Pesquisador na Unicamp, Ph.D em Ciências da Computação Unicamp / University of Alberta (Canada). Conservador nos costumes e liberal na economia. Direita😀. DM🚫
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A declaração feita por Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante uma entrevista explosiva exibida pela CNN Brasil neste sábado, 17 de outubro, enterra de vez a reeleição de Lula. Investigada pela Polícia Federal, ela rompeu publicamente com o presidente e anunciou que pretende fazer uma delação premiada: “Não vou poupar ninguém, nem Lula, nem seu filho.”
Roberta afirma receber cerca de 50 ameaças de morte por dia e diz que suas duas filhas também foram ameaçadas. Responsabiliza Lula por ter colocado um alvo sobre ela ao chamá-la de “pilantra” e compará-la a Daniel Vorcaro em entrevistas. “Qualquer coisa que acontecer comigo ou com as minhas filhas vai ter a digital do presidente da República, vai ter a mão do presidente da República, vai ter o X de sangue que ele fez na minha testa”.
O confronto ganhou força quando Lula disse publicamente que não conhecia Roberta, embora existam diversas fotografias dos dois. Sua campanha alegou que fotos não demonstram relação pessoal ou profissional. Agora, a empresária afirma que Lulinha frequentava reuniões com ministros, inclusive na casa de Camilo Santana, e chamou o presidente de “grande mentiroso”.
A entrevista ocorre em meio a inquéritos ligados à Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS e suspeitas de tráfico de influência envolvendo Roberta, Lulinha e integrantes do governo. Roberta afirma ter informações além das mensagens de WhatsApp e disse estar disposta a colaborar com a Polícia Federal, respeitadas as restrições judiciais.
Roberta Luchsinger e suas filhas precisam de proteção imediata. Lula, que faz campanha dizendo proteger as mulheres, fere mais uma vez todos os princípios da moralidade ao atacar uma delas. A candidatura de Lula, a reeleição de Lula, morre aqui, diante da gravidade dessas declarações.
A chamada “Marcha pela Democracia”, realizada neste domingo, 11 de outubro, na Avenida Paulista, em apoio à reeleição de Lula, terminou com cenas que deveriam constranger qualquer pessoa que faça da palavra democracia um slogan. Durante a dispersão, participantes picharam e depredaram acessos às estações Consolação e Trianon-Masp, em São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, portas e grades foram quebradas na Consolação. Imagens mostram manifestantes sobre as estruturas das entradas do metrô e atos de vandalismo na Trianon-Masp. A corporação também relatou tumultos e atritos com funcionários. Houve bloqueios de acessos, enquanto as operadoras precisaram adotar medidas de controle do fluxo de passageiros.
E o espetáculo de horror não parou aí. Imagens publicadas depois da manifestação mostram trechos da Paulista cobertos por copos, garrafas, embalagens e papelão. Em outro vídeo, um manifestante destrói uma bandeira dos Estados Unidos, enquanto pessoas ao redor pedem que ela seja queimada. Esse é o exemplo de respeito e civilidade que pretendem oferecer?
A Revista Oeste publicou o relato de uma mulher que afirmou ter recebido socos e chutes durante a manifestação. Outra foi alvo de insultos e ameaças e precisou de escolta policial para deixar o local. Episódios que também exigem investigação e responsabilização.
É indignante que uma manifestação apresentada como “defesa da democracia” tenha sido acompanhada por tamanha violência e desrespeito ao patrimônio público. E agora? Os responsáveis serão presos, acusados de integrar organização criminosa e condenados a 14 anos de prisão? Ou, desta vez, depredar o patrimônio público será considerado um “ato democrático”?
Esse é o retrato do radicalismo que se abriga na militância petista; quando o cenário político se torna desfavorável, partem para a intimidação e o caos. São métodos de guerrilha política que não podem ser confundidos com manifestação democrática.
Os responsáveis devem ser identificados e punidos, independentemente de sua bandeira política.
As imagens do ato pró-Lula de domingo, na Avenida Paulista, deveriam constranger qualquer defensor da democracia; militantes encapuzados, uma bandeira dos Estados Unidos incendiada, pichações exaltando a revolução e gritos de “Fogo nos fascistas!”. É essa a liberdade que dizem defender?
Setores da esquerda, influenciados por movimentos marxistas-leninistas, falam em derrubar o “fascismo” enquanto defendem um projeto político que, somados os governos de Lula e Dilma, já ocupou o Planalto por quase duas décadas. Revolução para conservar Lula no poder? E quem discorda é rotulado de fascista, hostilizado e tratado como inimigo a ser eliminado - justamente com os métodos fascistas que dizem combater. O paradoxo é vergonhoso.
