Se você acha que Donald Trump vai cuidar do Brasil você é burro. Simplesmente burro, nada além de burro. Te falta neurônio, capacidade cognitiva, intelecto, raciocínio básico, lógico, simples. Um pedaço de madeira é mais inteligente que você.
As propostas de governo devem ser:
- Saúde
- Educação
- Segurança
- Saneamento básico
- Desigualdade social
MORALISMO e RELIGIÃO não são planos de governo.
Se você vive no Brasil real, aquele em que 8,6 milhões de pessoas saíram da pobreza, o desemprego chegou à menor taxa da série histórica, o SUS bateu recorde de cirurgias e caiu o número de adolescentes fora do ensino médio, precisa entender: isso não acontece por acaso. É resultado de políticas públicas.
E o seu voto deve refletir o país que você quer construir.
Se uma família que recebe 600 reais do Bolsa Família te incomoda mais do que o político em quem você vota, que trabalha 80 dias no ano, sem nunca ter apresentado um projeto, tendo um salário de 46 mil, o problema do país pode ser você.
Segundo a apuração do repórter Caiã Messina, do Grupo Bandeirantes, os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça teriam discutido no Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (1º), a ponto da segurança precisar intervir.
Moraes solicitou uma conversa com Mendonça ao se encontrarem no início da sessão, após a quebra de sigilo do inquérito que investiga o Banco Master e que revelou trocas de mensagens entre o magistrado e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Após alguns momentos de conversa, os dois se exaltaram e começaram a discussão.
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Não concluo nada sem materialidade. O que se sabe até agora é que um banqueiro arrivista e picareta, surgido durante o governo Bolsonaro, comprava toda espécie de acesso ao poder. O escritório da mulher de Alexandre de Moraes celebrou com ele um contrato milionário, em condições no mínimo extraordinárias, cuja minuta foi editada pelo próprio ministro; e há mensagens que a Polícia Federal atribui a uma conversa entre ambos, nas quais Vorcaro lhe pede proteção contra a própria PF e o Banco Central. Há, portanto, suspeita legítima de compra de influência; prova de que Moraes tenha praticado algum ato em favor do banqueiro, nenhuma.
O mesmo Vorcaro destinou, a pedido de Flávio Bolsonaro, dezenas de milhões de reais a uma ridícula cinebiografia de seu pai. Mais consistente ainda é o material relativo a Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil de Bolsonaro e aliado de sua família: a PF aponta pagamentos mensais, negócios favorecidos, viagens e outras despesas custeadas pelo grupo, ao mesmo tempo que Ciro apresentava no Senado uma emenda redigida pelo próprio Master para beneficiar o banco. Aqui, a materialidade é mais espessa, porque aparecem tanto as vantagens recebidas quanto o possível ato de contrapartida. A defesa nega qualquer ilegalidade. Sobre Lulinha, há mensagens e indícios de negócios com uma lobista, o que evidentemente merece investigação. Não constituem, porém, prova de crime cometido por ele, muito menos de envolvimento do presidente Lula.
Acho também no mínimo estranho que André Mendonça, indicado ao Supremo por Bolsonaro, concentre suas intervenções mais ostensivas justamente nos capítulos da investigação que servem à narrativa da direita. Isso não prova coordenação com a campanha de Flávio, mas obriga a examinar o timing, a seletividade e os efeitos políticos de sua atuação.
Vale para tudo o que vem sendo divulgado: não confundir indício, suspeita e prova.