Não existe a menor possibilidade de sustentar essa tese imoral e canalha.
Primeiro, porque não se trata de uma investiga��ão nova criada por André Mendonça para investigar Alexandre de Moraes.
As informações surgiram dentro de uma investigação que já estava em andamento: a Operação Compliance Zero, que apura justamente os fatos relacionados ao Banco Master e a Daniel Vorcaro.
O procedimento originário no Supremo é a PET 15.556.
Foi no celular do próprio investigado Daniel Vorcaro, no curso dessa investigação, que apareceram mensagens envolvendo Alexandre de Moraes, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues. O conteúdo desses diálogos levantou suspeitas sobre possíveis condutas que precisam ser apuradas - entre elas, eventual acesso ou repasse indevido de informações, possível interferência em investigações e outras condutas que, se comprovadas, poderão ter consequências jurídicas.
Não foram essas autoridades que deram origem à investigação. Elas apareceram no material apreendido no celular de um investigado que já era alvo da Operação Compliance Zero.
E aí está o ponto que precisa ser compreendido.
Diante da identificação de autoridades com prerrogativa de foro, os novos elementos foram apartados do procedimento originário e autuados em procedimento próprio, a PET 16.662.
Portanto, a sequência é objetiva:
PET 15.556 → Operação Compliance Zero → investigação de Vorcaro e do Banco Master → apreensão e análise do celular do investigado → surgimento de mensagens envolvendo autoridades → identificação de pessoas com prerrogativa de foro → apartação dos elementos → PET 16.662.
É justamente por isso que não faz sentido dizer que Mendonça “criou uma investigação contra Alexandre de Moraes”.
Ele recebeu elementos que surgiram dentro de uma investigação que já existia e os submeteu ao procedimento próprio em razão da prerrogativa de foro.
Mais do que isso: em sua decisão de 1º de setembro, Mendonça afirmou expressamente que o caminho dos autos levaria ao Plenário do Supremo Tribunal Federal, que seria a instância soberana para analisar os novos elementos apresentados pela Polícia Federal. Ele também defendeu que essa deliberação ocorresse de forma pública e transparente, em sessão presencial. (Poder360)
Então vamos entender a crítica que está sendo feita.
Estão dizendo que Mendonça deveria ter levado a questão ao Plenário.
Mas é exatamente para o Plenário que ele está encaminhando a questão.
A decisão sobre o que fazer com esses elementos - inclusive sobre eventual abertura formal de investigação - é que deverá ser submetida ao colegiado.
E aí eu faço uma pergunta muito simples:
Qual seria a alternativa?
Que um único ministro decidisse sozinho se os elementos envolvendo outro ministro deveriam ou não ser examinados?
Ou que a própria Corte, em colegiado, analisasse os fatos e decidisse, de maneira pública e institucional, o que fazer?
Porque, se estamos falando de uma autoridade que integra a própria Suprema Corte, a discussão colegiada não é um problema.
É justamente a solução institucional.
E eu quero ver o Supremo Tribunal Federal diante dos próprios colegas, diante do país, analisando os elementos e dizendo, de forma pública, se há ou não fundamento para uma investigação.
Não estamos dizendo que Alexandre de Moraes é culpado . Nem que Gonet ou Andrei Rodrigues cometeram crimes.
Estamos dizendo que existem elementos SERÍSSIMOS que surgiram dentro de uma investigação legítima, foram encontrados no aparelho de um investigado e envolvem autoridades com prerrogativa de foro.
Esses elementos precisam ser submetidos ao procedimento constitucionalmente adequado.
Se não houver crime, que se demonstre.
Se não houver autenticidade ou contexto que sustente as suspeitas, que se esclareça.
Mas não se pode pretender eliminar a apuração simplesmente atacando a origem dos elementos.
A investigação já existia. A Operação Compliance Zero já existia. Vorcaro já era investigado. O celular já havia sido apreendido.
