🇪🇸 Motivos táticos e técnicos existem, mas a Espanha parece sentir mais outro fator para, por enquanto, decepcionar na Copa do Mundo
@guicalvano e eu explicamos na @trivela
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Japão é uma das seleções mais legais da Copa até aqui.
Pressiona alto, recupera rápido, troca posições o tempo todo e não fica preso a um único jeito de jogar. Consegue atacar por dentro, pelos lados, em transição ou com posse.
Chega forte ao mata-mata. @trivela
🇨🇮✍️ A emocionante carta aberta de Yan Diomande à sua irmãzinha, publicada pel The Players’ Tribune:
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
Ver Messi em campo é testemunhar a própria história do futebol sendo escrita. Cada lampejo de genialidade no gramado é um lembrete da nossa sorte por sermos contemporâneos de um gigante. Sabendo que o fim dessa era está logo ali, cada minuto vira um evento imperdível. Privilégio.
Grupo H ganhou contornos interessantes para sequência da Copa
Espanha e Uruguai, favoritos da chave, não foram bem em suas estreias. Em contrapartida, Cabo Verde e Arábia Saudita mostraram valências e vão brigar até a última rodada por classificação
Um pontinho pra todo mundo
Copa está aí e estamos perto de completar o projeto de perfis na @trivela
Nos últimos 46 dias, postamos histórias sobre um jogador de cada seleção (EUA e México por vir)
Hoje o @guicalvano conta a história de Liam Millar, do Canadá, um filho do cinema
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Romário x Neymar: Como os números desmistificam a comparação entre os ciclos de 1998 e 2026
Baixinho foi cortado da Seleção às vésperas Copa do Mundo por lesão, enquanto camisa 10 foi chamado mesmo com problema físico...
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🔥🏟️ A Trivela te conta como o torcedor viveu a goleada
Entre aplausos, gritos por Neymar e vaias pontuais, Maracanã abraça Seleção antes da Copa
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Isso aqui é genial! Lembro como se fosse ontem desse vídeo de 10 anos atrás
Guardiola faz história por onde passa, mas seu legado no City é especial. Colocou o clube em outro patamar e virou uma lenda para a cidade e para os fãs. Maior de todos!
A herança da Floresta: Como sucessão planejada levou o Freiburg à final da Liga Europa contra o Aston Villa 🇩🇪🏴
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Chelsea Football Club is delighted to announce the appointment of Xabi Alonso as Manager of the Men’s Team.
The Spaniard will begin his role on July 1, 2026, having agreed a four-year contract at Stamford Bridge.
Welcome to Chelsea, Xabi!
@monicaalvesfs Pior campanha do clube na Copa do Brasil desde 2016. Contra um adversário raçudo e valente, sim, mas infinitamente inferior tecnicamente. Deserto de ideias, arame liso. Time milionário chuveirando bola na área. Bagunça coletiva. Atuação patética! Muito vexame.