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📰 Nova notícia sobre infraestrutura🏗️:
Na energia solar, pararam de investir no Brasil. E o governo não pode reclamar.
🗞️O setor fotovoltaico e de energias renováveis vive um momento crítico de paralisação de aportes devido a gargalos estruturais e falta de ação regulatória.
Uma thread com os detalhes do buraco no setor elétrico 🧵👇
(O Problema do "Curtailment" / Sobreoferta)
1/ O principal vilão é o curtailment (cortes de geração por sobreoferta).
Como o sistema sofre com excesso de energia em momentos de pico e falta de escoamento adequado (linhas de transmissão), o ONS obriga o desligamento de usinas centralizadas (solares e eólicas).
(O Prejuízo Bilionário)
2/ A conta não fecha para as empresas. Para compensar a energia desperdiçada e honrar contratos, geradoras precisam comprar energia mais cara no mercado livre.
Em 2025, o prejuízo acumulado por cerca de 1.500 usinas centralizadas chegou à cifra alarmante de R$ 6,5 bilhões.
(Investidores Fugindo)
3/ O impacto prático na economia real é severo. Gigantes do setor sentiram o golpe:
• A Atlas Renewable Energy (controlada pela BlackRock), por exemplo, deixou de injetar cerca de US$ 1 bilhão em novos projetos no país.
• Outras empresas do setor também freiam expansões diante da insegurança jurídica.
(A Inércia do Governo)
4/ E por que o governo não pode reclamar?
Porque a solução esbarra na lentidão oficial: uma lei essencial para mitigar esses gargalos está há meses esperando regulamentação efetiva.
Mesmo com portarias recentes do governo tentando endereçar ressarcimentos, o setor critica a falta de critérios transparentes.
(Conclusão / Chamada para Ação)
5/ O Brasil tem um potencial solar gigantesco, mas o risco regulatório e o desperdício de energia limpa estão espantando o capital privado. Sem regras claras e infraestrutura de transmissão, o boom renovável corre sério risco de estagnar.
🔗 Leia a matéria completa no NeoFeed: https://t.co/f1EI17CKiw
Confira na íntegra a Portaria Normativa MME nº 140 e os procedimentos estabelecidos para a compensação.
➡️PORTARIA NORMATIVA MME Nº 140, DE 18 DE JULHO DE 2026
https://t.co/KY2lTtNLr2
A publicação da portaria, porém, não significa que todo corte de geração solar ou eólica ocorrido no período resultará automaticamente em pagamento. Os eventos deverão passar por etapas de apuração e classificação, conforme os critérios estabelecidos para enquadramento no mecanismo.
O montante total das compensações por curtailment ainda não está definido, já que a portaria estabelece apenas os procedimentos para adesão dos agentes, apuração dos cortes e cálculo das compensações. Os valores deverão ser conhecidos somente após a conclusão dessas etapas.
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Confira na íntegra a Portaria Normativa MME nº 140 e os procedimentos estabelecidos para a compensação.
PORTARIA NORMATIVA MME Nº 140, DE 18 DE JULHO DE 2026
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A publicação da portaria, porém, não significa que todo corte de geração solar ou eólica ocorrido no período resultará automaticamente em pagamento. Os eventos deverão passar por etapas de apuração e classificação, conforme os critérios estabelecidos para enquadramento no mecanismo.
O montante total das compensações por curtailment ainda não está definido, já que a portaria estabelece apenas os procedimentos para adesão dos agentes, apuração dos cortes e cálculo das compensações. Os valores deverão ser conhecidos somente após a conclusão dessas etapas.
Fonte: https://t.co/VTM7x7RLCg
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📰 Nova notícia sobre infraestrutura🏗️:
Governo publica portaria que viabiliza ressarcimento por cortes a geradores renováveis
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou na noite desta terça-feira (21) portaria que regulamenta o ressarcimento a geradores de eletricidade a partir das fontes eólica e solar que foram afetados pelos cortes por razões sistêmicas, conhecidos pelo jargão ‘curtailment’.
O texto consta em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). A portaria regulamenta trecho da Lei nº 15.269, de 25 de novembro de 2025, de modernização do setor elétrico, e contempla os cortes ocorridos de 1º de setembro de 2023 e 25 de novembro de 2025, conforme previa esta legislação.
