@guilherme_amado Bom dia Guilherme, por que você não fala nada do genro de Lula, candidato a prefeitura em uma das maiores cidades de Sergipe, que tem dois atropelamentos com mortes nas costas?
COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
PROTEJAM AS CRIANÇAS
Você conhece a história de “Lula e o menino do MEP”?
O relato foi feito por César Benjamin, ex-aliado de Lula, e publicado originalmente na Folha de S.Paulo em 2009.
Quando um partido não tem mais argumento, ele procura um caixão, e o PT encontrou o da Ana Clara. Antes que o país vote com a dor de uma mãe na cabeça, é preciso dizer o que ninguém da campanha do Lula teve coragem de dizer. A Ana Clara, cinco anos, morreu com tiros de fuzil na porta de casa, em Niterói, em 2021, e isso é uma tragédia que exige justiça, e justiça, num país civilizado, se faz com júri, prova e contraditório, não com palanque. O policial acusado foi preso em flagrante, responde ao processo e vai a júri em 2027, e o que a acusação tem contra ele é prova indireta, as cápsulas de calibre 7,62 encontradas no local e a ausência de cápsulas de pistola, e o que ela não tem é o confronto balístico direto, porque, segundo o laudo necroscópico divulgado em 2021, nenhum projétil foi recuperado do corpo da menina, de modo que a ligação entre o tiro fatal e o fuzil do policial é inferência da acusação, e contestar uma inferência diante dos jurados é exatamente o trabalho da defesa, o mesmo trabalho que a esquerda chamou de garantia sagrada quando o réu era o Lula e o advogado dele recorreu até derrubar três condenações e ganhar uma toga no Supremo. O Flávio assinou um recurso como advogado, o STJ negou, o júri foi mantido, o sistema funcionou, e a esquerda transformou isso em "defender assassino", colocou a mãe da vítima num estúdio de televisão a dois dias da eleição e condenou o réu antes do tribunal, com a mesma turma que protege o terrorista Cesare Battisti, condenado por quatro homicídios que depois confessou, dando aula sobre quem defende criminoso. Não estou absolvendo ninguém, estou dizendo o que a campanha escondeu, que existe uma versão da acusação e uma da defesa, que o júri é quem decide, e que quem usa uma criança morta como argumento eleitoral porque não tem resposta sobre o juro de quinze por cento, a aposentadoria roubada no INSS e o banqueiro no Palácio não está defendendo a Ana Clara, está usando. Ela merece um júri, a mãe dela merece ser poupada de palanque, e o Brasil merece decidir no domingo com base no que os candidatos fizeram com o poder, não com a dor de uma família que já pagou o preço mais alto que existe.
🚨ELEIÇÕES- Roberta Luchsinger agradece Flávio Bolsonaro ao comentar sobre ela durante o debate na Globo e critica a atuação de Lula:
"Em alguns momentos, ele falava coisas que parecia que o governo atual não era dele", diz ela.
CHAMPAGNE NA NEVE SUÍÇA E MARMITA FRIA NO PONTO: O ESCÂNDALO DOS ALPES QUE SEPULTA O PAI DOS POBRES
Por: Mooska - @LagSignal
Enquanto o trabalhador brasileiro conta as moedas para completar a passagem do ônibus, engole o almoço frio em quinze minutos e vê um terço do seu contracheque ser confiscado na fonte para sustentar a máquina pública, o herdeiro da dinastia petista descobriu como viver como imperador romano sem tirar um único centavo do próprio bolso.
A reportagem devastadora de @robsonboninjor na revista @VEJA, publicada a poucas horas da abertura das urnas, não é apenas um furo jornalístico.
É a certidão de óbito moral do discurso de pai dos pobres.
As provas apreendidas pela Polícia Federal no telefone da empresária Roberta Luchsinger expõem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e sua família desfrutando de uma temporada de nababesco ultraluxo nos Alpes suíços, no exclusivo refúgio Ultima, em Crans Montana.
Para quem acorda às cinco da manhã na calçada brasileira, é preciso traduzir os números para entender a dimensão do escárnio:
Uma única diária nos chalés privativos onde Lulinha se hospedou ultrapassa vinte e dois mil francos suíços. Na moeda brasileira, isso significa mais de R$. 150.000,00 por dia.
O que um chefe de família assalariado leva mais de oito anos de suor ininterrupto para ganhar foi torrado pelo filho do presidente em vinte e quatro horas de spa aquecido, mordomos dedicados, cinema particular e alta gastronomia preparada por chef com padrão Michelin.
Tudo regado a jatos particulares, instrutores exclusivos de esqui e garrafas de champagne francês resfriadas diretamente na neve dos Alpes.
A indicação do paraíso alpino, vejam que coincidência de bastidor, partiu de Marina Mantega, filha do ex ministro da Fazenda Guido Mantega.
E quem pagou a conta de mais de dois milhões de reais dessa e de outras aventuras em estações de esqui francesas como Courchevel?
A conta foi bancada integralmente por Roberta Luchsinger, a mesma empresária que @LulaOficial, em rede nacional, jurou de pés juntos que nunca viu na vida e chamou covardemente de pilantra para tentar salvar a própria pele.
A mecânica do esquema descrita pelos investigadores da PF é a mais velha do manual do fisiologismo lulista: a empresária bancava o luxo obsceno, as viagens internacionais e a vida de marajá do filho do presidente.
Em troca, usava o acesso íntimo a Lulinha para abrir portas, destravar contratos e intermediar interesses bilionários dentro dos ministérios do governo do pai.
O pai prega na tribuna que a classe média brasileira gasta demais, demoniza o lucro, culpa o agronegócio pela inflação e confisca o rendimento do cidadão comum até o último centavo.
Mas nos bastidores da família real, o filho passeia de trenó de luxo na Europa, ganha mimos milionários de lobistas e, quando o escândalo explode, foge para se refugiar no conforto da Espanha enquanto o pai ganha garrafas de uísque de quinhentos mil reais de banqueiros investigados.
Roberta Luchsinger já avisou que não aceita ser jogada aos leões sozinha e negocia um acordo de delação premiada para colocar as faturas, mensagens e fotos no balcão da Justiça.
A máscara caiu no momento mais simbólico possível.
Amanhã de manhã, quando o brasileiro acordar para ir à seção eleitoral, ele não estará escolhendo apenas entre dois nomes na tela da urna.
Ele estará decidindo se aceita continuar sendo o escravo que financia o champagne alpino dos herdeiros do poder ou se finalmente dará um basta nessa oligarquia que enriqueceu à custa da miséria do povo.
A fatura dos chalés da Suíça chegou antes da votação. E quem vai assinar a conta do despejo é as ruas.
"Eles ensinaram o trabalhador a economizar no prato de comida para que os herdeiros do poder pudessem esquiar na Suíça com o dinheiro do povo."
-Mooska
Zumm...
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A ideia de acabar com a polícia, dita pelo candidato do PT ontem, não é deslize verbal. Ela é palavra de ordem dos esquerdistas americanos do partido Democrata. É de lá que vem a maioria do financiamento para a esquerda brasileira através da fundação do George Soros e outras