"Vi todas as nações do mundo reunidas e aprendi a não me envergonhar da minha. Medindo de perto os grandes e os fortes, achei-os menores e mais fracos do que a Justiça e o Direito"
Rui Barbosa, 1907
Um Homem que mesmo com um sistema tentando enterrá-lo vivo diariamente, sobrevive e dá lição a todos nós do que é ser um líder!
Presidente @jairbolsonaro , o Senhor não merece nada do que está passando, mas o Brasil vai honrar o seu sacrifício e dos presos, perseguidos, mortos e exilados políticos do 8 de janeiro!
Deus Pátria, Família e Liberdade!
Presidente @FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣
Com @BolsonaroSP
Eu sou católico. Eu sigo a Tradição. Frequento uma capela da FSSPX e é lá que recebo os sacramentos.
E POR ISSO SOU EXCOMUNGADO?
A Arquidiocese de Milão oferece um curso de cinco partes sobre o budismo como preparação para a Jornada Mundial da Juventude de 2027, sem uma única menção a Jesus Cristo ou ao ensinamento católico.
Autoridades promovem o estudo de Buda, enquanto os jovens católicos já não conhecem o Evangelho.
A farmer, tired of rats destroying his crops and stealing his grain, came up with a clever but cruel plan. He threw a dead pig into a deep, abandoned well. Attracted by the smell, nearly 80 rats rushed into the well to feast on the carcass. At first, everything seemed wonderful. There was more than enough food for everyone, and the rats ate until they were satisfied.
But when the food was gone, they discovered something terrifying. The walls of the well were too steep to climb. They were trapped. Days passed, and hunger turned into desperation. Desperation turned into aggression. The rats that had once eaten peacefully beside one another began fighting for survival. Eventually, they began killing and eating each other.
One by one, their numbers dwindled until only a single rat remained. Its eyes were bloodshot, and it had survived by consuming its own kind. Then the farmer returned, lowered a rope into the well, and rescued the last surviving rat. But he didn't save it out of kindness or compassion.
The farmer knew the rat had learned to survive by hunting other rats. When he released it into his fields, it would continue killing its own kind instead of eating his grain. The farmer had turned his enemy into his greatest weapon.
And that is the lesson of divide and conquer. Those who control the trap don't need to fight the battles themselves. They simply create the conditions in which others turn against one another.
The rats believed their enemies were the other rats. They never realized that the true enemy was the farmer who had put them there.
The greatest danger isn't always the enemy standing in front of you. Sometimes it's the one who created the conflict and stands quietly watching you destroy each other.
Before you turn against your neighbor because of their political beliefs, ask yourself who benefits from keeping Americans divided. While we fight each other over Republican and Democrat, we may be overlooking those who profit from the conflict. Perhaps the real question isn't which side you're on, but who built the well—and why they want us fighting at the bottom of it.
Muito antes de Denzel Washington se tornar um dos atores principais mais respeitados de Hollywood, ele era apenas um jovem ator no set de um telefilme de 1977 sobre a campeã olímpica Wilma Rudolph.
No elenco, estava uma jovem marcante chamada Pauletta Pearson — pianista com formação clássica, graduada pela Juilliard e que já contava com trabalhos na Broadway em seu currículo. Eles se viram, mas não houve nenhum "clique" naquele dia.
Meses depois, o destino tentou novamente. Em uma festa oferecida por um amigo em comum do filme, Denzel e seus amigos chegaram atrasados.
Ele e Pauletta foram apresentados novamente. Na noite seguinte, ela se acomodou em uma poltrona de teatro exatamente no momento em que as luzes se apagaram. Quando chegou o intervalo e as luzes da sala se acenderam, ela olhou para o lado — e lá estava ele, sentado bem ao seu lado.
Denzel ainda brinca dizendo que ela "por acaso" escolheu aquela peça. Pauletta insiste que foi pura coincidência. De qualquer forma, algo aconteceu. Mais tarde, ela contou a Oprah que se apaixonou primeiro pelo espírito dele; depois, percebeu que o restante do "pacote" também não era nada mal.
O primeiro encontro de verdade deles teve um contratempo memorável: Denzel planejou impressioná-la gastando com um táxi, mas acabou vendo o taxímetro subir enquanto sua carteira esvaziava. Pauletta pagou a corrida discretamente. Ela ainda ri disso hoje em dia.
Quando ele finalmente a pediu em casamento, ela disse não. Duas vezes. (Ou três, dependendo de quem conta a história.) Na terceira vez, ela disse sim. Em junho de 1983, casaram-se. A festa foi tão repleta de cumprimentos e fotos que a comida acabou. Os recém-casados acabaram indo a uma lanchonete para comer ovos.
Eles criaram quatro filhos — John David, Katia e os gêmeos Malcolm e Olivia — enquanto a carreira de Denzel decolava. Pauletta afastou-se dos palcos e dos estúdios de gravação para construir um tipo de lar que não se pode comprar.
Denzel nunca se esqueceu disso. "Você pode comprar uma casa", disse ele, "mas isso não a torna um lar. Minha esposa fez o trabalho pesado." Na cerimônia do prêmio AFI Life Achievement, ele foi além: “Eu não estaria vivo se não fosse por Pauletta Washington”.
