“Entender e participar da construção da regulação também é cuidar da sustentabilidade do próprio negócio.” ⚡
No artigo “MMGD diante de uma nova prova de fogo”, Wladimir Janousek, secretário de Indústria e Comércio do INEL, alerta para mudanças regulatórias que podem reduzir a economia dos consumidores, alongar o retorno dos projetos e pressionar a rentabilidade das empresas da cadeia solar.
O setor precisa se preparar, revisar propostas comerciais e participar das decisões que definirão o futuro da geração distribuída.
📲Leia o artigo completo na íntegra: https://t.co/TQHpXO456z
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🚗⚡ O Brasil chegou à marca de 1 milhão de veículos leves eletrificados. O número reúne carros 100% elétricos e diferentes tipos de híbridos e mostra como essa tecnologia vem ganhando espaço nas ruas.
Mas o que muda na prática? Em uma comparação com duas picapes da tabela do Inmetro, a elétrica consome cerca de 20,8 kWh para percorrer 100 km. A picape a diesel usa cerca de 10,5 litros na mesma distância.
Se a eletricidade custar R$ 1/kWh e o diesel, R$ 6/litro, isso representa aproximadamente R$ 21 contra R$ 63 por 100 km. São preços ilustrativos: o gasto real depende da tarifa, do combustível e das condições de uso.
A diferença também aparece no escapamento. Segundo a tabela do Inmetro, a picape elétrica registra zero emissão de CO₂ pelo escapamento, enquanto a versão a diesel usada no exemplo registra 22,6 kg a cada 100 km. A produção da eletricidade e a fabricação dos veículos também geram emissões e não entram nessa medida.
A eletromobilidade avança. Ampliar o acesso à recarga e à energia limpa ajuda a levar seus benefícios a mais pessoas.
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"Não faz sentido contratar capacidade cara por décadas enquanto energia limpa já disponível é desperdiçada." ⚡
No Estadão, Heber Galarce, presidente do INEL, cobra planejamento, transparência nos leilões e uma meta anual de redução dos cortes de energia renovável. Só em 2025, foram cerca de 35 TWh cortados, com perdas estimadas em R$ 6,5 bilhões.
📲Leia o artigo completo na íntegra: https://t.co/0rbYtW6WeV
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🎥 ENERGIA EM FOCO #26 | O que movimentou o setor elétrico nesta semana?
A semana foi marcada por novas possibilidades para a micro e minigeração distribuída, investimentos bilionários em transmissão, movimentações envolvendo os data centers e discussões importantes sobre a operação e a regulação do setor elétrico.
Nesta edição, destacamos:
⚡ A aprovação, pela ANEEL, do Leilão de Transmissão previsto para 30 de outubro, com investimentos estimados em quase R$ 9 bilhões para a expansão da infraestrutura elétrica brasileira;
🔥 A definição, pelo Ministério de Minas e Energia, das cotas setoriais de gás natural e a realização do leilão da União prevista para 22 de outubro;
📑 A rejeição, pela ANEEL, das alterações contratuais propostas pela Eneva, trazendo novos desdobramentos para o acordo discutido no TCU, além da negativa de pedidos cautelares relacionados aos cortes de geração;
🏢 A movimentação dos data centers em busca de conexão diretamente nas redes das distribuidoras, enquanto a ANEEL avalia uma regra de transição para o acesso desses empreendimentos ao sistema de transmissão;
⚖️ A determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para que o governo e a ANEEL apresentem uma análise detalhada dos possíveis impactos de uma eventual declaração de caducidade da concessão da Enel São Paulo;
☀️ A avaliação, pela ANEEL, de uma proposta que pode permitir a liquidação dos excedentes de micro e minigeração distribuída (MMGD) no mercado de curto prazo, criando uma nova possibilidade para o aproveitamento econômico da energia excedente;
🔎 A proposta do ONS de criação de um projeto-piloto para testar a atuação das distribuidoras como operadoras do sistema de distribuição, em meio às discussões sobre a modernização da operação diante do avanço dos recursos energéticos distribuídos.
