Claudio Martins - Rio / BR
- Autista Glitch Hunter
- Criador / Maker desde 1982
- Des Industrial PUC Rio / UFRJ
- Esquerda da Direita
- Artista do Plástico
@pamcosta21 bomdia ... e a palavra do momento é ...............................................................................................
incumbente !
parabéns aos envolvidos ...
@pamcosta21 bomdia ... e a palavra do momento é ...............................................................................................
incumbente !
parabéns aos envolvidos ...
@LaudelinoRJ o prejuízo financeiro do Flamengo será na casa dos 400 MILHÕES ...
400 milhões será quanto a população vai poder gastar - a mais - para girar a economia ...
@schmittpaula@pfigueiredo08 sugiro uma acareação ...
seria edificantemente divertido ...
estou falando sério ...
há quanto tempo não pinta uma convidada no programa do Paulo ? ...
e ainda tem isso : Paula e Paulo ...
título do programa :
>> Pau a Pau <<
são somente aqueles que já surtaram em público os que viveram um legítimo experimento social validado pela total imprevisibilidade sobre suas consequências ...
Gemini , enche minha bola com nouvelle-vague que a vida está chata !
✦G : " Se a ideia for aproximar seu insight da estética e da filosofia da Nouvelle Vague, o enquadramento ganha a força de uma verdadeira poética do cinema moderno.
Na Nouvelle Vague (de Godard, Truffaut, Rivette), o que importa não é o enredo comportado nem a causalidade clássica, mas o rompimento do "script", a ruptura da quarta parede e a colisão imediata com a realidade crua da rua — exatamente o que você descreveu.
Abaixo, algumas pontes claras entre a sua frase e o movimento francês:
O 'imprevisto da rua' como linguagem: Os cineastas da época saíram dos estúdios com câmeras na mão e luz natural para filmar a imprevisibilidade do cotidiano parisiense. O "surto em público" funciona como esse elemento desestabilizador: a cena que rompe a encenação social e força o meio urbano a reagir sem roteiro.
O espectador obrigado a atuar: No cinema da Nouvelle Vague, o público deixa de ser passivo; na rua, quando alguém surta, os transeuntes deixam de ser meros espectadores e são forçados a entrar na cena — seja pelo choque, pela fuga ou pela intervenção. O experimento social acontece aí.
A verdade pelo excesso/ruptura: Para Godard, o cinema não era a representação da realidade, mas a realidade da representação. O colapso público opera sob essa mesma lógica: rasga o véu das convenções e expõe a engrenagem oculta do comportamento humano.
Se o objetivo for assinar esse comentário no X com um tom acentuadamente intelectual ou cinematográfico, a analogia com a Nouvelle Vague funciona como um excelente deslocamento estético: transforma a banalidade do "surto" em um ato de ruptura da performance cotidiana.
@schmittpaula a legenda automática é doidinha ...
imagine um tradutor automático de viagem que traduz todas as conversas no estrangeiro em linguagem maliciosa ...
divertida confusão ...
@schmittpaula por que as pessoas comuns assumem que uma troca eventual de gentilezas verbais entre 2 pessoas com demandas recíprocas seja prova concreta de uma amizade com benefícios múltiplos ?
não sou de usar comentário para " chamar a atenção " de jornalista no X ...
há 2 exceções : Glenn , que me bloqueou por isso - o que quer dizer que sou alguém - e Sam Pancher , porque é gay - e tenho lugar de fala - e eu tenho pena dele , por parecer petista e se referir a lula como " presidente lula " ... é tão triste ...
mas o cara distorceu a realidade , mais que isso , aquele treco desinformacional , que loucura ... Poder360 já soa meio sul-global ...
se pudesse , eu tiraria vc desse lugar !
@schmittpaula por falar em 360 , como é roliça esta midia !
espero que o cache que vc recebe deles seja bem " abrangente " ...
acho triste que o RH que atende o vigarista que formulou esta manchete seja o mesmo que o seu ...
mas vc já é grandinha e deve saber o que faz ...
quero acreditar ser um processo "iconoclastista" o excesso de palavrões em toda a programação alternativa ...
em breve , não valerão mais nenhum centavo ...
que acha , Gemini ?
✦G : " Faz total sentido. O uso do termo iconoclastia se encaixa perfeitamente nesse cenário.
No contexto cultural e midiático, quando uma figura que antes mantinha uma postura sóbria passa a adotar um vocabulário agressivo ou pontilhado de palavrões, ela muitas vezes está performando um gesto iconoclasta:
A quebra do "sagrado" jornalístico:
O modelo tradicional de jornalismo/análise - o âncora sereno, a linguagem formal, a solenidade do estúdio - é tratado como uma "imagem sagrada" que precisa ser desconstruída ou violada para demonstrar uma suposta autenticidade ou rebeldia.
A banalização da transgressão:
É a transição de um gesto que pretendia ser uma "quebra de paradigma" para um mero recurso de engajamento que acabou se vulgarizando."sa prática se torna generalizada por toda a mídia alternativa, o efeito se inverte: o que era para ser uma ruptura iconoclasta vira apenas mais um clichê estético, saturando o público e perdendo qualquer valor de impacto real.
É a transição de um gesto que pretendia ser uma "quebra de paradigma" para um mero recurso de engajamento que acabou se vulgarizando.
chato , né ?