"Deixe-me dizer em que acredito: no direito do homem de trabalhar como quiser, de gastar o que ganha, de ser dono de suas propriedades e de ter o Estado para lhe servir e não como seu dono. Essa é a essência de um país livre, e dessas liberdades dependem todas as outras."
@verdadesincoven@JovemPanNews A passagem da criança continuará a ser cobrada, a lei determina que os pais podem escolher o assento do filho ao seu lado sem cobrança.
@DanSerr80@vanderleys89717@JovemPanNews A passagem da criança continuará a ser cobrada, a lei determina que os pais podem escolher o assento do filho ao seu lado sem cobrança.
Estive na Europa na semana passada, justamente quando os Estados Unidos completavam 250 anos.
E a comparação é inevitável.
Dois mundos no mesmo momento.
O relatório de competitividade da União Europeia, elaborado por Mario Draghi — ex-presidente do Banco Central Europeu — traz um dado que deveria envergonhar qualquer líder europeu:
Nenhuma empresa europeia avaliada em mais de 100 bilhões de euros foi criada do zero nos últimos 50 anos.
Nenhuma.
No mesmo período, os Estados Unidos criaram do zero seis empresas avaliadas em mais de um trilhão de dólares.
A diferença não é sorte. Não é geografia. Não é cultura.
É liberdade econômica. É menos regulação. É mercado funcionando. É capital de risco num ambiente que permite errar, recomeçar e vencer.
Isso não aconteceu por acaso.
A América apostou em liberdade econômica, capital de risco, propriedade privada, competição, escala e tolerância ao fracasso. A Europa, muitas vezes, preferiu regular antes de criar, tributar antes de crescer e desconfiar antes de inovar.
O resultado está aí: um lado cria empresas globais; o outro cria relatórios explicando por que ficou para trás.
E o Brasil?
O Brasil deveria estar aprendendo com quem cria prosperidade.
Enquanto o mundo debate como recuperar competitividade, o presidente Lula passou a semana criticando a prosperidade americana. Chamou o modelo dos EUA de concentrador, desigual e injusto — no exato momento em que esse modelo completava 250 anos produzindo a maior geração de riqueza, inovação e oportunidade da história humana.
Vale repetir:
Nenhuma empresa europeia de mais de 100 bilhões criada em 50 anos.
Seis empresas trilionárias do mundo criadas nos EUA nesse mesmo período.
E o Brasil tem um presidente que critica quem vence — em vez de aprender com quem vence.
Isso não é política econômica.
É ressentimento com diploma.
A pergunta verdadeira é outra: por que o Brasil, com seu talento, seu agro, sua energia, seus empreendedores e seu mercado, ainda cria tão pouca riqueza em escala global?
O problema não é existir Elon Musk.
O problema é o Brasil não conseguir criar os seus.
Prosperidade não nasce atacando quem constrói.
Nasce quando se deixa construir.
#America250 #UniãoEuropéia #Brasil #liberdadeeconômica
@farmDev79 Neymar é a cara dessa geração decadente.
Muita mídia, egolatria e falta de comprometimento e profissionalismo
Espero que tenhamos nos livrado deles pra sempre
@leonseveriano@odanielscott Pode até não ser, mas não é uma verdade
Um descendente de italianos aqui no Brasil não pode ser chamado de italiano.
Os países europeus abrirem suas fronteiras indiscriminadamente é uma coisa,querer proibir q nascidos na França joguem pela sua seleção…
@fab_correa@odanielscott Me desculpe mas quase a totalidade dos jogadores da França,nasceram naquele país.
Olhe a seleção americana!Composta por muitos descendentes.
Os países europeus abrirem suas fronteiras indiscriminadamente é uma coisa,querer proibir q nascidos na França joguem pela sua seleção…
@odanielscott Me desculpe mas quase a totalidade dos jogadores da França,nasceram naquele país.
Olhe a seleção americana!Composta por muitos descendentes.
Os países europeus abrirem suas fronteiras indiscriminadamente é uma coisa,querer proibir q nascidos na França joguem pela sua seleção…
@odanielscott@Leozito1980 Me desculpe mas quase a totalidade dos jogadores da França,nasceram naquele país.
Olhe a seleção americana!Composta por muitos descendentes.
Os países europeus abrirem suas fronteiras indiscriminadamente é uma coisa,querer proibir q nascidos na França joguem pela sua seleção…
@DataFutebol Vamos fingir que esse debate só não existe pq são jogadores negros, zidane é filho de argelinos e ninguém fala que ele não é frances, os irmãos theo lucas são filhos de espanhóis e não falam que eles não são franceses os griezmann se não me engano é filho de alemão com portuguesa
nunca esquecerei que a militância do petismo foi contratada para atacar malu gaspar em peso por denunciar os escândalos do master
agora sabemos o pq:
o PT jamais perdoaria quem não se vende por 120 mil reais e continua andando de carro popular pra manter sua integridade, já que o partido estava acostumado a comprar qualquer um por uma mesadinha de meros 30 mil reais
ser incomprável é uma ofensa imperdoável para quem governa inteiramente por corrupção
@farmDev79 Tenho umas 100 e uns 40 pintinhos na chácara também
Vendo muito pouco, não faço questão. Não compensa criar pelo gasto, mas crio pq gosto. É bom ver o terreiro cheio…
Eu sei que a resposta vai bugar a mente de muita gente, mas: integração racial.
Aqui não existe "sotaque de preto", "esporte de preto", "roupa de preto". etc.
De olho fechado, ouvindo alguém falar, você pode identificar se ela é carioca, ou baiana ou gaúcha, mas não pode indentificar se a pessoa é preta ou branca.
Casamento "interracial" não é um tabu ou assunto aqui - tanto que nem se usa a palavra, e basicamente todo mundo é meio pardo.
As maiores diferenças e preconceitos aqui são de situação econômica. Você poderia até alegar que as diferenças socioeconômicas têm um viés racial histórico e talz, mas isso é muito diferente do que acontece por exemplo nos EUA.
Aqui tanto um negro quanto um branco comem arroz com feijão, vão à igreja, jogam futebol, vestem as mesmas bermudas e calças jeans, etc. Até as estereotipadas "religiões de matriz africana" são mais praticadas por brancos que por pretos.
Infelizmente os movimentos raciais brasileiros estão lutando com todas as forças pra acabar com isso e importar o modelo americano, separando a sociedade em "coisas de branco" e "coisas de preto."
Syria (Aleppo) in the 1950s, when 40% of the population was Christian. Today, it is less than 1%. This is the case for all the Middle East under Islam. Funny how no one cares about this real genocide.