Vou pegar um país dilacerado e tratar o paciente. Não prometo milagre, prometo trabalho, pragmatismo e não abrir mão de um milímetro das prerrogativas da Presidência da República.
É assim que se governa.
ASSIM É DIFÍCIL SAIR DO ESGOTO.
A maior tragédia política brasileira talvez não seja a corrupção, nem o populismo, nem a pobreza. É a incapacidade de uma parcela significativa do eleitorado de aprender com os próprios erros.
A polarização carangueja mantém o país parado no tempo. Mesmo diante de décadas de promessas fracassadas, escândalos, crises econômicas e corrupção, milhões de brasileiros continuam presos à falsa escolha entre extremos que já demonstraram suas limitações e seus vícios.
Enquanto mineiros e goianos testemunham os resultados administrativos de Romeu Zema e Ronaldo Caiado – governadores que foram efetivamente testados nas funções executivas e apresentaram resultados concretos – o debate nacional continua refém da mesma disputa estéril de sempre.
De um lado, Lula, marcado pelos maiores escândalos de corrupção da história política brasileira. Do outro, o bolsonarismo insistindo em herdeiros políticos cuja trajetória também acumula controvérsias e acusações graves.
O Brasil possui alternativas. Possui quadros políticos mais preparados, mais experientes e mais equilibrados. Mas uma parte do eleitorado prefere a paixão à razão, o fanatismo à análise e a torcida organizada ao interesse nacional.
Depois, pergunta-se: por que continuamos atolados em pobreza, corrupção, insegurança e estagnação?
A resposta talvez esteja menos nos políticos que elegemos e mais na incapacidade coletiva de abandonar velhos ídolos e velhos erros.
Assim, realmente fica difícil sair do esgoto.
Cristo jamais lutaria contra a liberdade.
Quem luta contra a liberdade são os amigos ditadores do Lula e os intocáveis que querem censurar o povo brasileiro.
E vale lembrar: o Alckmin representou o Brasil na posse do presidente do Irã.
Esse não é o lado do Brasil.
O nosso lado é o da liberdade.
O editorial do Estadão de hoje acerta precisamente no alvo quando aponta que a tentativa de enquadrar o governador Romeu Zema no inquérito das fake news sinaliza uma perigosa criminalização da democracia.
A liberdade de opinião, a livre crítica política e o dissenso são pilares básicos de um sistema democrático sadio.
A supressão desses pilares, por excessos judiciais, fragiliza o Estado de Direito.
Realmente, precisamos de outro PGR.
https://t.co/Fm9w4852Du
Eloquente este artigo sobre a transformação dos homens em cidadãos de segunda classe pelo Estado brasileiro. 👇
O homem, esse desconsiderado
Por Thaís Oyama
“O governo achou por bem baixar, com o decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet, outro decreto para proteger as mulheres da violência digital. Entre outras medidas, ele estabelece que plataformas como Instagram e YouTube têm o dever de remover qualquer “conteúdo íntimo” divulgado sem autorização em até duas horas, a contar da queixa da vítima. O texto deixa claro que a medida se destina exclusivamente às mulheres.
O Código Penal já pune a divulgação não consentida de nudez ou sexo, e o Marco Civil já prevê a retirada do material após notificadas os atingidos sem distinguir homens e mulheres. O que o novo decreto acrescenta é a obrigação de retirada expressa desse tipo de material. Mas, ao determinar que as plataformas têm de fazer isso apenas no caso do sexo feminino, cria uma assimetria legal. Mulheres são alvos preferenciais desse tipo de crime, mas é certo e sabido que também homens estão sujeitos a ser lotes e vídeos expostos nas redes, por mulheres ou por outros homens. A eles, porém, o governo nada acudiu — nesse decreto em nenhum lugar — o direito de exigir denúncia imediata dos danos. Reparação expressa, nesses casos, passou a ser um direito só da população feminina.
O episódio ilustra a naturalidade com que os homens vêm sendo empurrados à condição de cidadãos de segunda classe — e não só pelos governos.
— Mamãe, todos os homens são maus?
Téo (vamos chamá-lo assim) de 10 anos, voltou chateado para casa depois que, num jogo de futebol com meninas, machucou uma colega sem querer ao cair por cima dela, por isso foi duramente repreendido pela professora. A mãe respondeu que não, nem todos os homens eram maus.
— Você bom, seu pai é bom, seu avô era bom, e muitos homens que conhecemos são bons.
Ultimamente, Téo deu para chamar a mãe de “machista” sempre que ela o impede de fazer algo que ele quer. Está claro que o menino não compreende o significado do termo ainda. Mas sabe que se trata de algo ruim — algo de que, certamente, já foi chamado na escola. Sua mãe diz sentir que, como ela, outras mães de meninos se sentem incomodadas diante da suspeita de que seus filhos recebem tratamento diferente do dispensado às alunas. O constrangimento e o receio de serem vistas, no entanto, fazem com que não reclamem.
