Olha, condeno tudo o que esse canalha disse. É delinquente. Um marginal.
Mas, sim, vem com MAS, muitos jornalistas e veículos, por alinhamento ou anti-lulismo, tem tratado essa gente a pão de ló e não como bandidos.
Figueiredo era (?) fonte da Globonews. Deu entrevista. Taí!
O neopetencotalismo acabou com a seleção por mais esse motivo. A broderagem entre companheiros é de extrema importância desde a Odisséia. Agr jogadorzinho fica com essa viadagem de dar atenção pra mulher em vez de amar o seu irmão de armas
Conselho de amigo…
Não compre nenhum apartamento na planta esse ano nem ano que vem.
Os juros estão muito altos.
Tem muita construtora vendendo prédio futuro para o usar o dinheiro para finalizar prédios atuais.
O risco está maior que o ganho.
Não diga depois que não avisei.
Reparem no que aconteceu aqui. O Lula não deu entrevista, não subiu o tom, não respondeu Milei nem Trump diretamente. Passou uma hora ao telefone com Xi Jinping e publicou um comunicado falando em acelerar o acordo Mercosul-China, minerais críticos, satélites, coordenação na ONU e no BRICS. Essa é a resposta. E ela só foi possível porque Washington passou as últimas semanas oferecendo tarifaço, funcionários questionando a eleição de outubro e um presidente argentino insultando o STF em São Paulo. O Pew acaba de mostrar que, pela primeira vez em vinte anos de pesquisa, a China é mais bem avaliada que os EUA na maioria dos 36 países medidos. Não é mérito de Pequim, é obra de uma América hostil. Trump está fazendo pela China o que a diplomacia chinesa levaria uma década pra conseguir sozinha.
Tradução do texto da The Economist, sobre o PIX é uma vassourada em Trump e Flávio Bolsonaro. Tô falando que imprensa estrangeira está defendendo mais o Brasil que muitos veículos brasileiros?
Segue:
Pix v Trump
Siga o dinheiro
O sistema de pagamentos mais amado do Brasil provocou a ira de Donald Trump, mas o ataque tarifário dele só faz os brasileiros amarem ainda mais o Pix — e o Lula
A MAQUINARIA que move o dinheiro raramente é inspiradora. É notável, portanto, que o Pix, o sistema brasileiro de pagamentos digitais, tenha se tornado uma fonte de orgulho nacional depois de ser atacado por Donald Trump. Em 15 de julho, a administração Trump impôs uma tarifa de 25% sobre uma série de importações brasileiras após concluir uma investigação comercial de um ano sobre o que chamou de práticas “irracionais” do Brasil.
O Pix estava entre as principais queixas. Lançado pelo Banco Central do Brasil em 2020, é amado pelos consumidores por tornar os pagamentos instantâneos e gratuitos. Já faz parte do cotidiano no Brasil. Cerca de 170 milhões de pessoas — 80% da população — usam o sistema, que responde por mais da metade das transações de pagamento do país.
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Algumas das reclamações da administração sobre práticas comerciais brasileiras têm mérito. O Brasil não é um livre-comerciante. Mas o caso contra o Pix se apoia em duas premissas frágeis: que ele é uma ferramenta protecionista e que prejudicou empresas americanas de pagamento (especialmente Visa e Mastercard). Nenhuma das duas é respaldada por evidências.
Vamos ao protecionismo. A reclamação acusa o Brasil de colocar empresas americanas em desvantagem, mas as regras do Pix não distinguem entre participantes domésticos e estrangeiros. Qualquer instituição financeira licenciada no Brasil e operando no país — como Visa e Mastercard — pode se conectar à rede nas mesmas condições. Todos os bancos, brasileiros ou estrangeiros, com mais de 500 mil correntistas no país são obrigados a oferecer o Pix aos clientes. Mas não há exigência de que processadores de pagamento como Visa e Mastercard se cadastrem. Eles o fizeram voluntariamente.
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A administração Trump também reclama que o Banco Central do Brasil tanto opera quanto regula o Pix. O arranjo levanta questões legítimas sobre dar tanto controle sobre um sistema de pagamentos e os dados financeiros que ele gera a uma única instituição. Mas são preocupações sobre concentração de poder, não sobre discriminação contra empresas estrangeiras. Governos constroem, possuem e regulam infraestrutura essencial rotineiramente. Não há nada inerentemente discriminatório em aplicar o mesmo modelo aos pagamentos, aponta Monica de Bolle, do Peterson Institute for International Economics, um think-tank de Washington.
