El vello en los dedos de los pies: una señal sobre tu salud cardiovascular.
Puede parecer un detalle insignificante, pero clínicamente revela información crucial sobre el funcionamiento interno de tu cuerpo.
Si no tienes vello en los pies, esto es lo que tu cuerpo te está advirtiendo.
Vivir "Independence Day" en el cine hace 30 años y siendo un niño, es una de esas experiencias mágicas que siempre se recuerdan.
Vamos a ver, el guion es lo que es, pero como blockbuster de pura evasión, de desconectar el cerebro un par de horas, fue de lo mejor de 1996.
¿Queréis ir al cine a ver una invasión alienígena llena de destrucción, batallas aereas, chistes malos, héroes imposibles y discursos emotivos? Pues pagabas la entrada y no podías salir decepcionado.
Otra cosa es analizarla años después y querer verla fuera de su contexto. Entonces, te parecerá terrible. Pero, amigo, ver esto en una sala de cine siendo niño...
“E se Deus existir, mas não for algo que a mente humana foi feita para compreender?”
Essa é a pergunta inquietante que parece estar no coração de Portrait of God (2022), um curta de terror que conquistou milhões de espectadores ao transformar uma ideia profundamente filosófica e religiosa em uma experiência perturbadora.
A história acompanha Mia, uma jovem que prepara uma apresentação sobre uma misteriosa pintura conhecida como “Retrato de Deus”. Conforme ela se aprofunda na investigação da obra, passa a confrontar algo que desafia não apenas sua fé, mas também sua própria percepção da realidade. O terror do filme não está em sustos fáceis ou criaturas grotescas. Ele surge da possibilidade de que o divino exista, mas seja tão vasto e incompreensível que a mente humana simplesmente não consiga processá-lo.
É justamente essa premissa que tornou o curta tão comentado entre os fãs de horror. Em vez de retratar Deus como uma figura familiar ou reconfortante, o filme flerta com uma ideia muito mais desconcertante: a de que a verdadeira natureza do criador pode estar muito além de qualquer conceito, imagem ou linguagem que os seres humanos sejam capazes de conceber.
O impacto foi tão grande que a obra chamou a atenção de dois dos maiores nomes do cinema de terror contemporâneo. Em 2025, foi anunciado que Portrait of God ganhará uma adaptação para os cinemas produzida por Jordan Peele, diretor de Corra! e Nós, e por Sam Raimi, criador da franquia The Evil Dead e diretor da trilogia clássica de Homem-Aranha. A adaptação expandirá a mitologia do curta, embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em segredo.
Se o longa conseguir preservar a mesma atmosfera de mistério e inquietação que tornou o curta tão marcante, poderá se tornar uma das obras de horror religioso mais interessantes dos próximos anos. Afinal, poucas ideias são tão assustadoras quanto encarar a possibilidade de que a resposta para a pergunta mais antiga da humanidade esteja muito além daquilo que somos capazes de compreender.
أطباء كانوا يجرون عملية قيصرية كالمعتاد…
لكن خلال الولادة ظهر مشهد نادر جدًا ما يشوفه كثير من الأطباء طوال حياتهم.
الطفل خرج من رحم أمه وهو ما زال داخل الكيس الأمنيوسي بالكامل…
وكأنه لم يغادر بطن أمه بعد.
ثوانٍ قليلة فقط…
لكنها وثّقت واحدة من أندر لحظات الولادة على الإطلاق.
Depois de alguns anos, resolvi assistir novamente a Watchmen (2009). E continuo considerando-o um dos melhores filmes de super-heróis (não tão super-heróis assim) já realizados.
Então, como na primeira vez, eu fiquei pensando no Dr. Manhattan após aparecer os créditos finais do filme. Não por causa dos poderes, embora sejam impressionantes: a capacidade de desmontar matéria, de existir simultaneamente no passado e no futuro, de reconstruir corpos. Mas, desta vez, fiquei pensando nele por outro motivo: ele sabia demais, sabia de tudo. E, de certa forma, isso foi suficiente para afastá-lo de tudo aquilo que o tornava humano.
Alan Moore fez uma coisa estranha e genial com Watchmen. Em vez de nos dar um super-herói, nos deu um importante experimento filosófico. Manhattan não vive o tempo como nós, ou seja, aquela sequência ansiosa de antes e depois, do ontem que passou e do amanhã que a gente não sabe bem como vai ser. Para ele, tudo já está resolvido. O tempo é uma mesa posta. Não existem escolhas de verdade. Existe apenas a execução de algo que já estava decidido antes mesmo de começar.
Isso tem até um nome filosófico: determinismo. Laplace, no século dezenove, imaginou uma inteligência capaz de conhecer a posição e o movimento de cada partícula do universo, e concluiu que essa inteligência poderia prever absolutamente tudo. O futuro inteiro, revelado como uma equação já resolvida. Bonito como ideia. Aterrorizante como vida.
