries combined.
The orange juice at breakfast. Brazil supplies about 75% of the world's oranges used for orange juice. Florida's production has declined 92% in two decades.
The chicken in your lunch. Brazil is the world's largest chicken exporter. Approximately one out of every three pieces of chicken traded internationally comes from a Brazilian processing plant.
The steak at dinner. Brazil is the world's largest beef exporter. $18 billion in revenue in 2025. Up 40% in a single year.
The sugar in your drink. Brazil is the world's largest sugar exporter. It also converts that sugar into ethanol and blends it into fuel.
The paper towel you threw away. Suzano, headquartered in São Paulo, is the world's largest pulp producer. Brazilian eucalyptus grows to harvest in 7 years. Scandinavian pine takes 25.
The leather in your shoes. Brazil has approximately 232 million head of cattle. More cattle than people in every country in Europe.
The iron in the steel frame of the building you're sitting in. Brazil is one of the largest iron ore exporters on earth. It shipped over 400 million tonnes in 2025.
The niobium in the alloy that makes your car lighter and stronger. Brazil controls 94% of global niobium reserves. Primarily from Minas Gerais.
The soy meal that fed the animal you ate. Brazil exported 108.2 million tonnes of soybeans in 2025. More than any country in history has ever exported in a single year.
The airplane you flew on last week. Embraer E-Jets make up about half of all regional jets flying for American, Delta, United, and Alaska. Built in São José dos Campos, Brazil.
The phone in your pocket might have been assembled in Manaus, where Samsung, LG, and Panasonic operate factories inside the Amazon rainforest.
Brazil is in your morning coffee. Your lunch. Your dinner. Your clothes. Your buildings. Your car. Your airplane. Your phone.
It touches your life a dozen times a day.
You just never see the label.
The most influential country in your daily life is the one you think about the least.
@LATAM_BRA A resposta: Eu tinha que ter dom premonitório pra resolver um problema que foi criado na fila de embarque (eu cheguei com antecedência). E eu tinha que ter cuidado da minha mala de mão que eles me obrigaram a despachar (exatamente o que eu queria ter feito).
@mincatnoir@2choigirl@LATAM_BRA Que bom, porque a resposta deles aqui na mensagem foi basicamente um “foi culpa sua” de não ter se antecipado pra resolver um problema que a empresa criou na hora do embarque. E que era responsabilidade minha cuidar da minha bagagem de mão que eles me obrigaram a despachar.
@trst_again@LATAM_BRA Foi uma absoluta má vontade da equipe também, porque sempre tem inúmeras mochilas, que deveriam ser levadas embaixo do assento à frente, ocupando os espaços do bagageiro.