Mais de quarenta anos depois, a mulher que, certa vez, pagou a corrida de táxi e recusou dois pedidos de casamento continua ao lado dele. Quando lhe perguntam qual é o segredo do casamento deles, ela sorri e balança a cabeça.
Não existe segredo, diz ela. Apenas trabalho, oração, perdão e o amor fundamental que nutrem um pelo outro desde aquela noite em que as luzes se acenderam em um teatro escuro e eles descobriram que estavam sentados lado a lado ♥️♥️
Mayo de 2014. Jim Carrey sube a dar un discurso de graduación. Durante diez minutos hace lo que se espera de él: muecas, chistes, la sala muerta de risa.
Y entonces, sin avisar, cambia el tono.
«Mi padre podría haber sido un gran cómico, pero no creía que eso fuera posible para él. Así que tomó una decisión prudente. Consiguió un trabajo seguro como contable. Y cuando yo tenía 12 años, lo despidieron de ese trabajo seguro y nuestra familia tuvo que hacer lo que pudo para sobrevivir».
Un hombre gracioso que se pasó la vida haciendo cuentas porque no se atrevió a otra cosa. Y aun así, la vida segura le falló igual.
Carrey sacó de ahí su gran lección: «Puedes fracasar en lo que no quieres, así que más vale arriesgarse a hacer lo que amas».
Con siete años, cuando llegaban visitas a casa, se tiraba por las escaleras. Le preguntaban qué había pasado y respondía: «No sé, vamos a ver la repetición». Volvía arriba y bajaba otra vez a cámara lenta.
«Mi padre presumía de que yo no era un payaso, era el circo entero. Y trató mi talento como si fuera su segunda oportunidad».
Imagina a ese padre mirando al niño en la escalera. Viendo en él lo que él mismo no se atrevió a ser. Y en vez de apagarlo, aplaudiéndolo.
Carrey avisa: «Me voy a emocionar». Y dice: «El efecto que tienes en los demás es la moneda más valiosa que existe. Porque todo lo que consigas en la vida se pudrirá y se caerá a pedazos, y lo único que quedará de ti es lo que había en tu corazón».
Cierra así: «Solo vais a tener dos opciones: el amor o el miedo. Elegid el amor, y no dejéis nunca que el miedo os ponga en contra de vuestro corazón juguetón».
A lo mejor tú también estás viviendo una vida prudente que no es la tuya. A lo mejor te dijeron que lo que te hace vibrar «no da de comer».
Solo te pregunto una cosa, con cariño: ¿cuánto miedo cabe en tu prudencia?
A calamidade que hoje atinge o Rio Grande do Sul, as grandes enchentes, vão deixando até agora um saldo impressionante de 75 mortos, 103 desaparecidos, 780 mil pessoas afetadas e 334 municípios atingidos.
Se a tragédia abala toda a região, causando comoção nacional, atinge diretamente, ainda, o governo de Luiz Inacio e sua incompetência atroz.
Há mais de uma semana do início das chuvas, não se tem notícia de qualquer ação efetiva do governo federal no sentido de auxílio à população.
Pelo contrário, o que os brasileiros viram foi a chacota e o menosprezo de um homenzinho arrogante e prepotente ao chegar na região, minimizando -como sempre foi seu costume- tudo que o desafia.
Uma jogada macabra de marketing usando a miséria alheia, mais uma que deu errado, muito errado.
Observar o governador do estado, Eduardo Leite, com o suposto 'chefe do executivo' ao lado, em segunda visita à região, pedir doações para 'reconstruir' a região é de embrulhar o estomago de um avestruz.
Como se ao seu lado não estivesse Lula, o perdulário, gastando a rodo com penduricalhos para sua primeira dama, despejando grana em artistas decadentes e pagando políticos a peso de ouro para apoiá-lo.
A tempestade do fracasso atinge o desgoverno lula em cheio, e não poderia ser diferente.
Porque não há liderança, não há governo, apenas fragmentos de poder autoritário, dispersos, mandando e desmandando, feito baratas tontas.
O caos e o fiasco se abatem também sobre o Exército, com caminhões sendo humilhantemente socorridos pela população, soldados quase afogados e sem competência para enviar sequer dois helicópteros prometidos para a região.
Enquanto reina o caos no desgoverno a sociedade se mobiliza, Luciano Hang manda seus helicópteros e Pablo Marçal socorre o povo com mantimentos.
Além das ações heroicas da PM e do próprio povo, solidário e ativo, uma lição para o resto do país.
E de governos estaduais, como o de São Paulo, que enviam auxílios efetivos.
Entidades privadas se mobilizam para captar recursos, em auxílio ao povo assolado pela natureza.
Natureza que transforma a horda lulopetista numa legião muda, como se tivessem nascido sem língua, diante do fracasso evidente que os atinge.
O Rio Grande do Sul se recuperará, graças a seu povo e à sociedade brasileira.
Mas o Brasil, pobre Brasil, é assolado por uma hecatombe que parece não ter fim, uma tempestade fúnebre que não acaba nunca, um pesadelo sem despertar: o lulopetismo.
Enquanto essa praga não for erradicada, estaremos todos flutuando, no meio de uma tempestade, num barquinho que ameaça afundar a qualquer momento.