@enfermeira_a Pede-se é competência,retirar quando é devido não o fazer quando não é apropriado.Este caso só prova a incompetência dos técnicos,pode dar razão a quem os critica,quer por tirar quer por não.Pelo menos alguns não sabem o que fazem.Serão também algumas vezes os que mandam tirar.
Maria Castello Branco afirma que a imigração reduz a criminalidade.
Três frases depois, explica que eles andam violentos porque não podem trazer o harém inteiro.
Quando a estupidez encontra a propaganda, nasce o comentário político.
O ridículo brilha em horário nobre.
Tenho saudades dos tempos em que no Liceu havia ‘burros’, ‘gordos’, ‘caixa de óculos’, ‘pretos’, ‘chineses’, ‘indianos’, ‘artolas’, ‘maricas’, etc. Os ‘burros’ chumbavam, não se tornavam doutores, como hoje em dia. Mas a fasquia era definida pelo marrão da turma, não era nivelada por baixo como agora. Somos todos iguais diz-se.
Antes não parecia que fossemos, mas o ‘gordo’ também tinha notas brutais e ninguém sabia como, talvez porque não jogasse à bola, o ‘caixa de óculos’ tinha um sentido de humor inigualável mas não fazia corridas pois tinha medo de cair, o ‘preto’ jogava à bola como ninguém e fazia umas fintas inimagináveis, tinha um físico fora do comum, o ‘chinês’ tinha vindo de outra escola sabia à brava inglês, e tinha histórias que não lembravam a ninguém. Cada um tinha um «defeito», até uma alcunha, mas tinha ou lutava por ter também outras qualidades. Hoje não. Dizem que somos todos iguais. Agora, tudo ou é bullying, ou racismo, ou xenofobia, ou opressão, ou assédio, ou violência. Antigamente quando se era mesmo racista, levava-se um chapadão na tromba e aprendia-se logo que o ‘preto’ era como nós outros, apenas tinha côr diferente. E não era bullying. Era ‘aprendizagem on job’. *Aprender assim era duro pois dói e não se esquece mais. E às vezes em casa com os pais também se ‘aprendia’.
O menino ou menina ‘sem sal’ passava despercebido/a e sentia-se sozinho/a. Ter uma alcunha diferente era fixe. A diferença era vista com bons olhos.
*E aprendia-se uma coisa importante: rirmos de nós próprios. E não chorarmos porque alguém nos chamou isto ou aquilo. Assumia-se a gordura, o ‘esquelético’, a ‘caixa de óculos’ e tudo o mais que viesse. Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante: mudava-se, lutava-se por acabar com ela. Não se culpava os outros nem a sociedade. Não se faziam ‘queixinhas’. E falhava-se. Muitas vezes. Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte. E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
Agora não.
Todos somos iguais, há mesmo a chamada igualdade de género, todos somos bons, todos merecemos, todos temos as mesmas oportunidades, todos devemos até ganhar o mesmo, todos somos vítimas, todos somos oprimidos e todos somos parvos …. porque aceitamos este ambiente do ‘politicamente correcto’ sem dizer nada….. e até devemos dizer que somos ‘normais’.
*Segundo o novo paradigma social, devem ter muito cuidado comigo, porque:
- Sou velho, tenho mais de 70 anos, o que faz de mim um tolo, improdutivo, que gasta estupidamente os recursos do Estado;
- Nasci branco, o que me torna racista;
- Não voto na esquerda radical, o que me torna fascista;
- Sou hetero, o que me torna um homofóbico;
- Possuo casa própria, o que me torna um proprietário rico (ou talvez mesmo um latifundiário);
- Amo "foie gras" , carne de caça, peixe do mar e cordeiro de leite, o que me torna um abusador de animais;
- Sou cristão, e embora não praticante, sou um infiel aos olhos de milhões de muçulmanos;
- Não concordo com tudo o que o Governo faz, o que me torna um reaccionário;
- Gosto de ver mulheres bonitas bem vestidas (ou despidas), ou super decotadas, o que me torna um tipo capaz de assediar;
- Valorizo a minha identidade portuguesa e a minha cultura europeia e ocidental, o que me torna um xenófobo;
- Gostaria de viver em segurança e ver os infractores na prisão, o que me torna um desrespeitador dos direitos "fundamentais" protegidos;
- Conduzo um carro a diesel, o que me torna um poluidor, contribuindo para o aumento de CO2;
Apesar de estes defeitos todos, acho que ainda sou feliz …era mais antes da pandemia…. mas mesmo assim e considero-me um ‘gajo normal!"
Um texto do Manuel Castelo-Branco no FB que pedi autorização para publicar aqui e só vos faz bem ler – como nasceu e morreu o Bloco de Esquerda.
