STRONG move, @SecRubio!!!
“US revokes visa of Brazilian ambassador over diplomatic dispute, official says”
-Brazil for weeks withheld formal approval for nominee Daniel Perez after Trump's June 1 nomination.
-Brazil last month denied visas to State Department human rights officials…
https://t.co/5iKNRoq3Ut
🚨 URGENTE: EUA CANCELAM O VISTO DA EMBAIXADORA DO BRASIL EM WASHINGTON.
A informação foi dada há pouco por um oficial sênior do Departamento de Estado, em ligação fechada com um grupo restrito de jornalistas convidados, da qual participei.
A embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão brasileira nos Estados Unidos, teve o visto cancelado. A medida é retaliação direta à recusa do governo Lula em conceder o agrément a Daniel Perez, o embaixador americano indicado por Trump para Brasília.
Perguntei diretamente ao oficial se novas ações de visto e novos cancelamentos estavam sendo considerados. A resposta foi curta e devastadora: outras ações "não estão descartadas".
O governo americano descreve um padrão de hostilidade brasileira que se acumulou ao longo do ano: Darren Beattie, conselheiro sênior para o Brasil, foi barrado em uma visita anterior. Depois, o secretário-assistente Riley Barnes e o secretário-assistente adjunto Sam Samson tiveram os vistos negados para o que Washington classifica como uma visita de rotina. E agora o próprio embaixador americano está sendo bloqueado, com atrasos sucessivos e sem nenhum prazo prometido.
A condição foi colocada de forma explícita: o visto de Viotti será restaurado no momento em que o Brasil conceder o agrément a Daniel Perez. Nas palavras do oficial, "reciprocidade é o nome do jogo". Se um governo não deixa o outro trabalhar, o mesmo será feito de volta.
E aqui está a dimensão histórica que o Itamaraty não vai querer que você entenda: isto não tem precedente na história da relação Brasil-Estados Unidos. Em mais de 200 anos de relações diplomáticas ininterruptas, desde 1824, nunca um embaixador brasileiro em Washington teve o visto cancelado pelo governo americano.
A última vez que os Estados Unidos aplicaram esta medida contra um país do hemisfério foi em dezembro de 2010, contra a Venezuela de Hugo Chávez. O motivo foi exatamente o mesmo: Caracas se recusou a aceitar Larry Palmer como embaixador americano, e Washington cancelou o visto do embaixador venezuelano Bernardo Álvarez Herrera. O resultado? Venezuela e Estados Unidos ficaram uma década inteira sem embaixadores, até a ruptura total das relações.
É essa a companhia em que Lula acaba de colocar o Brasil.
O Departamento de Estado fez questão de dizer que atribui grande importância ao Brasil e a qualquer governo eleito que o povo brasileiro escolher "DE FORMA LIVRE E JUSTA", e que deseja voltar à normalidade. Mas o recado foi inequívoco: o governo brasileiro deve uma resposta rápida e positiva, e o relógio está correndo. Tic. Tac.
Esta capa da Veja talvez seja um dos retratos mais acabados da degradação do jornalismo brasileiro, que se tornou vassalo do sistema.
Uma revista que durante décadas se orgulhou de confrontar o poder agora se ajoelha diante dele. Em vez de fiscalizar as instituições, agora as sacraliza e ainda exige reverência - Nada mais abominável.
Ao transformar uma urna eletrônica em um “monumento à democracia”, a Veja promove a mais perigosa inversão de valores. Democracia não é um dogma nem uma religião - é o direito de questionar máquinas, governos, tribunais e qualquer instituição do Estado.
A urna eletrônica na capa da Veja e o artigo publicado parece mais uma peça de marketing nos moldes soviéticos, um objeto de adoração, um verdadeiro bezerro de ouro diante do qual o cidadão deve apenas se curvar. Questioná-la passa a ser tratado como blasfêmia - é a clara substituição do pensamento crítico pelo dogma político.
O jornalismo nasceu para desconfiar do poder e trazer ao conhecimento da sociedade aquilo que o sistema prefere manter oculto da população, não para canonizá-lo. Quando a Veja afirma que criticar uma tecnologia é um “desserviço às instituições”, ela passa a atuar oficialmente como guardiã da narrativa oficial do regime.
Esse é o aspecto mais vergonhoso desta capa. Uma revista que, durante décadas, orgulhou-se de confrontar o poder agora se ajoelha miseravelmente diante dele. A quem a Veja serve? Ao jornalismo ou a esse regime nefasto instaurado no Brasil?
Recebemos nesta data a intimação encaminhada pelo Ministro Alexandre de Moraes à defesa do Presidente Bolsonaro, determinando a apresentação de explicações sobre o uso de video contendo suas imagens, gerado por IA, e apresentado durante a convenção do Partido Liberal, havida em São Paulo no último sábado,
Inicialmente, cumpre consignar que o Presidente Bolsonaro não autorizou a utilização de sua imagem e voz para a produção do vídeo elaborado mediante inteligência artificial referido na decisão.
Aliás, sequer poderia fazê-lo. Conforme expressamente determinado pelo Ministro Alexandre de Moraes, na decisão de 17.07.2026, o Presidente Bolsonaro encontra-se com o direito de visitas suspenso pelo prazo de 30 (trinta) dias, enquanto seu primogênito, Senador Flávio Nantes Bolsonaro permanece impedido de visitá-lo pelo prazo de 90 (noventa) dias, circunstância que, por si só, evidencia a inexistência de qualquer contato destinado à obtenção de autorização específica para a elaboração do referido material.