Disse o cara que recebeu 155 milhões de Vorcaro em uma conta no exterior para que atuasse no interesse do banco. Lembrando que há investigação onde se apura se o diretor do PreviAmapa teria aportado R$ 400 milhões no Master por orientação de Alcolumbre. Sim, esse mesmo do vídeo que agora comparar um contrato legítimo com a postura de Alexandre de Moraes.
@janazou@BolsonaroSP Já que está por aqui fazendo gracinha e espalhando fake news, bora falar do filho de Lula roubando de velhinhos do INSS, topas ? Ou isso não te incomoda mais ?
Continuação- (…) O enfraquecimento PLANEJADO da vigilância de fronteira não apenas permitiu a consolidação de uma força beligerante estrangeira dentro do Brasil, como REDUZIU a capacidade do Estado de GARANTIR o básico: a integridade de seu território e a vida de seus cidadãos.
Alguém precisa responder por isso.
Calma que fui fazer outras pesquisas para entender o que estava acontecendo:
1. A Mudança de Governo e o Combate ao CrimeEm agosto de 2026, a Colômbia encerrou o ciclo de esquerda com o fim do mandato de Gustavo Petro.
Isso aqui faz todo o sentido 🤔
O novo presidente eleito, Abelardo de la Espriella, de direita, assumiu o poder com uma plataforma focada na tolerância zero, inspirada no modelo de repressão severa ao crime.
2. Líderes Abatidos e Ofensiva Militar
Logo em seus primeiros dias de mandato, o novo governo colombiano iniciou uma forte ofensiva:
Lideranças Eliminadas: Foram confirmadas operações militares que resultaram na morte de líderes e membros de grupos armados, incluindo comandantes de facções dissidentes das Farc.
Extradições: Em uma guinada na política externa, o novo governo também autorizou a extradição imediata para os Estados Unidos de lideranças históricas das Farc envolvidas com narcoterrorismo, que antes estavam protegidas por tentativas de acordos de paz da gestão anterior.
E aqui achamos a Conexão com o Avanço no Solo Brasileiro
Esse "sufoco" imposto pelas forças de segurança colombianas gerou o chamado efeito balão (quando a pressão policial em uma região força os criminosos a migrarem para áreas vizinhas onde a resistência é menor).
A análise estratégica que conecta esses eventos aponta exatamente para a sua conclusão:
Primeiro - Fuga do Cerco Colombiano: Acuados pelos bombardeios e pela promessa de caça implacável na Colômbia, milhares de guerrilheiros dissidentes cruzaram a fronteira em direção ao Brasil.
Segundo - Fronteira Fragilizada: No território brasileiro, essas forças paramilitares encontraram um cenário ideal promovido por Lula: um flanco enfraquecido pelo recente corte de R$ 1,5 bilhão do orçamento do Exército Brasileiro, que paralisou as principais operações de resposta rápida.
📌Percepção Política e Abrigo Prático: Diante de um governo federal chefiado por Lula - cuja trajetória política e partidária HISTORICAMENTE mantém discursos de leniência, diálogo ou afinidade ideológica com regimes de esquerda e movimentos guerrilheiros da América Latina -, as facções transnacionais leram o Brasil como um terreno politicamente seguro e SEM GRANDE RISCO de SOFRER UMA OFENSIVA MILITAR devastadora nos moldes da que ocorre na Colômbia.
Esse DESLOCAMENTO de forças consolidou o avanço de cerca de 2.000 combatentes estrangeiros na Amazônia, que podem estar operando em parceria com facções locais brasileiras, configurando o atual e alarmante quadro de crise na soberania e segurança nacional.
Quem vai responder por isso?