📌 Os acontecimentos desta semana colocam em evidência a modernização da infraestrutura elétrica, a expansão de novas cargas e as transformações regulatórias que podem abrir novas possibilidades para a geração distribuída e para a operação do sistema.
▶️ Dê o play e acompanhe os principais destaques.
⚡ Escolhas feitas hoje no setor elétrico podem pesar na conta de luz por décadas.
Em artigo publicado nesta quinta-feira (24), Luciana Machado, diretora de comunicação do INEL, compara os resultados de dois leilões de energia: um registrou desconto de 53%; o outro, de 5,5%.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), problemas nas regras e nos preços de referência do leilão de reserva de capacidade podem gerar um prejuízo estimado entre R$ 138 bilhões e R$ 214 bilhões aos consumidores brasileiros.
O artigo chama atenção para uma pergunta que interessa a todos: como garantir segurança no fornecimento de energia sem impor custos excessivos à população?
📲 Leia o artigo completo na página 3: https://t.co/0bZdJQwf96
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☀️ Preço baixo ou qualidade comprometida?
A redução de custos impulsionou o crescimento da energia solar e ampliou o acesso à tecnologia. Mas preços cada vez menores nem sempre são resultado apenas de inovação, escala e eficiência.
Quando o consumidor não consegue distinguir equipamentos de boa e má qualidade, produtos diferentes podem parecer equivalentes. Nesse cenário, empresas que investem em desempenho, segurança, assistência e garantias enfrentam dificuldades para demonstrar o valor de suas entregas.
Para fortalecer uma concorrência saudável, o setor precisa avançar em rastreabilidade, ensaios independentes, propostas comerciais comparáveis, qualificação dos integradores e indicadores transparentes de desempenho e pós-venda.
O preço é importante, mas a qualidade precisa ser verificável. Caso contrário, o desconto de hoje pode se transformar no prejuízo de amanhã.
Leia o artigo na íntegra: https://t.co/Q7dUZPnfiF
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⚡ O ONS e a ANEEL estão discutindo novas formas de acompanhar e controlar os recursos conectados às redes de distribuição, como geração solar, baterias e veículos elétricos.
CPFL Paulista, Cemig, Copel, Energisa Mato Grosso e Neoenergia Elektro foram selecionadas para participar de um programa experimental. A proposta é permitir que as distribuidoras recebam informações, acompanhem esses recursos e coordenem sua atuação quando necessário para o sistema elétrico.
Esse novo poder, entretanto, exige atenção. É preciso definir quem poderá emitir comandos, em quais situações e como essas decisões serão fiscalizadas.
O INEL defende que qualquer modelo tenha regras claras, decisões auditáveis, supervisão independente e tratamento igualitário, evitando a concentração excessiva de poder em um único agente.
Em outros países, a gestão da rede já conta com o DSO — Operador do Sistema de Distribuição — uma entidade responsável pela operação e separada do DNO — Operador de Rede de Distribuição — que corresponde à distribuidora tradicional.
Também existe a figura do agregador, responsável pela interface entre o DSO, os consumidores e os proprietários de recursos como geração distribuída, baterias e veículos elétricos. Essa estrutura pode tornar a operação mais neutra, tanto no acesso à rede quanto na prestação de serviços ancilares.
Esses pontos precisam fazer parte do debate da Consulta Pública nº 33/2026 da ANEEL, aberta para contribuições até 9 de novembro de 2026.
Para o INEL, a modernização da rede deve ser acompanhada de transparência, independência e equilíbrio, garantindo um sistema elétrico mais justo e eficiente.
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🎥 ENERGIA EM FOCO #25 | O que movimentou o setor elétrico nesta semana?
A semana foi marcada por novos investimentos em armazenamento de energia, avanços para a expansão dos data centers e medidas regulatórias e operacionais que impactam diretamente a geração distribuída no Brasil.
