@MViniciusSouza1@Magica@dicas_de_ingles O problema não é só responsabilidade do banco. Tem vazamento do CNPJ/ cobrança de boleto em massa etc... Mas quando o banco cria uma funcionalidade ligada por padrão e faz notificações pros clientes, ele ta praticamente viabilizando o golpe. Ou desliga a notificação ou trata ela.
Totalmente enamorado de esta propuesta de bandera planetaria. Un circulo azul para representar nuestro planeta, y el resto transparente para que el fondo sea parte de la bandera
@rileybrown My experience is very similar to what you described. When everything starts running smoothly, just the slightest thing out of alignment is enough to make everything stop working. Then I have to stop for at least an hour to fix it, it's really annoying.
Bizarro, as interações médias nas threads do X parecem papos de adolescente. Uma frase polêmica, ai resposta com giriazinha, critica ou ofensa e a réplica com algum meme ou tiradinha do tipo "não me afetou". Ai é foda
@andreeliasdev Eu to usando um mix dos dois no próprio Cursor mesmo. Uso o chat nativo do Cursor pelas integrações e facilidades (mcp/configs etc), ai quando preciso do opus ou sonnet, abro o plugin do claude e peço pra rodar. A regra é: Gastar token, claude code, tarefas mais simples: Composer
@andreeliasdev@heliotsx Parece ser a mesma coisa mas não é.
Ele fica como uma espécie de "embed" do Claude Code. O Chat nativo do Cursor consegue usar toda estrutura do cursor como por exemplo o MCP, as config globais, mudar pra outro modelo (composer) etc. Experiência é muito melhor
Procurei um monte um app pra ajudar as crianças a se organizarem, todos ruins e não se adequavam ao que eu precisava. 2h de trabalho fiz um. Tá funcionando perfeito. Muito louco ver como vibe coding vai permitir customizar muita coisa.
@kipperdev Toda vez que eu fiz ou orientei a construção de pitchs eu sugiro o founder fazer primeiro um pitch pro usuário e a partir dele incrementar e fazer um pra investidores. Facilita absurdamente. A estrutura que costumo usar: https://t.co/eHGQeo0HZA
Na manifestação “Acorda Brasil”, realizada ontem, Nikolas Ferreira repetiu o padrão bolsonarista.
Defendeu condenados pela Justiça por tentativa de golpe.
Falou do escândalo do Master, mas não mencionou o pastor da sua igreja envolvido com o caso.
Pediu a saída do ministro Alexandre de Moraes, mas “se esqueceu” de citar Toffoli.
Afirmou estar lá para lutar contra o “sistema”, com o apoio de Valdemar Costa Neto, o político que melhor representa o sistema.
Apesar de ser um político, Nikolas conduziu o ato como alguém abençoado, um enviado de Deus. Tudo em nome da "liberdade" que, segundo a sua narrativa, não existe mais no Brasil, apesar de a passeata e os seus atos provarem exatamente o contrário.
Os participantes, ao final do evento, voltaram para casa encharcados pela chuva, alguns ainda no hospital por conta de um raio, mas com a sensação de dever cumprido. Se sentiram como protagonistas na defesa da nossa pátria.
Ledo engano.
Foram apenas figurantes gratuitos para os vídeos de Nikolas e de uma dúzia de políticos. Vídeos que serão utilizados nas campanhas de 2026.
Nada mudou.
Nikolas retorna hoje para as suas férias, com a reeleição garantida, sem que seja preciso apresentar nenhum projeto ou medida que melhore a vida do brasileiro. Bastou olhar para o alto e agradecer a Deus.
Valdemar fica feliz com a garantia de que muitos deputados do PL serão reeleitos e, com isso, manterá mais de R$ 1 bilhão de Fundo Partidário e Eleitoral.
Os participantes, por sua vez, acordaram hoje com os mesmos problemas que tinham antes da caminhada. Iniciam a semana trabalhando para pagar os salários de Nikolas, dos seus assessores, os rombos do banco Master e todas as mordomias do Congresso, do Executivo e do Legislativo. Porém, continuam fiéis àqueles que os enganam e seguem atacando quem ousa alertá-los sobre o oportunista discurso bolsonarista. E assim permanecem como massa de manobra de políticos que não têm nenhuma preocupação com o País, se colocam como vítimas e criam narrativas com o único objetivo de se perpetuarem no poder.
Está realmente na hora de acordarem.