Depois de suspeitar que seus alunos usaram IA em um exame remoto (notas em laranja), professor altera exame final para ser presencial (notas em cinza).
O que mais me espanta é que a média do exame final foi de 48,6 enquanto que em anos anteriores nunca tinha sido abaixo de 65. +
Vocês são demais!
Agora vou deixar o celular no modo avião todas as noites porque um bando de malucos pode mandar, a qualquer horário e no volume máximo, alertas com mensagens de ódio.
Obrigado a todos os envolvidos.
This summer I decided to reread "The Magic Mountain" by Thomas Mann.
More than twenty years ago I read it and, like all young people blessed with excessive confidence and insufficient biography, came away with the impression that I had understood the book.
Today I am no longer certain of that.
Which is precisely why I am going to read it again.
Because in the meantime Thomas Mann has remained Thomas Mann, while I have read several hundred more books, worn out a few philosophies, parted ways with a number of illusions, and accumulated enough life to begin suspecting that The Magic Mountain contains entire layers that simply did not exist for me back then.
Great books resemble ancient cities.
You do not see them differently because they have changed.
You see them differently because you are no longer the same person who first walked through their gates.
It will be interesting to discover what I missed.
And even more interesting to discover what has been waiting patiently for more than twenty years to finally be read.
Anthropic just released the receipts on a fear everyone’s been hand-waving.
52 junior engineers learning a new Python library. AI group scored 50% on comprehension tests. Manual coding group scored 67%. That’s a 17% gap on foundational skills, and debugging showed the steepest decline.
The productivity trade looked even worse. The AI group finished only two minutes faster on average, and that difference didn’t reach statistical significance. Several developers spent up to 30% of their time just composing queries.
Here’s what actually matters: they identified three failure patterns that predicted sub-40% scores. Fully delegating code to AI. Starting independently but progressively offloading work. Using AI as a debugging crutch without building understanding. All three share a common thread: removing the cognitive struggle that produces learning.
The high scorers (65%+) did something different. Some generated code first, then asked follow-up questions to understand what they’d produced. Others requested explanations alongside the code. The fastest group asked only conceptual questions, then coded independently while troubleshooting their own errors.
The gap between “AI makes you faster” and “AI helps you learn” turns out to be enormous. And most workflows are optimized entirely for the former.
@crime_teen Not to mention the whole "it used to allow up to N collaborators but now free projects allow only one", "only the first one is free"-type of BS
@crime_teen I'm being cranky but I've heard from different students that (1) they don't know how to texify PDF locally anymore and (2) it allows them to call a billion packages without consideration for conflicts (it is impressive on the backend, but I prefer leaner code).
Eu sou uma pessoa simples, eu acho que conteúdo criminoso postado online não deveria ser derrubado pq isso seria eliminar provas. De que adianta derrubar o conteúdo e deixar o criminoso solto?
Ah talvez pq o conteúdo que querem derrubar não seja exatamente criminoso né.
Esta postagem da @gleisi, que à primeira vista é positiva, é BEM preocupante:
-fala apenas de quem começou a atuar no governo anterior
-nenhuma palavra sobre entidades que começaram a arrecadar no atual governo, como a MasterPrev
-nenhuma palavra sobre entidades antigas que tiveram aumento recente, como o Sindnapi-FS
O que eu vejo aí não é uma preocupação com os aposentados lesados em si, mas sim uma vontade de fazer colar um discurso que culpe o governo anterior - e, de quebra, deixar entidades poderosas como a MasterPrev e o Sindnapi impunes.
É uma discussão importante. Eu começo: sou terminantemente contra. Se o trabalho de uma pessoa envolve rodar o dia inteiro em uma moto, e seu lucro é proporcional à velocidade que se chega ao destino, e ela vive em uma cidade com trânsito caótico, o resultado disso é mais gente no hospital. É a experiência que temos.
O lucro vai ser da Uber, mas o custo é compartilhado. Algo como 70% dos atendimentos de politraumatizados na cidade são de motociclistas fazendo entregas. Se a _entrega_ for gente, temo que isso possa piorar.
Acrescentaria que como sociedade a gente deveria testar formas de depender cada vez menos desse tipo de entrega com moto. De aumentar a responsabilização das empresas (alguém disse aqui que o Hospital das Clínicas podia chamar iFood HC, já que estamos falando de naming rights) a incentivar entregas curtas e/ou com bicicleta.
Ou diminuir a demanda, tipo digitalizar tudo pra não depender de gente levando documento de um lado pro outro. E, num futuro mais distante (tipo 2026 na China, 2050 no Brasil), preparar a cidade para veículos autônomos.
Mas a gente não pode aceitar o status quo: gente rodando em uma velocidade absurda, desrespeitando todas as regras de trânsito, provocando mortes — foram 483 motociclistas mortos em SP capital ano passado, um recorde absurdo.
Posso ser convencido de que mototáxi faz sentido em cidades do interior — viagens mais curtas, trânsito menos caótico, menos capacidade de pagar. Em São Paulo, a gente só pode PENSAR em passar uma lei permitindo isso a partir de uma redução drástica do número de acidentes envolvendo motociclistas.
E, nota: acho esse tipo de publicidade *bastante* ruim. Propaganda política paga na capa falsa do jornal pode ser vantajoso comercialmente, mas faz o público desconfiar de cada linha escrita sobre o tema nas páginas internas.
Very happy to have published this paper! We do spatial regression analysis of gun violence in Rio de Janeiro using demographic covariates as well as a descriptive spatial effect for violence hot spots. https://t.co/dJ2tUvYYY4
Debate de reitoráveis, uma aluna fez uma ótima pergunta sobre climatização no campus. Falaram de plantar árvores e aulas de consciência ambiental. Nenhum dos candidatos abordou que ano entra e ano vai, sempre tem ar condicionado quebrado no PB/CB. Triste futuro da Unicamp.
There's a pervasive moralistic bias in health & psychological "expert" advice, favoring abstemiousness over efficacy (e.g., a co-interviewee on a radio show who advised not rewarding oneself with a sweet & instead drinking lots of water to deal with stress. Really?).
É o segundo working paper que eu vejo em um curto período de tempo que relata o seguinte:
Empresas requisitando volta ao trabalho 100% presencial sofrem um êxodo de funcionários mais experientes e produtivos, dificultando atividades futuras e novas contratações
Seria uma bandeira interessante para a esquerda abraçar, não é contra o empresário e muito menos contra o trabalhador