Nesta edição, destacamos:
🔋 A previsão do BNDES de disponibilizar R$ 34 bilhões em financiamento para viabilizar projetos relacionados ao leilão de baterias, ampliando as perspectivas de investimento no mercado de armazenamento de energia;
🔥 A autorização, pelo Ministério de Minas e Energia, para a implantação de 3,35 GW em 12 usinas negociadas no Leilão de Reserva de Capacidade, distribuídas por oito estados;
🏢 A sanção da lei que institui o REDATA, estabelecendo incentivos fiscais para estimular a instalação e a expansão de data centers no Brasil;
⚡ A abertura de consulta pública pela ANEEL para discutir a reclassificação operacional das usinas do sistema elétrico, com mudanças nas categorias Tipo 1, 2 e 3 e a criação do Tipo 4 para empreendimentos cujo consumo de energia supera a geração;
☀️ O enquadramento de novos projetos de minigeração distribuída no REIDI, por meio de portaria do Ministério de Minas e Energia, garantindo incentivos tributários para investimentos no segmento;
🔎 O início dos testes práticos conduzidos pelo ONS e pela ANEEL, com cinco distribuidoras selecionadas para avaliar mecanismos de controle da geração distribuída conectada às redes, tema que segue no centro das discussões sobre a operação do sistema elétrico.
📌 Os acontecimentos desta semana reforçam o avanço do armazenamento e dos investimentos em infraestrutura energética, ao mesmo tempo em que novas regras para a geração distribuída ganham espaço na agenda regulatória e operacional do setor elétrico.
▶️ Dê o play e acompanhe os principais destaques.
📢 CONSULTA PÚBLICA Nº 034/2026 — ANEEL
A ANEEL abriu a Consulta Pública nº 034/2026 para receber contribuições sobre a proposta de alteração dos Procedimentos de Rede.
A discussão envolve a revisão da classificação das modalidades de operação das usinas conectadas ao Sistema Interligado Nacional, com mudanças em diferentes Submódulos dos Procedimentos de Rede encaminhadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
🗓️ Período para contribuições: de 17 de setembro a 2 de novembro de 2026.
As sugestões podem ser enviadas pelo formulário disponível na página da consulta pública no portal da ANEEL.
O INEL acompanhará e contribuirá com o debate e os possíveis impactos das alterações para o setor elétrico.
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💡 Você sabe o que realmente compõe a sua conta de luz?
O valor pago todos os meses não corresponde apenas à energia consumida. A tarifa reúne diferentes componentes, cujas participações podem variar conforme a distribuidora, a localidade, os tributos e o período:
⚡ Custo da energia — aproximadamente 30% a 40%
Corresponde à compra da energia produzida pelas usinas e destinada ao atendimento dos consumidores.
🗼 Transmissão — aproximadamente 5% a 10%
Remunera o transporte da energia em alta tensão, das usinas até os sistemas das distribuidoras.
🔌 Distribuição — aproximadamente 15% a 25%
Cobre a infraestrutura e os serviços necessários para levar a eletricidade até residências, comércios e indústrias.
⚙️ Encargos setoriais — aproximadamente 15% a 25%
Financiam políticas públicas e atividades do setor elétrico, como a Tarifa Social, a universalização do acesso e o atendimento aos sistemas isolados.
🤲 Subsídios — incluídos nos encargos
Os subsídios não representam uma parcela adicional separada. Em grande parte, eles são custeados por meio dos encargos setoriais e contemplam diferentes políticas e grupos beneficiários.
🧾 Tributos — aproximadamente 15% a 30%
Incluem cobranças como ICMS, PIS/Cofins e, conforme o município, a contribuição para iluminação pública.
🚩 Bandeiras tarifárias — adicional variável
São aplicadas conforme as condições de geração do sistema. Quando acionadas, acrescentam um valor por quantidade de energia consumida.
A geração distribuída solar integra esse conjunto e possui regras próprias de compensação e transição tarifária. Por isso, não deve ser apontada isoladamente como responsável pelo custo da energia elétrica.
Antes de atribuir a conta de luz a uma única causa, é necessário entender todos os blocos que formam o valor final.
➡️ Deslize para o lado e entenda cada componente.