Queimam a bandeira americana enquanto um manifestante encapuzado ergue a da Palestina. Onde está a indignação contra o Hamas, que massacrou civis israelenses e reprime e mata palestinos? Onde ficam os direitos das mulheres e das pessoas LGBTQIA+ quando se trata de condenar o autoritarismo islamista?
E ainda esses mesmos revolucionários dizem temer a censura. Nada mais estarrecedor quando são eles que não defendem o direito de quem pensa diferente. A democracia que eles defendem exige concordância, pensamento hegemônico, sem alternância de poder, e cadeia e morte para a oposição. Gritar “Fogo nos fascistas!”, escondendo o rosto, é o típico ato de ditadores e tiranos que normalizam a intimidação, mergulhando a sociedade numa espiral de terror e medo.
Tucídides, ao relatar o golpe de Estado em Atenas, deixou uma advertência:
“E nenhum dos outros cidadãos, por medo, fazia mais oposição, vendo que os participantes da conspiração eram tantos; mas, se alguém se opunha, subitamente morria de maneira oportuna, e não se investigavam os suspeitos, nem eram punidos. O povo permanecia calmo e estava tão aterrorizado que aqueles que não sofreram violência já acreditavam estar ganhando, mesmo sendo forçados a permanecer em silêncio permanente…”
Nenhum desses manifestantes foi preso ou investigado. E isso diz muito….
Agora está explicado:
O responsável por manter o software rodando durante a apuração das urnas eletrônicas é petista de carteirinha e se chama Júlio Valente da Costa Júnior, secretário de Tecnologia da Informação do TSE.
Ele é quem tem "superpoderes" no software, pois pode manipular o software diretamente no código-fonte, pode até alterar o comportamento do programa, inserir dados, "corrigir" problemas, criar novas funções, enfim, fazer o que quiser, basta dar uma travadinha no software.
O interessante, é que ele foi nomeado e colocado na função em 2021, um ano antes das eleições de 2022.
E mais interessante ainda é ele ter sido colocado na função pelo ex-ministro Luis Barroso, aquele que disse "Perdeu, Mané" para apoiadores de Jair Messias Bolsonaro.
É uma coincidência Júlio Valente da Costa Júnior ser amigo de Luís Barroso e ter sido nomeado secretário de TI antes das eleições de 2022. Talvez seja por isso que Luis Barroso, Gilmar Mendes e Moraes estivessem tão felizes e seguros que Bolsonaro iria perder.
O código-fonte das eleições de 2022 nunca foi entregue para auditoria, nem mesmo os militares tiveram acesso.
E aqueles que exigiram que o TSE entregasse o código-fonte para os militares, foram presos, julgados e condenados a vários anos de prisão.
E esse petista continua no posto. Nunes Marques não teve o cuidado de substitui-lo. Ou não pode. Gilmar Mendes e Moraes não devem ter permitido.
Se ele não for substituído, certamente teremos mais surpresas desagradáveis no segundo turno.
Ou não.
Nunes Marques avisou que, se houver dúvidas em relação ao resultado das eleições, ele irá entregar o código-fonte a quem interessar.
Portanto, é um petista nomeado por Luís Barroso que consta como secretário de TI do TSE.
Só nos resta orar para os eleitores votarem em massa em Flávio Bolsonaro, para que o infiltrado do PT no TSE não consiga "fabricar" votos para lula. Tudo tem um limite, inclusive para votos desviados.
Flávio Bolsonaro é a esperança de termos eleições confiáveis a partir de 2030. Porque o STF será faxinado, será permitido o voto impresso e não terá petista manipulando resultados.
Divulgue MUITO esta informação.
🚨 DENÚNCIA GRAVÍSSIMA!
Professora do Colégio Estadual do Paraná disse, em sala de aula, que Flávio Bolsonaro dará um golpe de Estado, acabará com o direito ao voto e matará pessoas‼️
S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L 👇🏽💯👏🏾
Por favor tragam um TROFÉU 🏆 para o @eupaulosouza pelas verdades ditas...
Ele simplesmente ARREBENTOU c/a fuça da @Anitta e HUMILHOU @LulaOficial pelas suas escolhas sinistras.
POR FAVOR ASSISTAM E COMPARTILHEM ESTE EXTRAORDINÁRIO VÍDEO 🫡2️⃣2️⃣👈🏽
É domingo, 11 de outubro, e o Amazonas continua queimando. Em Manaus, a fumaça tomou conta do ar, famílias tentando se proteger dentro de casa, aulas suspensas e bombeiros trabalhando até o limite.