A segunda premissa — de que o Pix prejudicou empresas americanas de pagamento — também é fraca. Ela se baseia em um mal-entendido sobre por que o Pix foi criado, diz Daniel Santos Kosinski, professor de economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Antes do Pix, os serviços existentes, inclusive os oferecidos por empresas estrangeiras, cobravam taxas por pagamentos eletrônicos que os brasileiros pobres não podiam pagar. O Pix foi construído para mudar isso. O Banco Central estima que pelo menos 70 milhões de pessoas entraram no sistema financeiro formal desde o lançamento. (Segue)
A vitória de Trump-bolsonaro é o fim do PIX.
Fim das terras raras. Da soberania. Do voto.
Fim de um país dos brasileiros. É submissão.
Esse é o cenário que a mídia precisa mostrar.
É obrigação. Respeito.
Quem são os funcionários do governo americano que tiveram entrada negada no Brasil, porque iriam, segundo o Washington Post, questionar a integridade das urnas? Segue o perfil do dois:
RILEY M. BARNES
Riley M. Barnes é um diplomata norte‑americano com trajetória marcada pela mistura entre política externa, moralidade religiosa e defesa de valores ocidentais.
Embora seja tecnicamente um funcionário de carreira, sua atuação sempre esteve fortemente ligada a temas como liberdade religiosa, direitos humanos sob ótica cristã e democracia como missão civilizacional. Isso o colocaria no campo dos neoconservadores religiosos, que enxergam política externa como instrumento de correção moral do mundo.
Barnes trabalhou em áreas do Departamento de Estado que frequentemente são usadas como justificativa para pressão política: democracia, direitos humanos e liberdade religiosa. Esses setores, embora importantes, são historicamente instrumentalizados por governos dos EUA para missões diplomáticas com objetivos ideológicos.
Ele também atuou como speechwriter político, o que reforça seu perfil de formulador de narrativas e não apenas técnico.
Barnes é útil nesse tipo de operação porque sua atuação combina discurso moralista, defesa de valores cristãos e crítica a instituições civis que não se alinham à visão ideológica americana.
SAMUEL D. SAMSON
Samuel D. Samson é tido como mais explícito e radical que Barnes. Ele não é um diplomata tradicional: é um ativista ideológico que ganhou cargo dentro do Departamento de Estado. Sua formação em Hillsdale College (um centro intelectual conservador cristão) e sua atuação em organizações católicas tradicionalistas teriam moldaram um perfil profundamente religioso, moralista e politizado.
Samson defende conceitos como direitos naturais, civilização ocidental cristã, soberania nacional e combate ao globalismo. Ele é alinhado com a direita populista europeia e já se reuniu com figuras como Nigel Farage e representantes de governos ultraconservadores da Europa Central. Seu histórico incluiria viagens para denunciar supostas fraudes, violações de direitos e ameaças à democracia em países que ele considera ideologicamente desviados.
Ele não é um técnico em sistemas eleitorais. Ele é um militante político com cargo diplomático. Sua atuação costuma envolver a criação de narrativas, pressão ideológica e uso de relatórios de direitos humanos como arma política. Samson é o tipo de emissário enviado quando o objetivo não seria observar, mas sim gerar ruído, tensionar relações e alimentar discursos internos nos EUA.
Ele é útil para missões onde o objetivo é político, não técnico.
O Brasil negou o visto de ambos porque entende que não seriam observadores imparciais, cuja entrada no país poderia ser interpretada como tentativa de interferência direta no processo democrático.
Imprensa: se forem copiar, citem a fonte. Eu trabalho de graça. Pelo menos algum reconhecimento. Canso de ver o que levanto aqui antes, virando pauta para vocês. Tá?
@JeffreyLeppla@washingtonpost Our elections is none of your fucking business.
And yes, we Brazilians know quite well what "free" and "fair" mean to you. We endured a dictatorship for 20 years because of that, and we're not interested in repeating the experience.
Worst regards to you and yours,
Fuck off.