"Não vai ter 2030, o Brasil acabou!", brada o militante-humorista incensado por uma elite arrogante, hipócrita e profundamente reacionária que não faz a mais pálida ideia do que venha a ser o Brasil real. Setor VIP no balaio de fatores que impulsionaram a votação de Flávio.
Recebi no ZAAP esse vídeo do Lula dizendo que odeia as igrejas.
Temos que virar votos e derrubar satanás.
Tias do ZAP e Cavaleiros-Templários-Digitais, eu os CONVOCO!!!
Uma característica recorrente da militância PTista, e até de alguns de seus líderes (incluindo o próprio Lula) é não admitir legitimidade ao concorrente em um cenário democrático.
O concorrente do PT, não importa quem seja, em que situação, é sempre "extrema direita", "fascista", "nazista", "ameaça à democracia". Sempre. Ou seja, um adversário ilegítimo.
Restaria, portanto, a um eleitor interessado em salvaguardar a democracia, eleger o PT. E única e exclusivamente o PT, porque todos os outros são ilegítimos, são "fascistas" e "ameaçam a democracia".
Parece que quem não entendeu que democracia se faz com pluralidade, e inclusive ouvindo a voz dos derrotados após as eleições, e que por isso se porta de maneira pouco cordial (pra dizer o mínimo) ou até anti-democrática é o PT e muitos de seus militantes.
Mirian Leitão disse com todas as letras, ao vivo na TV, que o projeto do Flávio é ANTIDEMOCRÁTICO, com a intenção clara de favorecer Lula.
Tá na hora de alguém com estatura na campanha ligar para a Globo e perguntar se é assim que vai ser.
Se for isso que escolherem, ok, mas creio que a direção de lá já não está tão lulista assim.
A atuação do ministro Gilmar Mendes expõe a consolidação de uma supremacia judicial refratária a qualquer limitação externa.
Em 23 de novembro de 2023, o ministro tratou a PEC 8/21, que limita decisões monocráticas, como aviltamento da separação dos Poderes e declarou que o STF “não admite intimidações”. Em 4 de dezembro de 2025, chamou de equilíbrio a liminar, na ADPF 1.259, que elevou o QUÓRUM DO RITO DE SEU PRÓPRIO impeachment para 54 votos. A leitura que se fazer é que não há autocontenção à vista, já que quem tem interesse direto na permanência do cargo continua a ditar o alcance da norma que o controla e a decidir se, e quando, essa declaração será revista.