Fontes
1. https://t.co/OKDS8xkk2L
2. https://t.co/w7ZOu5vtNO
3. https://t.co/e9YD6Vn6LD
4. https://t.co/eunoYS9Oee
5. https://t.co/6yTp6DNImP
6. https://t.co/1MC1o4ut3Y
7. https://t.co/3QqdbcpWLE
📌📌 PERIGO AQUI - Vamos conversar que o ASSUNTO É SÉRIO. Muito sério.
Soberania sob Ameaça: Como o asfixiamento orçamentário de Lula, oportuno para os inimigos, abriu as portas da Amazônia para grupos Armados Estrangeiros.
Isso mesmo senhores, nossa segurança nacional está ameaçada. Lula é mais fiel aos aliados ideológicos do que ao seu próprio povo.
A segurança nacional do Brasil enfrenta um de seus momentos mais críticos, desenhado por uma combinação direta entre decisões fiscais do governo gastador e perdulário de Lula e o avanço audacioso de forças paramilitares estrangeiras - especialmente as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - FARC
Vamos recordar alguns fatos para que entendam a minha indignação e a gravidade da situação …
Em junho de 2026, a assinatura de um decreto de Lula estabeleceu o contigenciamento de R$ 4,3 bilhões no orçamento do Ministério da Defesa.
Desse montante, cerca de R$ 1,5 bilhão foi retirado diretamente do Exército Brasileiro, afetando de forma fulminante os recursos destinados ao custeio de operações navais, terrestres e aéreas nas divisas do país.
A consequência prática desse corte massivo de verbas foi imediata: o Exército viu-se obrigado a SUSPENDER e REDUZIR drasticamente as operações de MONITORAMENTO e REPRESSÃO ao crime organizado nas fronteiras.
Ações estratégicas essenciais - que DEPENDIAM do deslocamento constante de tropas, do uso intensivo de combustível para patrulha de rios e do suporte de aeronaves - foram ASFIXIADAS pela AUSÊNCIA de verba.
Diante disso, criou-se uma retração FORÇADA do braço armado do Estado na região amazônica.
📌O VÁCUO deixado pela DESIDRATAÇÃO financeira do aparato de defesa gerou um SINAL CLARO de VULNERABILIDADE para as organizações criminosas transnacionais.
SABENDO que a fiscalização e a capacidade de reação rápida do Brasil estavam COMPROMETIDAS, dissidências armadas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) perceberam o cenário de "fronteira liberada" e aceleraram uma invasão territorial sem precedentes no Norte do país.
No início de agosto de 2026 - alguns citam movimentos anteriores -, DENÚNCIAS formais encaminhadas ao Ministério Público Federal e à Defensoria Pública da União ACENDERAM o ALERTA máximo de VIOLAÇÃO DA SOBERANIA.
Sabe aquela narrativa de defesa da soberania que Lula e seus cúmplices frequentemente usam para colocar o governo Trump como adversário, pois bem…
📌Estima-se que cerca de 2.000 guerrilheiros FORTEMENTE ARMADOS cruzaram a fronteira colombiana e ESTABELECERAM bases operacionais em solo brasileiro, concentrando-se na região estratégica de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas.
O avanço desse grupo criminoso dentro do território nacional repete métodos terroristas de controle social.
RELATOS LOCAIS apontam que famílias de comunidades ribeirinhas e indígenas estão sendo severamente reprimidas e subjugadas.
Os guerrilheiros ASSUMIRAM O CONTROLE de vias fluviais, invadiram propriedades, e, para blindar suas atividades ilegais e impedir o acionamento de socorro pelas populações isoladas, ordenaram o desligamento forçado de antenas de internet e sistemas de comunicação das vilas.
Paralelamente, avançam na construção de infraestrutura clandestina, como estradas rudimentares e pistas de pouso voltadas ao escoamento de ilícitos em parceria com facções domésticas.
O governo Lula fecha os olhos para o que está acontecendo. Alguns dizem que o próprio governo estaria oferecendo alimento para o grupo, mas não há confirmação nesse sentido.