A portaria traz a minuta do termo de compromisso a ser assinado pelas empresas elegíveis para que recebam os recursos. De acordo com ela, os geradores que aderirem à iniciativa renunciarão ao direito de discutir, “na via administrativa, arbitral ou judicial” compensações até a data, e devem inclusive, desistir de eventual ação judicial em curso sobre o tema.
Os procedimentos para “atualização das informações necessárias à instrução dos processos, à apuração e à classificação dos cortes de geração, ao cálculo da compensação e à sua operacionalização” também foram detalhados.
Segundo informou o MME, em nota, como etapa inicial, os agentes interessados deverão registrar manifestação de interesse por meio do Sistema de Registro de Interesse para Compensação pelos Cortes de Geração (Celebra), da própria pasta. “O registro permitirá a identificação dos interessados e dará início às etapas previstas”, completou.
https://t.co/pi2idya36v

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📰 Nova notícia sobre curtailment ⚡️: Proposta da ANEEL sobre curtailment é vista com incerteza no setor - Agência iNFRA
🗞️Os agentes renováveis viram com incerteza a proposta apresentada nesta segunda-feira (22) pela diretora da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), Agnes Costa, de um novo conceito para calcular o rateio contábil dos cortes obrigatórios de geração de energia – que distribui o prejuízo econômico entre os agentes eólicos, solares e hidrelétricos. A diretora votou por considerar o conceito de geração hidráulica mínima (GHmin) na conta. As consequências disso, no entanto, não estão claras para os empreendedores, segundo apurou a Agência iNFRA.
✔️Conforme a proposta da diretora, esse critério seria testado durante o período de um ano, em um “período sombra”, sem produzir efeitos econômicos. Depois desse prazo, os resultados dessa fase experimental seriam analisados e passariam por deliberação da diretoria da ANEEL sobre a manutenção do conceito no cálculo.
✔️A ideia não constava na última minuta elaborada pela área técnica e foi apresentada aos representantes dos segmentos em reunião no dia 12 de junho. Segundo a relatora, o objetivo seria usar a geração mínima – inflexibilidade em razão dos usos múltiplos da água, como irrigação, consumo humano, e outros – como forma de preservar um valor mínimo às usinas hidrelétricas no rateio contábil.
✔️À imprensa, Agnes explicou que, em compensação, a geração mínima seria deduzida do montante de geração potencial das usinas – também usado no cálculo de rateio. Isso seria feito para evitar “dupla contabilização”. “[Isso] dá mais peso para as outras renováveis ganharem no ex post [rateio contábil]”, disse. O resultado, nas contas da ANEEL, traria um meio-termo.
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📰 Nova notícia sobre infraestrutura🏗️: ANEEL vai revisar resolução que trata do curtailment, diz diretor-geral - Agência iNFRA
💬O diretor-geral da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), Sandoval Feitosa, disse nesta quarta-feira (10) que a reguladora irá revisar a REN (Resolução Normativa) 1.030, que trata sobre os cortes obrigatórios de geração, o curtailment.
⏲️A relatoria do processo será sorteada na segunda-feira (15), disse. Segundo ele, a norma irá incorporar as alterações previstas na Lei 15.269/2025 desde sua publicação, para que as regras prevaleçam sem vácuo regulatório.
https://t.co/I4IIBWZuJ1
🎯“Ontem [terça-feira] nós fizemos uma reunião com todos os setores renováveis e já temos o comando que vamos revisar a resolução da questão do curtailment”, disse durante o Fórum Nacional Energético, em Brasília.
À imprensa, Sandoval explicou que o intuito é caracterizar o que é curtailment por razão energética, e revisar os conceitos de cortes por indisponibilidade externa e por confiabilidade.
O diretor-geral também afirmou que processo da CP (Consulta Pública) 45/2019, relatado pela diretora Agnes Costa e que trata do ordenamento dos cortes, deve estar na pauta da reunião pública da diretoria da próxima semana.