📌 Os percentuais são faixas aproximadas e não devem ser somados diretamente. A composição efetiva varia conforme a distribuidora, a região e o período.
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⚡ A abertura do mercado livre de energia representa um avanço importante para os consumidores brasileiros.
Com o novo cronograma, consumidores industriais e comerciais de baixa tensão poderão escolher seu fornecedor de energia a partir de novembro de 2027. Para os demais consumidores, inclusive os residenciais, essa possibilidade está prevista para novembro de 2028.
A mudança amplia a concorrência, a liberdade de escolha e as possibilidades de economia. Mas, para gerar confiança, os benefícios anunciados precisam ser acompanhados de dados verificáveis e informações claras sobre todos os custos que compõem a conta de luz.
Ao mesmo tempo em que se projeta uma redução na parcela da fatura referente à compra de energia, permanece em análise uma controvérsia econômica de grande dimensão relacionada ao Leilão de Reserva de Capacidade de 2026.
A área técnica do Tribunal de Contas da União apontou uma estimativa de possível sobrepreço entre R$ 138 bilhões e R$ 214 bilhões. Esses valores não foram confirmados pelo plenário do Tribunal como prejuízo definitivo, mas também ainda não foram esclarecidos por meio de uma conclusão pública capaz de reconciliar as diferentes metodologias utilizadas.
Os cerca de R$ 200 bilhões, portanto, não são um veredicto. São uma pergunta que precisa ser respondida com transparência, memória de cálculo e responsabilidade com o consumidor.
Um mercado não se torna verdadeiramente livre apenas porque permite escolher o fornecedor. Ele também precisa permitir que cada custo seja compreendido e conferido.
📖 Acesse o artigo na íntegra e entenda os números, as diferenças entre as estimativas e por que essa discussão continuará relevante nos próximos anos.
🔗 https://t.co/FnMOeiybND
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☀️ Solar lidera a expansão da matriz elétrica brasileira em 2026
Entre janeiro e agosto, 75 usinas solares entraram em operação comercial, acrescentando 3.520,93 MW de potência. O volume corresponde a 72,6% de toda a capacidade adicionada ao país no período.
Somente em agosto, 15 novas centrais fotovoltaicas adicionaram 891 MW, cerca de 45,3% da expansão registrada no mês.
Das 91 usinas que começaram a operar comercialmente no acumulado do ano, 75 são solares, mais de 80% dos novos empreendimentos. Mato Grosso do Sul liderou a expansão, seguido por Pará e Rio Grande do Norte.
A fonte solar já representa 15,83% da capacidade instalada do Brasil e também concentra 81,19% da potência dos projetos cuja construção ainda não foi iniciada.
Os dados da ANEEL mostram a dimensão desse avanço: de cada 10 MW adicionados à matriz elétrica entre janeiro e agosto, aproximadamente 7,3 MW vieram de usinas fotovoltaicas.
A expansão reforça o protagonismo da fonte solar, mas também amplia a necessidade de transmissão, armazenamento e soluções capazes de integrar a geração renovável ao sistema elétrico.
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Dois leilões do setor elétrico. Duas finalidades diferentes. E resultados econômicos que apontam para direções opostas.
🔴 No lado vermelho está o Leilão de Reserva de Capacidade, realizado sob diretrizes definidas pelo MME e com edital e procedimentos conduzidos pela ANEEL.
O certame contratou 18,98 GW de potência para usinas de retaguarda, mas apresentou deságio médio de apenas 5,52%. O custo fixo da contratação chegou a R$ 2,33 milhões por MW ao ano e será pago pelos consumidores por meio de encargos na conta de energia.
O Tribunal de Contas da União também apontou indícios de sobrepreço e estimou possíveis prejuízos entre R$ 138 bilhões e R$ 214 bilhões. O baixo nível de competição, os custos elevados e os questionamentos sobre o certame ampliam a insegurança jurídica e a preocupação com os impactos sobre o consumidor.