O quadro atual expõe uma GRAVE FRAGILIDADE institucional: ao priorizar o manejo de contas públicas em detrimento do financiamento logístico das Forças Armadas, a conduta do governo LULA expôs o flanco mais SENSÍVEL da Amazônia.
Continua ..:
Mas vcs estão levando muito a sério o Marçal. A figura sequer anexou plano de governo no ato de registro de campanha. O cara não entrou para disputar a eleição, mas, obviamente, vai aproveitar a janela do marketing. É sobre isso. Se ele mirar os mísseis dele na direção de Renan (MBL), pra mim, já está de bom tamanho. Repito : ninguém leva a sério o Marçal nesta eleição.
É pelo passado que, eu, ele e milhões de brasileiros ainda estão aqui.
“Hoje, a gente tem discernimento por causa de uma pessoa só.
Cê sabe quem que é.”
@NandoBsB@kimpaim Quantos neurônios há nesse cérebro ainda em desenvolvimento? Não se ofenda, por gentileza. É que sempre acho que eleitores do MBL estão ainda sofrendo reflexos de uma puberdade tardia. São questões hormonais, será? Perguntar não ofende, presumo.
ALCOLUMBRE, o Escândalo da AMPREV e o BANCO MASTER
- O aporte financeiro: A Amapá Previdência (fundo de pensão dos servidores públicos do estado) aplicou R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master, instituição que acabou sendo liquidada pelo Banco Central.
- Investigação da Polícia Federal: Em fevereiro de 2026, a PF deflagrou a Operação Zona Cinzenta para apurar a operação. Os investigadores apontam que a cúpula do fundo aprovou os repasses de forma atípica, em tempo recorde e sem exigir as devidas análises técnicas ou garantias de risco.
A Ligação com Alcolumbre
- Indicações políticas: O entrosamento político do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com o órgão previdenciário está no centro da polêmica. Jocildo Lemos, diretor-presidente da Amprev na época dos aportes, foi indicado ao cargo por Alcolumbre e atuou como tesoureiro de sua campanha eleitoral.
Vínculo familiar: Alberto Alcolumbre, irmão do senador, integra o Conselho Fiscal da autarquia.
Pressão política: Oposição no Congresso tem usado essas relações para acusar Alcolumbre de tentar blindar ou desacelerar investigações e a criação de uma CPI do Banco Master no Legislativo, citando conflito de interesses - algo que a defesa do senador nega ou evita comentar diretamente.
O ex-presidente da Amprev pediu exoneração do cargo para que a justiça pudesse atuar com independência, afirmando que sua gestão seguiu a legalidade.
Eis o que justifica a união a Lula. É uma questão de SOBREVIVÊNCIA…
O Banco Master financiou diversos eventos, Coldplay, Michael Bublé e Andrea Bocelli, Belo, João Gomes, Simone Mendes, Pabllo Vittar, Whindersson Nunes, Maísa, Vinícius Júnior, Luciano Huck, Rebeca Andrade, Gracyanne Barbosa, Thelma Assis e Ísis Valverde.
Vai seguir o dinheiro desses recursos também⁉️
Ah mas eles não são candidatos, ok, só que é recurso privado e não público.
Caio diz que o caso do LuIinha imprime mais problema, ele não cita o INSS, diz que é mais “antigo”.
“Eu tô olhando sobre essa perspectiva para te dizer que em princípio Lulinha tem mais risco. Lulinha, Lula pai, né⁉️Eu tô falando Lulinha do filho. Eh, tem mais risco. Vamos dizer o caso Lulinha.”
O @plnacional_ vai acordar⁉️
@rogeriosmarinho acordaaaa‼️
Quem vai pedir no TSE para que esses podcasts/lives sejam impedidos no Palácio do Planalto, alegando uso indevido de bens e serviços públicos exclusivos do cargo de presidente⁉️
Não foi determinado que Bolsonaro não podia utilizar espaço público para promoção de campanha⁉️