Amigos, quero encerrar toda animosidade entre civis e poder público. @LulaOficial fica aqui meu compromisso de dedicar completamento ao nosso povo e não alimentar nenhum tipo de animosidade contigo ou poder público e te peço humildemente, por ser chefe do Estado Maior, que envie uma de nossas aeronaves da FAB a Portugal. Já são mais de 40 toneladas arrecadadas e estou certo que a Força Aérea brasileira pode executar com maestria esse pedido! Marquem o presidente, ministros e políticos.
Vocês que me seguem, podemos virar essas páginas de medição de força entre povo x poder público? Se você entender o recado, escreva: combinado 🤝
#Compartilhem urgente
A Constituição brasileira garante a Liberdade de Expressão. Ordens judiciais que censuram pessoas e opiniões são inconstitucionais!
#CensuraNao#oXnaopodecair#FreeSpeechBrazil
Vão te chamar de “golpista” porque você é:
- Contra a censura;
- Contra inquéritos sigilosos sem fim;
- A favor do direito de defesa;
- A favor do contraditório;
- A favor da liberdade de expressão;
- Defensor de que se investigue por que o General G. Dias recebeu alertas da ABIN antes do 8/1 e como única ação dispensou o reforço do Batalhão Planalto.
Vivemos tempos estranhos em Pindorama.
O ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, do PT, entregou o estado completamente falido.
Dívidas milionárias com fornecedores, prefeituras sem receber repasses e servidores públicos com salários atrasados.
A situação era tão surreal, que o ex-governador petista chegou a confiscar as parcelas de empréstimos consignados de milhares de servidores, não repassou aos bancos e deixou todos no SPC/Serasa. Um crime.
E isso enquanto curtia sua vida luxuosa no Palácio das Mangabeiras.
Mas tudo mudou com a eleição de @RomeuZema.
Com um esforço descomunal, uma equipe qualificada e uma inigualável competência de gestão, Zema organizou as contas do estado, renegociou contratos, pagou fornecedores, acertou os repasses às prefeituras, colocou os salários em dia, quitou os empréstimos, tirou os servidores públicos do SPC/Serasa e transformou o Palácio das Mangabeiras em um centro cultural aberto à população.
Minas Gerais deixou de ser uma massa falida, melhorou seus índices em segurança, saúde, educação, transparência e se tornou destino atrativo para investidores do mundo todo, gerando renda e emprego para toda a população.
Os mineiros reelegeram Zema no primeiro turno, numa eleição em que o PT sequer teve coragem de lançar um candidato para desafiá-lo.
Entenderam agora a razão de todos os ataques coordenados contra o governador?
Se tem algo que o PT tem medo é de honestidade e competência. Como Zema tem de sobra, os ataques vão continuar.
Editorial do Partido Novo
-Ofensas a ministros do STF não justificam arbitrariedades
Episódios lamentáveis de hostilidade e até de violência contra autoridades não são novidade na democracia brasileira – e nem foram inventados pelas redes sociais.
Só na história recente, deputados já foram atingidos com sacos de farinha, ovos, embalagens de pizza, lama e purpurina. Nos anos 2000, houve uma breve onda de tortas na cara – que atingiram Ricardo Berzoini, ministro do Trabalho de Lula, e José Serra quando ministro da Saúde de FHC, entre outros.
O exemplo mais lamentável de hostilidade envolveu o então governador de São Paulo Mário Covas. Já sofrendo de câncer na bexiga, Covas foi agredido por bandeiradas de professores e manifestantes de esquerda, ficando com diversos hematomas na cabeça e no supercílio.
Até anos atrás, esses casos deploráveis eram tratados precisamente como casos de agressão. Autores de violências mais graves eram levados à delegacia e respondiam na Justiça comum.
Da mesma forma, desejar o pior para autoridades era considerado somente uma opinião – como ocorreu em 2020, quando uma atriz global afirmou querer “esfregar a cara do Bolsonaro no asfalto”. Ainda que sejam discursos repugnantes e odiosos, entendia-se que é mais perigoso dar a autoridades o poder de censurá-los ou persegui-los.
Nos anos recentes, porém, políticos e juízes passaram a utilizar dois artifícios para intimidar manifestantes – tanto os violentos quanto os pacíficos
O primeiro é a ideia, equivocada, de que hostilizar autoridades equivale a ameaçar instituições democráticas ou o Estado de Direito. O costume de dizer “quem me ofende atenta contra o Estado” é antigo: surgiu com os imperadores romanos para perseguir opositores e inspirou as primeiras leis de lesa-majestade.