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📰 Nova notícia sobre infraestrutura🏗️: ANEEL vai revisar resolução que trata do curtailment, diz diretor-geral - Agência iNFRA
💬O diretor-geral da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), Sandoval Feitosa, disse nesta quarta-feira (10) que a reguladora irá revisar a REN (Resolução Normativa) 1.030, que trata sobre os cortes obrigatórios de geração, o curtailment.
⏲️A relatoria do processo será sorteada na segunda-feira (15), disse. Segundo ele, a norma irá incorporar as alterações previstas na Lei 15.269/2025 desde sua publicação, para que as regras prevaleçam sem vácuo regulatório.
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🎯“Ontem [terça-feira] nós fizemos uma reunião com todos os setores renováveis e já temos o comando que vamos revisar a resolução da questão do curtailment”, disse durante o Fórum Nacional Energético, em Brasília.
À imprensa, Sandoval explicou que o intuito é caracterizar o que é curtailment por razão energética, e revisar os conceitos de cortes por indisponibilidade externa e por confiabilidade.
O diretor-geral também afirmou que processo da CP (Consulta Pública) 45/2019, relatado pela diretora Agnes Costa e que trata do ordenamento dos cortes, deve estar na pauta da reunião pública da diretoria da próxima semana.](https://pbs.twimg.com/media/HKzt48EWUAEWwTd.jpg)
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📰ONS avalia corte emergencial de geração nas primeiras semanas de maio.
🚨Lembra daquele risco de 2 das 4 usinas solares de #PPEI11 passarem a poder ter #curtailment? Podemos estar diante de um primeiro teste de estresse!
🗞️Em acompanhamento da carga supervisionada mínima, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) irá avaliar a execução do Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia para os dois primeiros domingos de maio.
Na primeira semana, o alerta é pelo feriado de 1º de maio, que pode impactar a carga do domingo (3 de maio). Na semana seguinte, a carga pode ser reduzida em decorrência do dia das mães, a ser celebrado em 10 de maio. A definição sobre a execução do Plano Emergencial deve ocorrer em 30 de abril.
“Seguimos fazendo esse acompanhamento em função das condições de carga supervisionada muito baixa, principalmente que ocorre em domingos de festas importantes e em feriados prolongados”, disse o Operador nesta sexta-feira, 24 de abril, durante a reunião do Programa Mensal da Operação (PMO) de maio. Desta vez, o PMO ocorre em um único dia em virtude de um feriado estadual no Rio de Janeiro.
Os cortes de geração conectada a distribuição também foram discutidos no PMO anterior, no fim de março, com foco nos feriados da Semana Santa, por conta da redução da atividade econômica e, consequentemente, do consumo de energia elétrica.
📚Plano emergencial
📘O Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no fim do ano passado, viabiliza o corte de geração distribuída de usinas tipo III, com o objetivo de preservar a estabilidade do sistema diante do excedente de energia.
📕Assim, ficam passíveis de corte usinas de GD tipo III conectadas às redes de distribuidoras e que não são, portanto, geridas pelo ONS.
📙Essas usinas, que somam 20 GW, aproximadamente, incluem PCHs, térmicas a biomassa e parques solares e eólicos de menor porte conectados na média tensão.
O plano só é executado em situações emergenciais, ou seja, quando a geração centralizada já não tiver mais margens para cortes.
O ONS começou a trabalhar no plano depois que dois episódios em 2025 ampliaram o alerta e ressaltaram a necessidade de de acelerar conversas sobre modulação de recursos energéticos distribuídos, como as usinas GD III.
Em 4 de maio, um domingo, a carga líquida ficou tão baixa durante o período entre 10h30 e 11h, que o ONS teve que cortar 96% da geração renovável disponível, minimizar toda a geração hidráulica possível, restando disponível apenas 1 GW de margem adicional para restrição de fonte eólica e fotovoltaica.
Em 10 de agosto, domingo em que foi comemorado o dia dos pais, a situação foi semelhante. Entre 13h e 13h30 a carga bruta chegou a 57,8 GW, sendo que 21,7 GW, ou 38%, foi atendido por MMGD.