Muito antes das restrições atualmente impostas, ao menos desde o período em que exercia a Presidência da República, seus filhos sempre utilizaram sua imagem pública no âmbito da atividade político-partidária, reproduzindo fotografias, gravações, pronunciamentos, discursos, entrevistas e demais manifestações públicas, prática notória, contínua e jamais objeto de qualquer oposição por parte do titular desse direito.
O Presidente Bolsonaro teve, força de injusta condenação, seus direitos políticos cassados — que se limitam a restringir sua capacidade votar e ser votado; na semana passada, por decisão monocrática do Ministro, viu expandidos os limites do que legalmente se tem como direitos políticos, sendo proibido de qualquer tipo de manifestação, mesmo que por carta, até o final da eleição deste ano, assim como de ter qualquer atividade de cariz político, situação a que podemos chamar de “silenciamento político”, modalidade inédita de efeito da condenação e que, à evidência, não verbaliza o idioma constitucional.
Querem doutrinar nossas crianças para formar adultos dependentes em vez de cidadãos livres, críticos e capazes de construir o próprio futuro.
Uma nação forte forma crianças livres para pensar. Uma nação fraca tenta doutriná-las para criar adultos dependentes do governo.
🙏🇧🇷💚🏓
"Hoje, o presidente Trump determinou que o @USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maior parte das importações brasileiras. Não deve haver qualquer dúvida quanto ao motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé.
Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Ao longo do último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de alcançar um acordo em benefício do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço dessa escolha".
Brazil has been trying to censor American speech on American platforms for years.
Now it's going after American companies and consumers too.
Foreign or abroad, the Committee won't let these attacks go unchecked.
DANO MORAL COLETIVO É COISA DE PILANTRA
1 - Crie uma ONG fingindo defender um grupo
2 - Monitore o que as pessoas estão falando na internet
3 - Interprete de forma canalha que algo que foi dito ofende o grupo
4 - Peça uma indenização milionária para o grupo
5 - Fique com o dinheiro
6 - O grupo não se ofendeu, não viu a postagem e nem ficou com o dinheiro.
É ou não é coisa de pilantra? Como que este absurdo foi normalizado?
Pode ter utensílios de cozinha (facas, materiais com vidros, panelas de aço), tesouras, ferramentas? Qualquer objeto na residência pode servir como arma. O fato de ter uma arma de fogo registrada, no interior da residência, mesmo na condição de preso domiciliar não atrai, por si só, a possibilidade de falta grave. Qualquer interpretação em contrário só demonstrará a grave perseguição contra o Bolsonaro.
Comprou um imóvel, além do ITBI pro município, você paga ao cartório de registro uma taxa proporcional ao valor do bem pra averbar a transferência. Quanto mais caro o imóvel, mais caro o registro, mesmo que o trabalho do cartório seja idêntico pra um apartamento simples ou um de luxo. O serviço é o mesmo carimbo, o preço varia com o seu bolso. É um tipo de cobrança por capacidade de pagamento num serviço de balcão monopolizado, sem concorrência que pressione o preço pra baixo. Você paga caro pra o Estado reconhecer oficialmente que aquilo que você comprou é seu.
Fui entrevistado pelo Estadão a respeito do julgamento de Eduardo Bolsonaro.
"Eduardo não cometeu coação, fez denúncias. Isso é um direito de todo cidadão e um dever de todo parlamentar."
https://t.co/zjAaJvL1b2
OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER
"Caso Eduardo Bolsonaro: qual a fronteira entre a política e o direito?"
"Quando confundimos as autoridades com as instituições estamos num regime muito pouco republicano"; confira a coluna de @fernandoschuler
Statement from CPAC Chairman Matt Schlapp on the Political Persecution of Eduardo Bolsonaro
CPAC condemns in the strongest possible terms the conviction and sentencing of Eduardo Bolsonaro by Brazil’s Supreme Federal Court. This is a grave violation of democratic norms, free speech, and the rule of law.
Let’s be clear: Eduardo Bolsonaro’s so-called “crime” was not violence. It was not corruption. It was not a threat against anyone. His alleged crime was exposing the corruption, censorship, and abuse of power taking place inside the Brazilian government and its Supreme Court.
This is lawfare, plain and simple. Eduardo Bolsonaro is being targeted for political reasons because he dared to speak the truth about what is happening in Brazil and because he refused to stay silent while his father, President Jair Bolsonaro, and millions of Brazilian conservatives were subjected to political persecution.
Justice Alexandre de Moraes has become the face of this judicial overreach. Moraes ignored a U.S. judicial proceeding related to censorship of Americans on social media only reinforced what the world already sees: Brazil’s ruling establishment wants the power to silence its critics at home while escaping scrutiny abroad.
Even more alarming, Moraes voted to convict Eduardo Bolsonaro in a case in which Moraes himself claims to be the victim. In any impartial judicial system, it would be unthinkable for a magistrate to act simultaneously as judge and alleged victim. Yet that is precisely what Brazil’s Supreme Federal Court has allowed, turning the appearance of justice into an instrument of political retribution.
No court should be above accountability. No judge should be allowed to censor political opponents, intimidate opponents, or punish citizens for speaking out. And no democracy can survive when criminal law is twisted into a weapon against the opposition.
CPAC stands with Eduardo Bolsonaro, President Jair Bolsonaro, and the Brazilian people who are fighting for free speech, fair elections, judicial accountability, and real democracy.
The world is watching Brazil. Conservatives across America and around the globe will not be silent while lawfare replaces justice.