Em um dos vídeos, um brigadista passa mal e precisa ser carregado pelos colegas. É difícil assistir a essas imagens e aceitar que tudo isso seja tratado como mais uma troca de notas entre governos.
No dia 18 de setembro, o Corpo de Bombeiros do Amazonas pediu reforço ao governo federal; quatro aeronaves para enfrentar as chamas, além de transporte e viaturas. No dia 1º de outubro, veio a resposta cruel da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao governo Lula: “o pedido não poderia ser atendido naquele momento”. Está tudo documentado.
O governo Lula se escora na alegação de que o estado “dispensou” apoio, enquanto comemora 229 incêndios apagados e outros 20 ainda em combate. As aeronaves só começaram a chegar neste sábado, 10 de outubro, em meio à avalanche de denúncias nas redes sociais.
E onde está toda aquela comoção nacional de outros tempos? Em 2021, durante o governo Bolsonaro, artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Chico César emprestaram suas vozes à “Canção pra Amazônia”, do Greenpeace. Hoje, diante do sofrimento dos moradores e do esgotamento dos bombeiros, onde está a mesma mobilização?
Lula e o governo do Amazonas, ambos hipócritas, precisam prestar contas. Quem negou o quê? Quem dispensou ajuda? Quando os reforços chegaram, de fato, à linha de fogo? A Amazônia não precisa de campanhas tendenciosas, politizadas e enviesadas, promovidas apenas quando há conveniência política.
As vidas humanas e animais ameaçadas por essa fumaça valem infinitamente mais do que qualquer disputa política ou interesse de poder.
QUE PHORRADA FOI ESSA 👊🏽😵💫👈🏽
Manú dú Céu....A Beyoncé da Shoppee levou tanta LAPADA NA FUÇA 🥴, que perdeu o rumo de Casa...
@aninhaferreirae eu já disse hoje que
"TE AMO" 🤩🤩
POR FAVOR ASSISTAM E COMPARTILHEM ESTE VÍDEO ESPETACULAR DESTA JOVEM MARAVILHOSA... 👇🏽💯2️⃣2️⃣🫡👈🏽
GRAVÍSSIMO!
Repórter da Veja: "o barulho da gravação está escondendo o mais grave".
Mensagens de Vorcaro apontam plano de R$ 10 bi nos fundos de pensão, R$ 1 bi de propina ao PT, e a PGR não quis ouvir, segundo a revista.
Em meio ao barulho eleitoral provocado pela gravação divulgada pela revista, o repórter da Veja sustenta que o ponto mais grave da matéria são as provas obtidas no celular de Daniel Vorcaro antes mesmo de ele tentar formalizar a delação. Segundo ele, as mensagens de 2024 e 2025 mostram uma rede de despachantes do Banco Master no Palácio do Planalto atuando junto aos presidentes dos fundos de pensão do Banco do Brasil, da Caixa, da Petrobras e dos Correios. Entre elas, mais de 450 trocadas com um operador ligado ao gabinete do ministro Alexandre Padilha. O plano, nas palavras do repórter, seria captar R$ 10 bilhões desses fundos, com R$ 1 bilhão retornando em propina ao PT como preço para salvar o banco. Ele afirma que, em maio de 2024, o Master entrou na “lista exaustiva” do governo, uma espécie de atestado de idoneidade para receber aplicações dos fundos, apesar das notas de crédito baixíssimas e das investigações por fraude. Isso coincidiu com a negociação de R$ 500 milhões em letras de crédito com a Caixa, operação que recuou depois que O Globo revelou, em julho de 2024, o afastamento de dois gerentes que haviam emitido parecer contrário.
Ainda segundo o relato atribuído a Vorcaro, a parceria continuou. Em reunião no Planalto, Padilha teria dito que qualquer acerto feito com Olavo Noleto, seu número dois, valeria como acerto com o próprio ministro. Em outubro de 2024, Padilha jantou na casa de Vorcaro e, no dia seguinte, o operador mandou mensagem dizendo que Lula o receberia e que “gostou muito da conversa”. O desfecho não aparece no celular, mas Lula de fato recebeu Vorcaro em dezembro, e mensagens do advogado Walfrido Warde sugerem pressão sobre o Banco Central para salvar o Master. O repórter destaca que Vorcaro, que tenta emplacar uma terceira proposta de delação, apresentou esse relato à PGR, que se recusou a ficar com o material, e diz haver provas citando integrantes da PGR que tiveram contato com a defesa no período. Sua conclusão: bastaria ouvir o banqueiro, e nada disso pode ser varrido para debaixo do tapete, porque estariam em jogo R$ 10 bilhões de trabalhadores desviados para salvar um banco.