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Fazenda propõe antecipar fim de subsídios para geração distribuída de energia; entenda. Pasta também sugere medidas como teto para incentivos para eólica e solar
Por Bernardo Lima e Manoel Ventura — Brasília
27/10/2025 04h01 Atualizado agora
O Ministério da Fazenda propôs a antecipação do fim dos benefícios concedidos para a micro e minigeração distribuída de energia, nome dado a produção de energia por meio de placas fotovoltaicas nos tetos de casas e prédios e nas chamadas fazendas solares. A ideia da equipe econômica é fazer uma nova reforma nos custos no setor elétrico e promover o que chama de “justiça tarifária”.
Geração distribuída
Uma das propostas mais sensíveis da Fazenda é antecipar o fim dos benefícios concedidos para sistemas de micro e minigeração distribuída. Esse é o nome técnico dado à produção de energia feita em painéis instalados nos telhados e também nas chamadas fazendas solares.
Qual a proposta?
O governo propõe que, a partir de 2026, todos esses consumidores (independentemente de quando instalou) passem gradualmente a pagar esses custos, em um período de transição que será concluído em 2029, quando o pagamento será integral. Outra alternativa seria manter os benefícios até 2030, no lugar de 2045.
Segurança jurídica
Nota técnica da Fazenda ressalta o fim dos subsídios preserva a viabilidade econômico-financeira dos novos empreendimentos porque o prazo de amortização de investimentos em MMGD é inferior a quatro anos, tendo em vista a redução dos custos de equipamentos observadas após 2017, fenômeno também observado no mercado interno.
Cortes de geração
A geração distribuída também é foco da Fazenda na divisão dos cortes de produção que tem ocorrido por excesso de geração de energia durante o dia. O chamado curtailment tem afetado usinas centralizadas, que têm contratos de longo prazo, como eólicas e solares, e não atinge a GD.
Agora, o governo quer incluir a geração distribuída no rateio da compensação financeira paga pelos demais geradores. Posteriormente, a ideia é que se criem medidas para viabilizar que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) possa ter controle físico da injeção de carga desses sistemas no setor.
https://t.co/mveozzUqpd

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Aneel confirma que distribuidoras devem cortar geração distribuída Agência formalizou posição e disse que medida deve ser tomada em 🚨situações de emergência.
Leia mais no texto original: (https://t.co/tD9LX0BZgG)
Aneel “ratifica o entendimento de que as distribuidoras têm não só o poder, mas o dever de realizar o corte, não só de carga, mas também de geração que acessa o sistema de distribuição em suas áreas de concessão”.
🪫A medida vale para usinas Tipo III –conectadas diretamente à rede de distribuição, como pequenas plantas solares, eólicas ou de biomassa– e também para sistemas de MMGD (micro e minigeração distribuída).
O posicionamento foi formalizado em ofício assinado, na 3ª feira (14.out.2025), pelo diretor-geral da agência, Sandoval Feitosa, e encaminhado ao operador. Leia a íntegra (PDF – 107 kB).
https://t.co/u8N6GBcoCi
No documento, a Aneel “ratifica o entendimento de que as distribuidoras têm não só o poder, mas o dever de realizar o corte, não só de carga, mas também de ⚡️geração que acessa o sistema de distribuição em suas áreas de concessão”:
✔️A medida vale para usinas Tipo III –conectadas diretamente à rede de distribuição, como pequenas plantas solares, eólicas ou de biomassa– e também para sistemas de MMGD (micro e minigeração distribuída).
✔️ O texto destaca que as distribuidoras devem assegurar a segurança e a confiabilidade da rede –inclusive selecionando unidades consumidoras e subestações 🎯que podem ser sujeitas ao corte em casos de 🚨emergência–, conforme as diretrizes do ONS.
✔️ Já as centrais geradoras devem seguir os comandos do COD (Centro de Operação da Distribuição), 🔌podendo ter a potência injetada limitada ou serem desconectadas temporariamente.
📚 O curtailment (ou constrained-off) ocorre quando há restrição operacional verificada pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Isso faz com que a energia gerada por fontes não despacháveis (solar/eólico) seja temporariamente reduzida ou interrompida até que a restrição finalize.