E aí está o problema do herói azul. Ele não abandona a humanidade por arrogância, ou por crueldade, ou porque passou a nos achar patéticos, embora, convenhamos, a gente dê muitos motivos pra isso. Ele nos abandona porque a surpresa foi embora. Porque, quando nada pode te surpreender, é difícil se importar de verdade com alguma coisa. O conhecimento absoluto cobra um preço que nenhum superpoder consegue pagar: ele leva junto o encantamento.
Então, foi pensando nisso que o vi na realidade de hoje, pois, de certo modo, estamos construindo algo bem parecido.
Não exatamente um deus azul que flutua sobre Marte, mas sistemas que analisam volumes de informação que nenhum ser humano conseguiria processar em várias vidas infinitas. Que identificam padrões onde a gente mal consegue enxergar algum ruído visual. Que respondem perguntas complicadas em frações de segundo. Em alguns domínios, esses sistemas sabem mais do que qualquer pessoa viva. E, apesar disso tudo, ou talvez por causa disso tudo, sei lá, continuam sem chegar perto daquilo que faz a experiência humana valer alguma coisa.
Uma IA pode até prever qualquer palavra que vem depois. Mas ela não pode querer que venha outra. Ou seja, ela não tem domínio sobre a percepção do conhecimento. Ela não tem emoção. Pode catalogar expressões de tristeza, mas não pode acordar às três da manhã com aquela tristeza sem nome que a gente nem sabe de onde veio. Ou sabe, mas prefere ficar caladinho só matutando.
Tem algo de irônico nisso tudo e Moore, me parece, sabia exatamente o que estava fazendo. Watchmen foi publicado em 1986, mas a metáfora parece ter amadurecido com o tempo, como essas e várias outras histórias que ficaram mais verdadeiras quanto mais o mundo ao redor delas avançou.
Quanto mais nos aproximamos de inteligências que conseguem saber quase tudo, mais fica claro que o valor da vida nunca esteve no conhecimento. Sempre esteve na incerteza, na dúvida, no questionamento. Na possibilidade real de errar tentando acertar. Na expectativa de algo que ainda não aconteceu. No fato de que amanhã, por mais que a gente tente prever, ainda guarda alguma coisa que não está completamente decidida. Na verdade, para o amanhã nada está decidido.
Dr. Manhattan tinha um poder que a maioria das religiões reservou para seus deuses. O que ele não tinha era a única coisa que, ao que parece, torna a existência humana realmente interessante: a capacidade de não saber o que vem depois. De acordar e pensar: o que será que vai acontecer hoje?
Nós ainda podemos fazer isso.
DONAS MEDIO LITRO DE SANGRE. Esto es lo que tu cuerpo hace después.
Es una pregunta estupenda, me la he hecho durante los años de carrera en los que donaba y luego como traumatóloga.
Te sientas en la silla. Te ponen el torniquete. La aguja entra. Diez minutos después sales con una galleta María en la mano y 450 mililitros menos. En los años buenos, te regalaban hasta una plantita.
Tu cuerpo acaba de perder el 10% de su volumen sanguíneo. Y aunque tú vayas tan tranquilo a por el café, dentro ha empezado una operación a contrarreloj.
Lo primero que el organismo nota es la caída de presión. El plasma (que es básicamente agua con sal y proteínas) ha bajado, y eso se arregla rapidísimo. Bebes, comes algo, y en 24 o 48 horas el depósito está lleno otra vez. Por eso te insisten tanto en beber al salir.
Si tuviste un mareo al terminar de donar, te recuperas en horas.
Pero pasan más cosas, esto va por fases.
También has perdido glóbulos rojos. Y eso no se arregla con un vaso de agua.
Tus riñones detectan que llega menos oxígeno y sueltan una hormona, la eritropoyetina. Viaja como un mensajero hasta la médula ósea con un recado muy claro: “fabrica, pero ya.”
Tu médula, que en condiciones normales produce dos millones de glóbulos rojos por segundo (sí, por segundo), acelera el ritmo.
Pero tiene un problema. Necesita hierro. Y con cada donación se te van entre 200 y 250 miligramos del que tenías. Sin hierro no hay hemoglobina. Y la hemoglobina es el núcleo del glóbulo rojo nuevo.
Por eso tu cuerpo tarda entre 4 y 8 semanas en reponer todo lo que ha perdido. En España no te dejan volver a donar hasta dos meses después.
Por eso los hombres pueden donar cuatro veces al año, y las mujeres, tres. Nosotras siempre vamos más justas de hierro por la menstruación.
Tu cuerpo es generoso. Sólo te pide a cambio: hierro y tiempo.
Y mientras tu médula trabaja en silencio, alguien, en algún sitio, sigue vivo el lunes. ¡Gracias por donar!
#LaTraumatologaGeek