Cobra não tem ombro.
Os escravos aceitaram tudo na Fraudemia, agora vão tirar o sangue dos seus filhos e ter o DNA deles para saber logo que órgãos tirar de quem.
Medonho.
@ancapsu Vai falar sobre o caso de estarem recrutando jovens brasileiras de 18 a 22 pra trabalhar em fábricas de drones russos? Isso cheira a tráfico internacional de mulheres
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Benito Mussolini foi, das figuras mais conhecidas do século XX, a que melhor incorporou a crise do marxismo e sua transmutação em novos movimentos revolucionários.
Mussolini começou sua carreira de militante e jornalista como um marxista ortodoxo devido a influência de seu pai, Alessandro, um ferreiro autodidata e militante socialista e anarquista da Romanha. Mussolini, de 1900 a 1905, considerava-se um materialista econômico e, dentro todos os autores citados em seus escritos dessa época, Marx e Engels são os que mais figuram, seguidos por Proudhon.
Sua ida à Suíça, fugindo da conscrição militar italiana, contudo, o jogou de cabeça na teoria revolucionária dos sindicalistas italianos como Arturo Labriola, que começaram a misturar a teoria das elites com a necessidade de guiar as massas proletárias à revolução - uma síntese iniciada por Georges Sorel e depois aperfeiçoada por Vladimir Lênin;
Embora seu marxismo estivesse sofrendo essa mutação, foi apenas em 1909, já de volta à Itália, que o jornalista Mussolini foi, a pedido do jornal Avanti!, o jornal do Partido Socialista Italiano, conhecer o Tirol, um território então disputado pela Itália e pela Áustria. Lá, ele achou que encontraria seus camaradas socialistas, mas presenciou, com assombro, uma briga intestina de socialistas austríacos e italianos pela posse do território. A partir daí, a questão da nação começou a influenciá-lo paulatinamente.
Em 1912, Mussolini foi eleito o líder do Partido Socialista Italiano no Congresso de Reggio Emilia - Antonio Gramsci votou nele. Nessa condição, continuou a formular seu socialismo sincrético sem, contudo, evoluir diretamente para um socialismo nacional, porque ainda se recusava a abandonar o internacionalismo.
A 1.ª Guerra Mundial mostrou ao mundo e a Mussolini a verdade: os proletários lutavam, matavam outros proletários e morriam por suas nações. O internacionalismo estava morto... e Mussolini, ajustando-se à realidade, exortou seus camaradas a defenderem e lutarem pela Itália na guerra. Foi expulso por heresia ideológica.
Quando Mussolini voltou ferido das trincheiras, algo havia definitivamente mudado. Ele lera, ao invés de Marx, Giuseppe Mazzini e Enrico Corradini; "o socialismo", disse Mussolini, "pertence à nação e deve ser feito para as classes nacionais". O seu sincretismo, iniciado há mais de uma década, desembocou enfim num novo movimento que almejava uma revolução modernizadora e violenta para equalizar as classes sociais, trazer-lhes a "justiça social" e transformar a nação num ente de poder para competir na geopolítica do século XX.
Essas posições o levaram a ser tachado por Lênin de "chauvinista" e "extrema-direita", porque Mussolini ousou abandonar o dogma do internacionalismo em prol de sua nação. Era o início do fascismo.
@adelinodiz Eu tinha uma casa na ilha. Emprestei pra minha sogra e ela ficou lá como se fosse dona. No dia q pedi a chave ela foi falar pra muie q eu tinha tomado a chave dela. Quando vendi, ela ficou com raiva dizendo q eu devia ter vendido parcelado pra ela (imagine o toco q eu iria levar)
A Uber torrou o orçamento inteiro de IA do ano em 4 meses.
84% dos engenheiros usando Claude Code. 70% do código vindo de máquina. O COO da empresa admitiu: consumo de tokens não tinha correlação nenhuma com features entregues.
A Forbes investigou outras empresas e a conclusão é uma só: a IA tá custando mais que as pessoas que ela substituiu.
Uma empresa esqueceu de botar limite no uso de IA. A conta do Claude no mês: US$ 500 milhões.
A Nvidia acha que um engenheiro de US$ 500 mil por ano deveria consumir pelo menos US$ 250 mil em tokens. O orçamento-alvo da empresa só com tokens pra engenharia: US$ 2 bilhões por ano.
Big Tech vai gastar US$ 725 bi em capex em 2026. Alta de 69% sobre 2025. E 95% do uso ainda roda nos modelos mais caros, mesmo pra tarefas que não precisam.
A Amazon criou um ranking interno chamado KiroRank pra premiar quem usasse mais IA. Funcionários começaram a queimar tokens em lixo só pra subir no placar. Tiraram do ar sem fazer barulho.
A Meta fez parecido. Batizou de "Claudeonomics". Cortou 8 mil vagas no mesmo ano.
O nome que a indústria deu pra isso: tokenmaxxing. Gastar token virou KPI. Ninguém perguntou se tava gerando valor.
115 mil demitidos em tech em 2026. Mais de 150 empresas. SentinelOne cortou 8%, Wix cortou um quinto, Block cortou metade.
Estudo do MIT: IA é economicamente viável em 23% das funções. Nos outros 77%, o humano sai mais barato.
Então por que demitiram? Porque o board mandou. E quando o board manda implementar IA, ninguém levanta a mão pra dizer que o ROI não fecha.
A OpenAI gasta US$ 2 pra cada US$ 1 que fatura. Prejuízo em 2026: US$ 14 bi. Vai acumular US$ 44 bi de buraco antes de ver lucro, previsto só pra 2029.
Altman admitiu que perde dinheiro com assinatura de US$ 200 por mês. A empresa mais famosa de IA do mundo não consegue cobrar o suficiente pelo próprio produto.
Sequoia calculou: o setor precisa faturar US$ 600 bi por ano pra justificar o capex. Hoje fatura uma fração disso.
Em junho, semicondutores perderam US$ 1,3 trilhão de valor num dia. Maior queda do setor desde o crash da pandemia.
Ray Dalio chamou de estágio inicial de bolha.
A internet também era tecnologia real. E também produziu um crash. A diferença é que em 2000 as empresas queimavam milhões. Em 2026, queimam bilhões. A pergunta é a mesma: quem paga a conta quando o dinheiro acabar?
O Brasil é realmente um país curioso.
A gente passa a vida inteira ouvindo que o problema é o empresário ganancioso, o produtor rural explorador e o mercado malvadão.
Aí a Receita Federal divulga o ranking de patrimônio médio por profissão e quem aparece no topo?
-Titular de cartório R$ 3,3mi
-Juízes e desembargadores R$ 2,9mi
-Procuradores e promotores R$ 2,9 mi
-Diplomatas R$ 2,5 mi
Para encontrar um dirigente de empresa é preciso descer no ranking. O produtor rural, que vive sendo tratado como inimigo do país, aparece com metade do patrimônio médio de um titular de cartório.
No Brasil, quem abre empresa, investe o próprio dinheiro, contrata funcionário e corre o risco de quebrar é tratado como privilegiado.
Enquanto isso, algumas das maiores fortunas médias estão justamente em carreiras cercadas de estabilidade, benefícios públicos ou atividades protegidas pelo próprio Estado.
A ironia é maravilhosa.