Que merda é essa a mulher parece um personagem da Família Addams. Ainda com essa roupa de beata maluca e fundo cheio de símbolos religiosos. Já sabem quw é maluca, né?
E como se não fosse óbvio que é doida, no vídeo ela tá tentando forçar um paralelo entre Brasil e Venezuela... Não sabe nada de Brasil. Direitista histérica.
Campagnolo tem que sair do radar desses malucos o quanto antes.
Many Lula supporters say they want Brazil to adopt China's economic model. To achieve that, Brazil would need to cut social spending and pensions by 50% and cut government spending by 30%. It would need someone much more right-wing than Bolsonaro on economics.
Existe um erro de diagnóstico gigantesco por parte dos aceleracionistas de esquerda que gera debates acalorados até os dias de hoje. Mas o que é, afinal, o aceleracionismo de esquerda? Em termos simples, podemos defini-lo como uma forma de “imaginação pós-capitalista”. Entre seus principais representantes estão Mark Fisher, Helen Hester e, sobretudo, Nick Srnicek, coautor do Manifesto Aceleracionista e associado à formulação do termo L/acc.
Srnicek defende três reivindicações fundamentais para a esquerda: 1) automação plena; 2) renda básica universal; e 3) o futuro. O objetivo é construir uma sociedade pós-capitalista e um mundo sem trabalho. A ideia remonta a Marx. O argumento é simples: a tecnologia deve substituir os trabalhos mais árduos, reduzindo a exploração e emancipando os indivíduos da necessidade de vender sua força de trabalho para sobreviver. A automação permitiria, assim, conquistar aquilo que o capitalismo historicamente lhes negou, a liberdade de dispor do próprio tempo.
A China moderna é hoje um dos países que mais se aproxima disso. Não seria exagero caracterizar seu regime como aceleracionista. Historicamente, o país atribuiu centralidade ao desenvolvimento tecnológico, especialmente no campo da cibernética, colocando esses avanços a serviço do socialismo chinês. O especialista em automação Dai Shanren, da Academia Chinesa de Ciências, afirma que “a inteligência artificial e a ciência inteligente estão interligadas com a causa comunista”. Muito antes de Srnicek, o pensamento chinês já buscava articular marxismo-leninismo-maoismo, tecnologia e automação em um projeto de desenvolvimento social.
Blaise Aguera y Arcas, pesquisador do Google na área de inteligência artificial, argumenta que a singularidade tecnológica poderia gerar a abundância produtiva necessária a um “Comunismo de Luxo Automatizado”. Em um cenário de abundância material, o próprio dinheiro poderia perder seu valor e sua relevância econômica. Elon Musk também passou a defender essa perspectiva, projetando esse cenário para as próximas décadas.
E quanto ao Brasil? Nosso atraso tecnológico e a desindustrialização tornam a automação plena um horizonte distante. Um “sonho impossível”. Ainda assim, pautas do PT, como o fim da escala 6x1, e entrevistas recentes de Zé Dirceu sinalizam que a esquerda brasileira pode estar começando a trilhar esse caminho. Nesse contexto, olhar para a China nunca foi tão necessário. Não dispomos da capacidade produtiva, tecnológica nem do capital humano necessários para insistir em políticas neoliberais que já se demonstraram fracassadas. Até mesmo os Estados Unidos vêm adotando estratégias mais próximas do modelo chinês. Por que não o Brasil?
É justamente aqui que reside o grande equívoco dos aceleracionistas de esquerda. Ao instrumentalizarem a tecnologia para superar o capitalismo, ignoram a mais relevante das lições da experiência chinesa. Sua ascensão não ocorreu apesar do capitalismo, mas por consequência dele. Esse processo ganhou impulso com as reformas de Deng Xiaoping, influenciadas, em parte, pelo modelo econômico de Singapura sob Lee Kuan Yew. Como afirmou Deng: “Singapura desfruta de uma ordem social adequada e é bem gerenciada. Deveríamos emular sua experiência e aprender a administrar ainda melhor do que eles”.
O Livro Amarelo do Missão também se inspira nas políticas de Lee Kuan Yew, aproximando-se de alguns fundamentos do modelo chinês. Brasil e China compartilham semelhanças históricas que tornam essa comparação relevante, sobretudo diante dos desafios da industrialização, da modernização e da construção de um Estado desenvolvimentista no século XXI. Não se trata de importar às cegas o modelo chinês, mas de compreender os fatores de sua ascensão e adaptá-los à realidade brasileira.
Como @RenanSantosMBL vem citando cada vez mais autores aceleracionistas e em breve conversará com @eliasjabbour, especialista em China, essa será uma excelente oportunidade para discutir o que podemos aprender dessa experiência. Mais do que imaginar um futuro pós-capitalista, precisamos antes construir as condições materiais e tecnológicas para tal.
Estratégia gramsciana de ocupação de espaços e tal... Tudo bem, isso pode ter sido importante, talvez até essencial, mas o segredo para o Partido dos Trabalhadores ser o que é hoje chama-se Luiz Inácio Lula da Silva. Vejam que grandiloquência... De um sujeito que saiu do cafundó do nordeste, pobre pobre pobre. A força da sua figura é tamanha que as pessoas ignoram que ele tenha participado e talvez até chefiado um escândalo que foi não só o maior roubo da história do Brasil e um dos maiores da história do mundo, como também uma tentativa de tomada de todas as instituições brasileiras por um partido. Talvez... Talvez as pessoas tenham querido isso... Talvez elas quisessem que o Lula mandasse em tudo, mas só lá no fundo, ainda com alguma vergonha. Essa parece ser a hermenêutica da linguagem política brasileira: "democracia", "institucionalidade", "corrupção", "proposta", mas no fundo estão todos se perguntando: "você pode ser meu pai?"
Sou etíope, árabe e trabalhista, opositor do atual governo, contra assentamentos em Golã e incursões no vale do Beca, a favor da solução de 2 Estados e da criação de mais kibutzim, mas hoje, pela democracia e pelo Estado de Direito, dei um voto crítico no Likud de Bibi Netanyahu.