Eu não sei qual seria a minha reação se eu assistisse uma juíza usar o caixão do meu filho assassinado para fazer militância ideológica. O Brasil virou um hospício, cara!
A prostituta entregou a vida do seu filho em troca de poder e dinheiro.
Como prêmio ela ganhou a liberdade pelo simples fato de ser mulher.
Alguém joga uma bomba nesse país. Reseta, explode, recomeça do zero, pelo amor de Deus.
Deixar o filho fazer homeschooling, aprendendo Latim e música clássica = prisão e multa milionária.
Deixar o seu filho ser espancado, torturado e morto pelo padrasto = perdão judicial.
Que país bizarro.
A estapafúrdia decisão que concedeu perdão judicial à mãe no caso Henry Borel não é fruto de um erro isolado. É reflexo de uma cultura woke que contaminou o Direito e passou a tratar algumas pessoas como mais merecedoras de proteção do que outras.
Não se trata de uma juíza ou de uma orientação específica do CNJ, mas de uma metástase ideológica que relativiza a igualdade constitucional e, em casos extremos como este, trata aqueles considerados dignos de compensação como imunes à responsabilização por atos criminosos.
O Brasil é o único lugar do mundo onde você tem que ver ao mesmo tempo uma pessoa defendendo que você seja preso por piadas e que no mesmo momento concede perdão a assassina de seu próprio filho.
@AndrAugustoBez1 Eu estou mais assustando com o ativismo judicial de gênero do que a exposição de quem pratica esse tipo de bizarrice judicial! CARAMBA, A JUÍZA ABSOLVEU UMA MÃE QUE FOI CÚMPLICE E OMISSA DA MORTE DO PRÓPRIO FILHO!
Caso Borel: No país em que uma mulher pega 14 anos de prisão por pichar uma estátua com batom, uma juíza feminista absorve a mãe que foi omissa da morte do próprio filho por questão ideológica. Sinceramente, esse país já era! Não tem mais conserto. O Brasil nasceu para dar errado. Quem tentar mudar isso, será preso ou morto.
Eu não faço ideia de como isso aqui virou “Eduardo Bolsonaro sugere trocar PIX por Zelle” mas está muito claro que o ex-deputado não falou em “trocar” ou “substituir” em nenhum momento.
Em tempo: já tive que usar o Zelle nos EUA e o PIX é infinitamente melhor.