A escola em que Téo estuda é frequentada por filhos da classe média alta paulistana, do tipo em que professores e professoras tentam explicar a vida pela lente das relações de classe, propriedade e exploração. Diante da pobreza, do crime ou do fracasso escolar, o reflexo é perguntar que estruturas produziram aquilo. Homens e meninos, porém, são exceção nessa lógica. Nesse caso, suspende-se o catecismo materialista, e a responsabilidade pela própria condição passa a ser deles. Na escola de Téo, aprende-se que os meninos tendem à violência e à agressividade — são praticamente obstáculos à civilização, resíduos inconvenientes da idade das trevas que a pedagogia moderna tem por missão superar. Precisam ser consertados, reeducados e reprogramados.
E, ainda que se esforcem, nada será suficiente.
Todos os dias, na imprensa e nas redes sociais, uma especialista lista dez motivos por que os homens são responsáveis pelo sofrimento das mulheres — físico, afetivo, profissional, existencial. Como o discurso começa a soar gasto, inventam-se novas exigências. Não basta respeitar as mulheres, escutá-las da perspectiva delas, protegê-las das microviolências diárias, é preciso denunciar o semelhante que não faz isso — quem não denuncia está tão desprezível quanto quem é culpado. Em suma, os que não pecam pela ação pecam pela omissão.
Não há absolvição.
Meninos são maus. Homens são tóxicos, e todas as identidades são belas e valorosas, menos a masculina, que agora pode ser rebaixada até pelo Estado sem que ninguém se assuste com isso.
Coitado do Téo.”
Elon Musk avait dit un truc qui m'avait marqué sur l'allocation de ressources. En substance : passé un certain niveau de richesse, l'argent n'est plus de la consommation, c'est de l'allocation de capital.
Cette phrase change tout.
L'économie, dans le fond, c'est juste un problème d'allocation. Tu as des ressources finies et des usages infinis. Qui décide où va quoi ?
Imagine une cour de récré. 100 enfants, des paquets de cartes Pokémon distribués au hasard. Tu laisses faire. Très vite, un ordre émerge. Les bons joueurs accumulent les cartes rares, les collectionneurs trient, les négociateurs trouvent des deals. Personne n'a planifié. Et pourtant chaque carte finit dans les mains de celui qui en tire le plus de valeur. Le système maximise le bonheur total de la cour. C'est ça, la main invisible.
Maintenant fais entrer la maîtresse. Elle trouve ça injuste. Léo a 50 cartes, Tom en a 3. Elle confisque, redistribue, impose l'égalité. Trois effets immédiats. Les bons joueurs arrêtent de jouer, à quoi bon. Les mauvais n'ont plus de raison de progresser, ils auront leur part. Les échanges s'effondrent. La cour est égale, et morte. Elle a maximisé l'égalité, elle a détruit le bonheur.
Le problème de la maîtresse, c'est qu'elle ne peut pas avoir l'information que la cour avait collectivement. C'est le problème du calcul économique de Mises, formulé en 1920. L'URSS a essayé de le résoudre pendant 70 ans avec le Gosplan. Résultat : pénuries, queues, effondrement. Pas parce que les Soviétiques étaient bêtes, parce que le problème est mathématiquement insoluble en mode centralisé.
Quand Musk a 200 milliards, il ne les consomme pas, il les alloue. SpaceX, Starlink, Neuralink, xAI. Chaque dollar est un pari sur le futur. Et lui a un track record. PayPal, Tesla, SpaceX. Il a démontré qu'il sait identifier des problèmes immenses et y allouer des ressources avec un rendement spectaculaire.
L'État aussi a un track record. Hôpitaux qui s'effondrent, éducation qui décline, dette qui explose, services publics qui se dégradent malgré des budgets en hausse constante. Le marché identifie les bons allocateurs, la politique identifie les bons communicants.
Le profit n'est pas une finalité, c'est un signal. Il dit : tu as alloué des ressources rares vers un usage que les gens valorisent suffisamment pour payer. Plus le profit est gros, plus la création de valeur est grande. Quand Starlink est rentable, ça veut dire que des millions de gens dans des zones rurales ont enfin internet. Quand un ministère est en déficit, ça veut dire qu'il consomme plus qu'il ne produit. L'un crée, l'autre détruit, et on appelle ça redistribution.
Dans nos sociétés il y a deux catégories d'acteurs. Les entrepreneurs et les bureaucrates. L'entrepreneur prend un risque personnel pour identifier un problème, mobiliser des ressources, créer une solution. S'il se trompe il perd. S'il a raison, ses clients gagnent, ses employés gagnent, ses fournisseurs gagnent, l'État collecte des impôts. Il est la cellule de base du progrès humain.
Le bureaucrate ne prend aucun risque personnel. Son salaire est garanti. Au mieux il maintient une rente existante. Au pire il la détruit par excès de réglementation, mauvaise allocation forcée, incitations perverses qui découragent ceux qui produisent. Mais dans aucun cas il ne crée.
