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The #America First Global Health Strategy (#AFGHS) marks a shift from aid to #geopolitics, linking #health cooperation to pathogen data, critical minerals, and bilateral deals. But #African countries are pushing back, asserting equity in negotiations and reshaping the global #health order: @lakshmyrkrish https://t.co/4IvaQd5A8M
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Saúde ou extracção de dados? O acordo dos EUA em África levanta alerta
Um estudo de Jane Munga e Rose Mosero sustenta que a nova estratégia sanitária dos EUA em África, a America First Global Health Strategy #AFGHS, transformou os dados de saúde num activo estratégico, e não apenas num instrumento técnico. Em apenas três meses, 22 países africanos assinaram acordos bilaterais com Washington, tendo o Quénia sido o primeiro caso de grande contestação judicial.
A imagem em anexo reforça essa leitura: ela mostra que vários países africanos que assinaram acordos com os EUA já possuem leis de protecção de dados, enquanto outros aparecem como signatários sem esse quadro legal. Ou seja, o avanço do acordo norte-americano está a ocorrer num continente onde a soberania digital e a protecção de dados já se tornaram temas centrais.
Segundo as autoras, a questão central é a soberania sobre a colecta, acesso, uso, armazenamento, retenção e reutilização dos dados de saúde. Elas defendem que, na era digital, soberania não é apenas saber onde os dados estão guardados, mas também quem decide o que fazer com eles. O receio é que os países africanos acabem a fornecer dados valiosos, enquanto o valor científico, tecnológico e económico seja criado noutros lugares.
Os principais pontos do MoU/acordo com os EUA, segundo o texto, incluem: financiamento temporário de medicamentos, vacinas, diagnósticos e salários de profissionais da linha da frente; criação de sistemas integrados de dados de saúde para vigilância epidemiológica e monitoria; transferência da assistência técnica para maior controlo governamental; e introdução de co-financiamento e metas de desempenho, com a libertação de fundos dependente dos resultados.
As autoras alertam ainda para os usos potenciais desses dados. O acordo abre espaço para acesso a sistemas nacionais de informação de saúde, registos médicos electrónicos, plataformas logísticas e partilha de dados genómicos e de patógenos. Na ausência de limites claros e vinculativos, esses dados podem ser reaproveitados para além da cooperação sanitária, incluindo investigação farmacêutica e biotecnológica, treino de modelos de IA e inovação comercial, sem garantias de retorno justo para o país que os forneceu.
Sobre a relação dos governos africanos com a OMS, o artigo diz que existe um choque entre o modelo bilateral dos EUA e o modelo multilateral defendido no quadro da WHO/OMS, sobretudo no debate sobre o PABS¹ (Pathogen Access and Benefit Sharing, isto é, Acesso a Patógenos e Partilha de Benefícios). Enquanto a OMS prevê mecanismos explícitos de partilha de benefícios resultantes do uso de dados patogénicos, genéticos e outros materiais, o modelo AFGHS é criticado por omitir essas salvaguardas e por poder criar uma espécie de sistema paralelo de vigilância global.
No caso do Quénia, o tribunal suspendeu o acordo por alegadas violações da privacidade, falta de transparência, ausência de participação pública e incompatibilidade com a legislação nacional sobre dados de saúde. Para as autoras, este caso é um sinal de aviso para outros governos africanos: aceitar financiamento externo não deve significar abdicar da soberania sobre dados estratégicos.
¹ um país entrega dados sobre um vírus ou outro agente patogénico, e o PABS tenta garantir que esse país também beneficie dos resultados científicos, tecnológicos e económicos produzidos a partir desses dados, em vez de só os outros lucrarem.
Fonte: Jane Munga e Rose Mosero, Kenya’s Health Deal Is a Stress Test for the America First Global Health Strategy (Março de 2026).

In 4 months, 22 African countries have signed bilateral health agreements with the U.S. under the America First Global Health Strategy. @jane_munga & @MoseroRose explore how these health agreements may conflict with African countries' data sovereignty: https://t.co/afPE3liPd5

Yon reyinyon trè pwodiktif ak Anbasadè Henry Wooster nan @USEmbassyHaiti ak Direktè Peyi a @moualachristia1. Diskisyon an te santre sou efò ansanm nou yo pou sipòte repons 🇭🇹 kont SIDA a ak angajman kontinye pou sove lavi. @MsppOfficiel @MAE_Haiti #AFGHS @CDCHaiti

Very productive meeting with Ambassador Henry Wooster of the @USEmbassyHaiti 🇺🇸 and Dr Mouala Country Director @moualachristia1 . Discussion focused on joint efforts to support the 🇭🇹 AIDS response and the continued commitment to saving lives.
@MsppOfficiel @MAE_Haiti #AFGHS

Congratulations to @CurlyWurdy for joining the Hearthstone Creator Program! We're so proud of you!
#RuleTheRoost #AFGHS
Wow all those days playing Hearthstone in my classes and in my dorm room with my college buddies- I never would have dreamed that FAST FORWARD—> 10 years- I’d be in the HEARTHSTONE CREATOR PROGRAM 🎉 🤩

Thanks to @PlayHearthstone a lot of the AFG crew are doing Theorycrafting today for the Great Dark Beyond AND have giveaways! Go follow and check out:
@ron_hs @TitoSantanaHS @Lynneesays @mdroogie @dawniedk @Tyleniphe @sendmeyourarms @ThisWeekinHS
#AFGHS #AFGtheorycrafting

We stongly want from new #leadership not to share power with anyone.implement projects & your goals,eradicate Mafia,corruption,work 4 peace and lead the country 4 better.#Afghs are tired of war and poverty.

@BihariSharmila #AFGHs are heros by nature, regardless the situation! #thisYoungSwimmer #w/2goldMedals is the proof. Congrats & I salute him.
#Afghs riksdagledamöter ska träffa FN, EU och USA embassad att lösa Afghanistans sista kris.
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