Ao se considerar o episódio de agressão um crime maior – uma ameaça à ordem e à democracia – justifica-se o abuso de autoridade e as reações desproporcionais contra seus autores.
Foi o que ocorreu esta semana depois da confusão entre a família do ministro Alexandre de Moraes e a de um empresário paulista no aeroporto de Roma. Num claro exemplo de intimidação, a Polícia Federal fez buscas na casa dos acusados e chegou até a apreender celulares e computadores da família.
Se confirmada, trata-se de uma agressão execrável – que não justifica, no entanto, inquéritos de ofício e abusos de autoridade.
O segundo artifício que tem sido utilizado por integrantes das cortes superiores é interpretar o Código Penal, a Constituição e os regimentos internos sempre da maneira que mais lhes confere poder.
Apesar do suposto crime contra a família do ministro Alexandre de Moraes ter sido cometido na Itália, cabendo então a responsabilidade de ser apurado por autoridades italianas, rapidamente se considerou que havia motivo para a “extraterritorialidade”, ou seja, para que fosse investigado e punido no Brasil.
E apesar dos envolvidos não terem foro privilegiado, poucos comentaristas se perguntaram por que a Polícia Federal entrou no caso, e não a Polícia Civil de São Paulo – como ocorreu, por exemplo, na ocasião de um crime mais grave, de furto cometido por um brasileiro a outro brasileiro no Japão, em 2011.
Ao utilizar esses artifícios para perseguir e intimidar dissidentes, os ministros prejudicam ainda mais a reputação e a legitimidade do STF perante a população.
Cria-se um círculo que auto-alimenta o conflito: de um lado, integrantes do STF abusam de autoridade, ferem a Constituição, se posicionam politicamente em palanques e tornam deputados inocentes inelegíveis. De outro, brasileiros descontentes com esses abusos extrapolam os limites da civilidade e partem para a agressão.
Para que haja um princípio de conciliação entre a sociedade brasileira e o STF, é preciso que os integrantes da corte voltem a agir dentro dos limites da lei.
Nesta semana, o senador @SF_Moro conseguiu as 27 assinaturas - entre elas a do nosso senador @EduGiraoOficial - para desarquivar o projeto de lei da prisão em segunda instância no Senado.
Um grande passo na luta contra o crime e a impunidade.
30 dias do regime petista e já tem Senador roubando celular. Randolfe Rodrigues, líder de Lula no senado ficou bravo ao ser questionado e roubou o celular do cidadão. Imprensa revoltada? Nota da Abraji? Que nada, é o roubo do bem. É pela democracia!
Que vergonha! Triste demais viver num país em que as liberdades vão sendo restringidas em vez de ampliadas. Nosso trabalho na Câmara continuará sendo para reverter esse nebuloso cenário pintado por autoritários e verdadeiros ditadores, que atacam diariamente a dignidade humana.
Lula criou a Procuradoria de Defesa da Democracia, que vai combater a “desinformação sobre políticas públicas”.
Ou seja: vai censurar.
Esse órgão nem deveria existir num país livre, mas decidi compilar as principais fake news de 2023, caso a AGU não saiba por onde começar. 👇🏽
Resumindo:
Lula elogiou a economia e política da Argentina, um país com quase 100% de inflação, 40% da população na pobreza e insistindo em medidas estapafúrdias como congelamento de preços, emissão de moeda e aumento do gasto público. 👍🏼
Quem gera empregos?
O empresário tem uma visão de negócios, investe as suadas economias a próprio risco, trabalha horas POR ANOS para executar sua ideia, contrata pessoas pra ajudar no projeto, paga impostos pra depois, TALVEZ, ter lucro.
Empresário gera empregos.
Político não.
Colocar empregado vs patrão é DISCURSO DE ÓDIO
Patrão e empregado dependem um do outro. É uma simbiose voluntária protegida pelas leis trabalhistas e seguem as demandas de mercado. Os direitos e deveres das 2 partes são bem claros.
Explorar o ódio nessas relações é desprezível.
Empresário não tem férias remunerada, folga, FGTS, 13º salário, hora pra entrar e sair, mas garante tudo isso aos seus funcionários. Aí vem um vagabundo, que acabou de sair da cadeia, dizer que empresário não trabalha. Lula é uma piada!