Regarde les 50 dernières années. iPhone, internet civil, SpaceX, Tesla, Google, Amazon, Stripe, mRNA, ChatGPT. Toutes des inventions privées, portées par des entrepreneurs, financées par du capital risque. Pas un seul ministère n'a inventé quoi que ce soit qui ait changé ta vie au quotidien.
La France est devenue le laboratoire mondial de la dérive bureaucratique. 57% du PIB en dépenses publiques, record absolu. Une administration tentaculaire, une fiscalité qui pénalise la création de richesse. Résultat : décrochage face aux États-Unis, à l'Allemagne, à la Suisse. Fuite des cerveaux. Désindustrialisation. Dette qui explose.
Et le pire c'est que la mauvaise allocation s'auto-renforce. Plus l'État prélève, moins les entrepreneurs créent. Moins ils créent, moins il y a de base fiscale. Plus l'État s'endette et taxe. Boucle de rétroaction négative parfaite. La maîtresse pense qu'elle aide, et chaque année la cour produit moins.
Dans nos sociétés, ce sont les entrepreneurs, toujours, qui font avancer la civilisation. Les bureaucrates au mieux maintiennent une rente, au pire la détruisent. Aucune société n'a jamais progressé en taxant ses créateurs pour subventionner ses gestionnaires.
La question n'est jamais qui a combien. C'est qui alloue le mieux la prochaine unité de ressource pour maximiser le futur de l'humanité. La réponse depuis 200 ans n'a jamais changé. Ce ne sont pas les fonctionnaires.
Esse é Erfan Soltani, um jovem iraniano de apenas 26 anos, condenado à execução por enforcamento pela ditadura do Irã.
Seu crime? Ter protestado.
Foi sentenciado à morte. Não teve direito a advogado, não teve julgamento, não teve defesa.
As autoridades iranianas disseram apenas que a sentença era definitiva, e que a família deveria manter silêncio sobre o caso, sem procurar a imprensa.
Mas Erfan não é um caso isolado. Ele é apenas mais um nome em meio a um massacre sem precedentes, promovido por um regime sanguinário contra seu próprio povo.
Fontes já falam em 3 mil mortos - muitos fuzilados ou espancados até a morte em plena rua, durante protestos.
Mais de 10 mil pessoas foram presas, desaparecidas em celas, interrogatórios e torturas. Uma repressão brutal, fria e inescrupulosa.
Nos últimos dias, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã anunciou que “nenhuma clemência” será concedida aos manifestantes.
Quem se cala diante de tanta desumanidade, de tanta barbárie, torna-se cúmplice desse terror, desse sangue e dessas mortes.
If you claim to support human rights yet can’t bring yourself to show solidarity with those fighting for their liberty in Iran, you’ve revealed yourself. You don’t give a damn about people being oppressed and brutalised so long as it’s being done by the enemies of your enemies.
Aprovamos na Câmara dos Deputados o direito de cancelar online o desconto sindical, aquele que é cobrado em razão das convenções coletivas. Chega de fila, chega de chantagem.
E sabe quem foi contra? Óbvio, o PT e seus aliados. Deputados petistas tiveram a coragem de dizer que o trabalhador “precisa conversar com o sindicato, pra ter certeza que é isso que ele quer”. Piada pronta.
Com o voto do @partidonovo30, cortamos mais uma mamata sindical. Menos dinheiro pro sistema, mais liberdade pro cidadão. E chega de filas na porta dos sindicatos para cancelar um desconto que a maioria dos trabalhadores nunca autorizou.
@Oficialluizlima
2- Achar que o novo governo americano, apoiado por uma bancada majoritariamente republicana, pode influenciar o status de inelegibilidade do Bolsonaro.
Da série "Delírios Coletivos da Direita":
1- Comemorar a eleição de Trump, sendo que ele já prometeu ser ainda mais protecionista do que no 1o mandato. Péssimo para o Brasil, pior ainda para um estado exportador de comodities como Goiás
Obviamente, há um risco se você postar algo no X, simplesmente porque o governo pode ver.
Dito isso, espero que você considere participar da crescente desobediência civil do povo brasileiro e continue postando.
https://t.co/OU87jWwPUx
Caros amigos brasileiros,
Por favor, fiquem no X.
Se vocês deixarem o X para outras plataformas, os totalitários vencerão.
Vocês estão seguros usando VPNs. Não há nenhuma maneira de Moraes impor seu decreto insano. O governo brasileiro e o PT ainda o estão usando.
O mundo inteiro está assistindo e nós estamos com vocês!
Nunca ceda aos totalitários!
MIchael
Elon Musk começou a divulgar alegadas provas do que classificou de ordens ilegais de Alexandre de Moraes ao X. Se querem acompanhar a divulgação dos documentos, é só seguir esta conta criada especialmente para isso. 👇