Jornalista e especialista em relações governamentais. Mestre em Ciências da Religião. Doutorando em Relações Internacionais. Pesquisador no Labô/PUC-SP.
“Eu espero que um dia a sensibilidade republicana deste País evolua de tal forma que a gente olhe para trás e se pergunte como foi possível acharmos moralmente decente e republicanamente aceitável institucionalizar verdadeiros tribunais raciais…” https://t.co/Dw6ALk1Vbw
+1 for "context engineering" over "prompt engineering".
People associate prompts with short task descriptions you'd give an LLM in your day-to-day use. When in every industrial-strength LLM app, context engineering is the delicate art and science of filling the context window with just the right information for the next step. Science because doing this right involves task descriptions and explanations, few shot examples, RAG, related (possibly multimodal) data, tools, state and history, compacting... Too little or of the wrong form and the LLM doesn't have the right context for optimal performance. Too much or too irrelevant and the LLM costs might go up and performance might come down. Doing this well is highly non-trivial. And art because of the guiding intuition around LLM psychology of people spirits.
On top of context engineering itself, an LLM app has to:
- break up problems just right into control flows
- pack the context windows just right
- dispatch calls to LLMs of the right kind and capability
- handle generation-verification UIUX flows
- a lot more - guardrails, security, evals, parallelism, prefetching, ...
So context engineering is just one small piece of an emerging thick layer of non-trivial software that coordinates individual LLM calls (and a lot more) into full LLM apps. The term "ChatGPT wrapper" is tired and really, really wrong.
Ministros do Supremo classificam como “traição rasteira” o voto do líder do governo no Senado, Jaques Wagner, contra eles, depois de toda a resistência ao golpe bolsonarista O recado é: “ou o Jaques Wagner sai, ou não tem mais papo do STF com o Planalto e o governo”.
A partir da pesquisa de Larry Bartels, em ‘Democracy Erodes from the Top’, falei sobre a crise de representação presente nas democracias contemporâneas.
Um debate e tanto!
Hoje fiz uma exposição sobre frustrações democráticas para os colegas do grupo Comportamento Político do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP.
"A religião oferece uma bússola, mas não um mapa. Podem-se identificar princípios amplos – e por vezes até estes são contraditórios – mas políticas específicas devem emergir da sabedoria e dos processos humanos."
https://t.co/1Vbq15PQM0
Diplomacia pública é um campo de atuação que tenho dedicado bastante tempo de estudo, especialmente com os colegas da International Communication Association. Eis aqui um exemplo bastante concreto de sua importância: https://t.co/kqRSH7RrYD
The country’s rapidly graying population brings a rightward shift in politics, but the massive leftward lean of younger voters is a crucial counterbalance https://t.co/gJBKtem5Nf via @WSJ
👍
O jogo da Suprema Corte
William Waack, O Estado de S. Paulo (04/10/2023)
Está em definição o papel político amplo do Supremo
Discreta e calada, a ex-presidente do STF Rosa Weber também não resistiu à ambição de colocar seu nome na História. Vem, em boa parte, desse impulso individual a decisão de pautar o voto do aborto no Supremo, levando a severas consequências políticas.
As deliberações do STF sobre aborto, marco temporal e drogas (entre outras) expuseram um conflito profundo entre os Poderes, especialmente entre Judiciário e Legislativo. Há dois níveis entrelaçados nessa disputa.
O nível “imediato” é o da reiterada acusação, por parte do Congresso, de que o STF extrapola suas funções e está “legislando” em matérias de competência dos parlamentares. As ameaças de restringir mandatos dos ministros do
STF e alterar suas decisões no Congresso são o “troco” dado no dia a dia político.
O nível “profundo” é muito abrangente e se agravou recentemente. Envolve o próprio papel do STF na busca de realizar “visões” do “bom” ou do “melhor” para a sociedade – pautas ditas “progressistas”, por exemplo, empacadas no Legislativo ou no Executivo.
O problema vai além do ativismo judicial, pois se trata do papel político em sentido amplo do STF e seus integrantes (além do óbvio jogo político em sentido estrito no qual estão envolvidos até o pescoço). O Supremo veio deixando de ser apenas a instância que interpreta o que é ou não constitucional e passou a estipular qual a regulação adequada para diversos temas.
Ocorre que o STF não “pensa” hoje como se fosse uma cabeça. Nesse sentido, sofreu bastante com recentes presidências. A atual pretende recuperar o que o ministro Luís Roberto Barroso chama de “consensos nacionais”. No fundo, implica assumir que, na falta de elites no sistema políticopartidário capazes de conduzir qualquer agenda abrangente, caberia ao STF essa missão.
O que torna a situação atual muito delicada é o fato de que esses dois níveis mencionados (o da “politicagem” e o do confronto entre visões políticas na sociedade) se confundem na atuação de um Executivo que enxerga no STF um “aliado” decisivo em questões que vão da economia à pauta de costumes. Em outras palavras, o que forças políticas chamadas de esquerda não conseguem no Congresso vão buscar no Supremo, pois ali se sentem “acolhidas”.
Há uma noção entre integrantes do STF de que no contexto da disputa entre os Poderes e das profundas divisões sociais o recomendável no momento seria prudência e “baixar a bola”. E que a Corte não pode ser percebida pelo público, embora o seja, como espécie de braço auxiliar de uma corrente política. O problema é como combinar esse jogo.