📰🗞️Consultoria sugere oito ações no setor elétrico para enfrentar curtailment. A Volt calcula que os cortes, conhecidos como "curtailment" no jargão do mercado, atingiram 17,2% do potencial de geraçãodas fontes renováveis entre janeiro e agosto.
https://t.co/z65NNFL271
🤖até então…
▶️#PPEI11: As UFVs que compõem o portfólio do PPEI11 estão classificadas na modalidade de operação Tipo III. As usinas classificadas nessa modalidade não possuem programação nem despacho centralizados e, por este motivo, não há relacionamento operacional com o ONS. Dessa forma, as usinas atualmente não estão sujeitas as restrições de escoamento da produção de energia (curtailment) impostas pelo ONS.
https://t.co/yV4H6S5A5A
▶️#COPN11: Q&A da gestão. O Curtailment poderia interferir na geração de energia e, consequentemente, na geração de dividendos do Fundo? Não, o curtailment, não interfere na geração de energia das Usinas do Fundo. As usinas da Copérnico e do FIP atuam no modelo de GD geração distribuída, que é um modelo de compensação de energia disponível para o mercado cativo (ACR). O ONS não atua no mercado cativo, somente no mercado livre (ACL). Dessa forma, não há risco de curtailment em usinas de geração distribuída, ao menos na regulação atual.
https://t.co/oAV1v7q4gd
▶️#SNEL11: também opera com desenvolvimento e/ou operação de ativos GD geração distribuída, conectados à Distribuidora Local, ficados em consumidores de baixa tensão. Até então sem sofrer curtailment.
https://t.co/xoxwuOhfob

#ConstrainedOff #Curtailment
Governo planeja leilão de baterias com 2 GW de demanda para 2026 Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirma que portaria será publicada até o fim de 2025; objetivo é equilibrar fontes renováveis e firmes no sistema elétrico.
LEILÃO DE BATERIAS O objetivo do leilão é contratar projetos de armazenamento de energia elétrica em larga escala. Essas baterias permitem armazenar energia gerada por fontes intermitentes, como solar e eólica, e liberá-la em momentos de alta demanda, ajudando a equilibrar o SIN (Sistema Interligado Nacional).
Leia mais no texto original: (https://t.co/9HPU9g7jHu)
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) disse nesta 6ª feira (10.out.2025) que o governo federal pretende realizar, no início de 2026, o 1º leilão exclusivo de baterias de armazenamento de energia elétrica do país.
A demanda prevista é de 2 GW (gigawatts). Para ele, o remate resolveria um “grande desafio do mundo”, que são os gargalos de infraestrutura para armazenamento de energia. “Equilibrar as energias firmes com as intermitentes é o grande desafio do mundo hoje e nós vamos resolver isso, em parceria com os órgãos de controle, com o TCU (Tribunal de Contas da União), com a CGU (Controladoria-Geral da União) trazendo as baterias”, disse a jornalistas depois do Fórum Internacional Esfera 2025, em Belém (PA).
▶️Próximos Passos
✔️O Ministério deve publicar a portaria até dezembro de 2025;
✔️ O leilão está previsto para o 1º trimestre de 2026;
✔️ As regras e prazos de implantação dos projetos ainda serão definidos em conjunto com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

#VIGT11 #ConstrainedOff #Curtailment
Vinci Energia FIP-IE
Relatório de Desempenho Mensal
Destaque negativo do portfólio eólico
🤖A Participação de Eólica no EBITDA do Portfólio de #VIGT11 é 15,7%
🚨Os cortes de energia renovável (curtailment) atingiram níveis recordes em julho. O curtailment representou cerca de 40,4% da geração potencial no mês de julho. A geração efetiva no mês de julho foi 17,1 MWm, enquanto os cortes de geração alcançaram 11,7 MWm no período.
A geração eólica no mês foi de 17,1MWm o que representou uma geração 45,9% abaixo da meta contratual prevista para o mês. O curtailment representou uma frustração de 11,7 MWm, caso não houvesse essa limitação, a geração realizada seria 9,1% abaixo da meta prevista para o mês em função dos ventos.
📚📕📗Curtailment ocorre quando o Operador Nacional do Sistema (ONS) pede que uma usina eólica ou fotovoltaica pare de gerar energia por conta de algum tipo de restrição, como falhas de equipamentos ou segurança do sistema. Há disponibilidade, mas não há geração.
