Neste dia, a 15 de Outubro de 1987, o presidente socialista do Burkina Faso, Thomas Sankara, foi assassinado. Tinha apenas 37 anos. Foi morto num golpe militar que se suspeita ter tido o apoio da França e dos Estados Unidos.
Nos seus 4 anos de governo de um dos países mais pobres do mundo conquistou o apoio e amor do seu povo com o seu estilo de vida humilde e com as politicas económicas socialistas que ajudaram o país a prosperar. Durante esses anos aumentou a literacia de 13% em 1983 para 71% em 1987; vacinou 2,5 milhões de crianças contra meningite, febre amarela e sarampo em questão de semanas; redistribuiu muitas das terras dos senhorios feudais e devolveu-as às famílias camponesas; ordenou diversos mega projetos públicos de construção de estradas, ferrovias, florestas anti desertificação e até o primeiro supermercado do país. Recusou todas as mordomias de que outros lideres usufruíam, inclusive vendeu a frota de Mercedes do governo e fez do carro mais barato no país o carro oficial do governo. Estas politicas, no entanto, embateram com os interesses das elites nacionais e dos imperialistas que após 4 anos puseram fim a este período de prosperidade. Contudo, Sankara fica para a história como um dos grandes líderes anticoloniais e anti imperialistas, representando possibilidade de superação da devastação colonizadora.
«Sé que has venido a matarme. Dispara, cobarde, solo vas a matar a un hombre».
— Ernesto «Che» Guevara, 9 de octubre de 1967.
Hoy se cumplen 59 años del asesinato de un hombre que convirtió sus convicciones en una lucha que llevó hasta las últimas consecuencias. El Che fue un revolucionario que se enfrentó al imperialismo y dedicó su vida a combatir la explotación y las desigualdades de clase. Se enfrentó a ejércitos y poderes establecidos sin renunciar a sus ideales, hasta encontrar la muerte en Bolivia.
Su figura pertenece a la historia de quienes se rebelaron contra el orden establecido y creyeron que la humanidad podía construir una sociedad diferente.
Asesinaron al hombre, pero su nombre quedó ligado para siempre a la lucha revolucionaria.
¡Hasta la victoria siempre, comandante Che Guevara!