🟢 No lado verde está a segunda etapa do Leilão de Transmissão nº 1/2026, realizada pela ANEEL a partir do planejamento da expansão definido pelo Poder Concedente.
O leilão alcançou deságio médio de 53,20% e licitou quatro lotes para a implantação de linhas de transmissão e subestações em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Os projetos representam R$ 1,75 bilhão em investimentos privados e têm potencial para gerar mais de 4 mil empregos durante sua implantação. O elevado deságio reduz a receita que será paga às concessionárias e, consequentemente, diminui o custo da infraestrutura repassado às tarifas.
A comparação não significa que os dois leilões tenham o mesmo objeto. Um contratou capacidade de geração de reserva; o outro, infraestrutura de transmissão. O contraste está nos resultados: de um lado, baixa competição, custos elevados e insegurança jurídica; do outro, ampla disputa, investimentos, empregos e redução dos custos previstos.
Os números mostram por que concorrência, planejamento, transparência e segurança jurídica são fundamentais para proteger o consumidor e garantir a expansão eficiente do setor elétrico brasileiro.
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🎥 ENERGIA EM FOCO #24 | O que movimentou o setor elétrico nesta semana?
A semana foi marcada por novas discussões sobre o controle da geração distribuída, avanços na integração de sistemas de armazenamento à infraestrutura elétrica e importantes movimentações regulatórias e institucionais em Brasília.
Nesta edição, destacamos:
⚡ A criação, pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), de um grupo de trabalho específico para avaliar a micro e minigeração distribuída (MMGD) que opera sem visibilidade operacional pelas distribuidoras;
☀️ A abertura de consulta pública pela ANEEL para discutir novas regras de conexão, monitoramento, comunicação e controle da geração distribuída, incluindo mecanismos que poderão ampliar a atuação das concessionárias sobre esses recursos;
🔋 A abertura de consulta pública para o próximo Leilão de Transmissão, que marca a inclusão inédita de sistemas de armazenamento por baterias entre as soluções previstas para o certame;
🤝 A presença do INEL na cerimônia oficial de assinatura dos contratos do Leilão de Reserva de Capacidade e da segunda etapa do Leilão de Transmissão de 2026, acompanhando de perto os novos investimentos e a expansão da infraestrutura do setor elétrico;
💡 A abertura, pelo Ministério de Minas e Energia, de consulta pública com prazo de 15 dias para receber contribuições sobre a proposta orçamentária da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) destinada ao Programa Luz para Todos em 2027.
📌 Os acontecimentos desta semana colocam a MMGD e o armazenamento de energia no centro da agenda regulatória, ao mesmo tempo em que avançam medidas voltadas à expansão e à modernização da infraestrutura elétrica brasileira.
▶️ Dê o play e acompanhe os principais destaques.
📢 Consulta Pública aberta!
O Ministério de Minas e Energia abriu consulta para receber contribuições sobre a proposta de orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) destinada ao Programa Luz para Todos em 2027.
A proposta prevê R$ 1,6 bilhão para viabilizar 67.805 novas ligações de energia elétrica, com foco na população rural e nas regiões remotas da Amazônia Legal.
🗓️ Contribuições até 28 de setembro de 2026, por meio do Portal de Consultas Públicas do MME e da Plataforma Brasil Participativo.
O INEL acompanha as discussões e os principais desdobramentos do setor elétrico.
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A ANEEL abriu a Consulta Pública nº 033/2026 para discutir novas regras de conexão, monitoramento, comunicação e controle dos Recursos Energéticos Distribuídos.
A proposta atualiza o Módulo 3 do PRODIST e envolve geração solar distribuída, sistemas de armazenamento, veículos elétricos, microrredes e cargas com consumo ajustável.
As novas regras poderão definir como esses recursos serão observados e coordenados pelas distribuidoras, além dos requisitos de proteção, qualidade da energia, resposta a comandos e controle da potência injetada na rede.
A consulta ficará aberta até 9 de novembro de 2026. O INEL acompanhará o debate e avaliará os impactos da proposta para o setor.
Confira os principais pontos no carrossel.
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