💹Estratégia: O Vinci Energia FIP-IE é um Fundo de investimento do tipo #Fipie, que possui participações (#Equity) em ativos de infraestrutura. Sua estratégia tem como base a construção de um portfólio composto por participações societárias em ativos de Geração e Transmissão de energia, operacionais, e que apresentem retorno esperado de 350bps acima da NTN-B longa, no momento de aquisição, e que tenham receitas indexadas pela inflação. A estratégia do Fundo visa proporcionar a distribuição de rendimentos periódicos para os cotistas.
🛟Perfil de proteção da inflação: no mês de julho de 2025 houve a aplicação do reajuste das receitas contratuais nos ativos sendo aplicado 5,32% nas transmissoras, 5,35% nas eólicas Mangue Seco e 7,02% nas PCHs de ESPRA. Especificamente para a transmissora TPAE ocorreu Revisão Tarifária Periódica e sua RAP foi ajustada em R$ 223,8 mil/ano, correspondendo a 1,52% de aumento.
▶️Relatório Gerencial - Julho/2025
08/08/2025
🖇️https://t.co/MoxSgLFi8g
Conjuntura do tema #Curtailment
🌪️No caso da fonte eólica, os estados do Rio Grande do Norte e Ceará registraram as maiores restrições médias de #curtailment, com 24% e 28%, respectivamente.
🙏O Leilão de Transmissão da ANEEL, previsto para outubro, inclui projetos próximos a Mangue Seco/Açu (RN). O Lote 11 contempla a instalação de compensadores síncronos nas subestações Açu III e João Câmara III, o que deve melhorar o controle de tensão e reduzir o curtailment no Nordeste ao longo do tempo.
🕵️♂️A Companhia segue questionando judicialmente os descontos aplicados por restrições operativas nos contratos de energia de reserva com a CCEE, assim como a legitimidade de tais cortes dadas a natureza dos contratos de energia de reserva dos quais as eólicas de Mangue Seco se enquadram.
🤖A ANEEL está trabalhando para adaptar as regras do setor elétrico à realidade da crescente geração distribuída e do aumento da participação de fontes renováveis, buscando um sistema mais eficiente, seguro e sustentável. Novas regras para compensação e rateio de curtailment poderão afetar o setor de geração🔜

#ONS #Eólica #Solar
#curtailment #constrainedoff
Governo manda ONS tomar medidas para diminuir 'desligamentos' de parques eólicos e solares. Parques das duas fontes renováveis se queixam do aumento das interrupções na produção de energia para evitar sobrecarga no sistema com regras mais rígidas desde apagão de 2023. Veja+
https://t.co/hzPnhxJ36o

#ONS #Eólica #Solar
#curtailment #constrainedoff
Governo cria grupo para avaliar como reduzir cortes de geração de energia renovável
https://t.co/qesTnZgN4Y
#ONS #Eólica #Solar
#curtailment #constrainedoff
Marina Silva “Vamos triplicar a energia renovável, duplicar …, fazer a transição para fim do uso de combustível fóssil …”.
https://t.co/fff3ZsFFPX
🤖Quem vai investir para tomar curtailment e quebrar? Explica aí a tua transição!
#ONS #Eólica #Solar
#curtailment #constrainedoff
#VIGT11 #XPIE11 #PICE11
Aneel convida geradores e ONS para discutir curtailment, podem avançar numa discussão para iniciar tratativas com a AGU para uma resolução da judicialização do tema. - Leia mais em: https://t.co/evPUAhnhdm
#ONS #Eólica #Solar
#curtailment #constrainedoff
Curtailment: a culpa é da geração distribuída? Há um problema estrutural no modelo do setor elétrico brasileiro. Entenda…
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#ONS #Eólica #Solar
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#XPIE11 #VIGT11 #PICE11
Geradores conseguem decisão judicial obtida por geradores renováveis pelo ressarcimento integral dos cortes de geração, conhecidos pelo termo em inglês curtailment.
https://t.co/t528yyseU7

#ONS #Eólica #Solar
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Moody’s Local
RELATÓRIO SETORIAL
30 de outubro de 2024
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