Olha que descoberta incrível! ❤️
Esta foto é do Monastério Sakya, uma incrível Biblioteca encontrada no Tibet com 84.000 manuscritos secretos que incluem a história da humanidade durante mais de 10.000 anos.
Esta talvez seja a maior biblioteca do mundo sobre as histórias mais antigas e distantes da vida humana. De acordo com informações, os livros que se encontram nela estariam escritos em várias línguas.
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No #RodaViva desta segunda-feira (11), Luana Génot abre o programa com uma poesia do escritor Elisio Lopes Jr.
Para ela, o termo "aliado" já não é suficiente para as transformações que o país precisa. A palavra de ordem agora é corresponsabilidade.
#RodaViva#TVCultura #LuanaGénot
“Eu gosto de lembrar as pessoas que a palavra índio é uma invenção, é uma ficção, essa palavra não significa nada. Quem pesquisar no dicionário vai ver que a palavra índio é o elemento químico número 49 da palavra periódica [...] A palavra índio é uma negação, elas nos nega, já a palavra indígena nos afirma”
Daniel Munduruku,
No Roda Viva
Esta estátua está localizada na cidade de Zaragoza, Espanha, e é chamada de "A Mulher que Não Faz Nada", como uma crítica à falta de reconhecimento do trabalho doméstico. Chamá-la assim é, na verdade, revelar o quanto o mundo ainda não aprendeu a enxergar o essencial. Porque o trabalho doméstico não faz barulho, mas ele sustenta o barulho dos outros. Não aparece, mas permite que tudo apareça. Não é celebrado, mas é o que torna possível qualquer celebração.
Como uma força invisível que organiza o caos, como mãos que, sem aplauso, mantêm o cotidiano em ordem, como um altar onde se cultua o cuidado. Ela carrega mais que objetos, carrega o mundo. Cada panela, cada roupa, cada gesto repetido é um pequeno ritual de permanência da vida. Os filhos que a tocam na escultura não são apenas crianças, são o futuro que se apoia no invisível.
Considero esta a obra de Habermas que mais preserva o espírito crítico dos primeiros frankfurtianos. Feita num tempo de parca literatura disponível, revela poder imaginativo hoje raro na Sociologia, cada vez mais presa ao fragmento empírico e ao que Adorno chamou "mito dos fatos"