Lilia Moritz Schwarcz indignou as redes sociais nesta semana com este vídeo falacioso. Essa senhora não é uma militante anônima das redes sociais; é professora sênior da USP, membro da Academia Brasileira de Letras, uma das chamadas “imortais”, e cofundadora da Companhia das Letras, uma das maiores editoras do Brasil, ao lado do marido, Luiz Schwarcz.
Estamos falando de uma mulher com enorme prestígio acadêmico, influência intelectual, que ocupa posições privilegiadas nos espaços onde se forma e se difunde o chamado “pensamento” brasileiro.
Pois essa mesma senhora aparece em vídeo afirmando que Flávio Bolsonaro acabará com o Pix caso seja eleito presidente, atribuindo a suposta medida a Donald Trump. É uma acusação grave, apresentada sem qualquer prova. E, pior, trata-se de uma narrativa que já havia sido desmentida até mesmo por agências de checagem meses antes. Flávio não anunciou o fim do Pix, sistema lançado durante o governo de seu próprio pai. Reproduzir uma informação já desmentida revela uma contradição intelectual inaceitável.
Estamos diante do uso do prestígio intelectual de uma integrante da Academia Brasileira de Letras para conferir credibilidade a uma informação notoriamente falsa.
É absolutamente inaceitável! Estamos assistindo pessoas que ocupam posições de tamanha influência reproduzir desinformação despudoradamente. Usando de seu “prestigio intelectual” para inserir o medo na população como instrumento de disputa política. Vimos isso durante a pandemia.
O Brasil e o mundo estão enfrentando uma guerra cultural que também se trava nas universidades, nas editoras e nos espaços de produção intelectual.
A verdade não pode ser sacrificada em nome de uma ideologia. Mas, para certos autoproclamados “democratas”, “progressistas, “socialistas” e nazicomunofascistas, ela parece valer apenas quando serve aos próprios interesses.
A guerra cultural expõe justamente essa hipocrisia; quem diz combater a desinformação a reproduz sem o menor pudor.
"Essa aqui, quando se pronuncia, é PAULADA atrás de PAULADA. E, por incrível que pareça, sem perder a ELEGÂNCIA.
Sem sombra de dúvidas, é a MELHOR PARLAMENTAR MULHER deste país.
Repórter da Veja explica a BOMBA:
"Material que a gente encontrou: o banqueiro diz que o sócio dele procurou Jaques Wagner, então líder do governo do presidente Lula no Senado, para que fosse marcada uma reunião com quem de direito, ou seja, com quem conduzia a influência petista dentro dos fundos. Essa figura era o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.
A reunião acontece. Vorcaro conta, no material a que tivemos acesso, que o banco passa então a se organizar para captar recursos por meio da influência dos petistas. Muitas reuniões são marcadas no primeiro semestre de 2024 com os presidentes desses fundos, figuras indicadas pelo próprio Vaccari e por nomes importantes do PT, e nomeadas e referendadas pelo próprio presidente Lula.
Esse movimento tem um ponto estratégico perto do fim do primeiro semestre de 2024, quando o Banco Master obtém uma autorização do governo federal para operar e captar recursos nos fundos.
A história que contamos mostra que, a partir daí, Vorcaro usou diferentes operadores, inclusive figuras ligadas a ministros importantes do governo, como Alexandre Padilha, que na época despachava no Palácio do Planalto como chefe das Relações Institucionais. Vorcaro passou a operar com essa linha de frente do petismo que tinha influência nos fundos. A meta, segundo ele, era chegar a R$ 10 bilhões investidos por esses fundos no Banco Master. Em contrapartida, Vorcaro aceitou pagar aos petistas uma propina de 10% de tudo o que fosse captado.
O ponto mais grave que encontramos é o acerto feito por Vaccari na reunião com Augusto Lima, em que se trataram os acordos para que o esquema começasse a funcionar. Segundo Vorcaro, Vaccari exigiu o pagamento de R$ 30 milhões em espécie para o filme que estava sendo produzido na época nos Estados Unidos por Oliver Stone, um documentário sobre o presidente Lula. Ainda segundo Vorcaro, esses recursos foram repassados de diferentes formas: entregadores levaram o dinheiro, e operadores do PT também foram buscá-lo.
Além dos R$ 30 milhões destinados ao filme, Vorcaro relata que também teve de fazer pagamentos ao Instituto Lula. Esses repasses teriam sido articulados com Paulo Okamotto, amigo conhecido do presidente Lula e gestor do instituto há muito tempo."