tem umas marcas brasileiras que se dizem cool mas que tiram a gente pra otario com valores absurdos e o material sendo 100% poliester… hello??? vai se fuder n fode caraio
CREARON UN CAPCUT GRATIS Y SIN MARCAS DE AGUA, Y YA TIENE 62K STARS EN GITHUB
CapCut te mete marca de agua, te bloquea funciones y encima te cobra suscripción.
Un grupo de devs se cansó y construyó la alternativa open source y gratuita.
Se llama OpenCut. Te explico todo:
Un editor de vídeo open source que están construyendo desde cero, con arquitectura basada en plugins.
La idea: una alternativa real a CapCut, pero abierta.
Sin marcas de agua, sin paywalls, sin suscripciones.
Lo que crearon:
→ Editor completo con línea de tiempo y multipista
→ Plugins nativos para expandir lo que puede hacer
→ Una sola app para web, escritorio y móvil (núcleo en Rust)
→ MCP Server, automatizaciones y soporte para agentes de IA
→ Licencia MIT: puedes hacer lo que quieras con él
Cómo instalarlo:
→ Clona el repo desde GitHub
→ Instala las dependencias
→ Ejecuta la versión clásica (disponible ya)
→ Sigue la nueva versión en https://t.co/WYZSSwgBue
Es exactamente lo que CapCut debería haber sido desde el principio.
Enlace abajo👇
preciso de um ingresso pra vdv de hoje amigas é caso de vida ou morte por favor vamos todos juntos tentar me ajudar ALGUEM precisa estar vendendo um ingresso n é possivel
🇨🇱 El Milei chileno pensó que, como en Argentina, la gente iba a quedarse tranquila mirando como destruyen el trabajo, la salud y la educación, y mandó a los carabineros a reprimir una movilización...
Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828.
Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo.
A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos.
Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina.
Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos.
A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação.
Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão.
A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
https://t.co/2mc2gOZ8TT