____
O Bloco de Esquerda esteve sempre do lado contrário ao da democracia liberal ocidental e da liberdade individual. No entanto os seus dirigentes mais frequentemente filhos da burguesia e só muito raramente do proletariado, reclamavam "na defesa do povo, mas nunca no meio dele". Atendendo ao histórico, nada surpreende, um partido herdeiro da LCI - Liga Comunista Internacional, maoista mas também trotskista (se é que as duas ideologias se podem juntar) fundado pouco antes do 25 de Abril, e que, nos períodos conturbados do PREC, esteve sempre no lado contrário às eleições, á liberdade e à democracia.
Em 1975 era vê-los em todas as manifestações de apoio ao Copcon de Otelo, ao lado do PRP/BR de Isabel do Carmo e Carlos Antunes; à UDP de Américo Duarte (mais tarde Mário Tomé) ou o MES (que teve como ultimo líder Eduardo Ferro Rodrigues), FSP (Frente Socialista Popular), a LUAR, etc. Sendo um movimento mais urbano e centrado em Lisboa, estiveram sempre na linha da frente, na ocupação de casas, nos saneamentos de empresários donos da sua própria empresa, nas paralisações que afectaram o País, principalmente a cintura industrial de Lisboa, durante esse período.
Durante o PREC, criaram uma aliança de partidos de extrema-esquerda - a FUP/FUR que rejeitava eleições, defendia o poder popular e tinham em Otelo Saraiva de Carvalho o seu maior aliado, nomeadamente na oposição ao Documento dos Nove e no apoio ao Documento do Copcon - "Autocrítica revolucionária do Copcon/Proposta de trabalho para um programa político". Em 1976, estiveram ao lado da candidatura presidencial de Otelo e posteriormente no GDUP - o movimento político que se lhe seguiu e que pretendeu, sem sucesso, capitalizar os 800 mil votos que Otelo conseguiu nas Eleições Presidenciais de 1976.
Mais tarde, algures no final dos anos 70, funde-se naquilo que foi mais uma OPA, com outro pequeno partido PTP e criam o PSR - um partido com uma aparência mais moderna. Até à fusão com a UDP, aproveitando um momento de sucessão do Major Tomé e a consequente criação do Bloco de Esquerda, nunca o PSR viria a eleger um deputado, apesar dos mais de 60 mil votos conseguidos pelo partido no início dos anos 90. Eram famosas as campanhas eleitorais, com poucos meios, muita algazarra e algum humor, lideradas por Francisco Anacleto Louçã. Tinham graça porque eram diferentes, não eram perigosos mas apenas pq estavam fora da AR. O que defendiam estava fora daquilo que é aceitável numa democracia. Já a UDP, seu parceiro na fundação do Bloco, permanecia também no extremo esquerdo do leque partidário, tendo inclusive candidatado Isabel do Carmo e Carlos Antunes nas suas listas (dirigentes terroristas das Brigadas Revolucionárias), apenas para tentar que estes não fossem julgados pelos atentados bombistas e assaltos cometidos já depois do 25 de Abril. E assim foi, a união fez a força e em 1999 entram na AR com dois deputados. A partir daí foi sempre a crescer, com altos e baixos até às legislativas de 2022, data em que perderam mais de metade dos votos.
Mas, nem sempre isento de polemicas e com frequentes demonstrações de quem estava nas franjas do aceitável. Já nessa altura eram o albergue dos terroristas amnistiados das FP25A - vários fazendo parte da sua comissão política (ou equivalente) e muitos deles concorrendo nas listas à Assembleia da República ou à Presidência de Camaras Municipais, como é o caso do terrorista confesso que matou o bebé em São Manços - José Ramos Santos - com página aqui no Facebook.
Mais tarde, em 2009, Francisco Louçã que demonstrando a sua altivez contra os seguros privados, subscreveu à socapa, 30 mil euros (sim trinta mil) num PPR. Felizmente a sua incoerência foi exposta pelo Expresso e o partido sofreu fortemente nas urnas.
Uns anos depois, o caso Robles, vereador na CML, que reclamava contra a especulação imobiliária, enquanto ele e a irmã compravam um prédio por 350 mil euros e o colocavam à venda, uns anos depois por cerca de 5 milhões: " Aqui podia viver gente". Nem a Carmo Afonso, com os seus lucrativos negócios imobiliários com Israelitas conseguiu ser tão proveitosa.
Mas a contradição não se esgotava aqui -Catarina Martins vociferava contra o Alojamento Local, quando ela própria tinha o seu negócio familiar de AL. Ao pé do que viria a seguir, isto não era nada.
E naquilo que achávamos ser o topo da incoerência e contradição, Mariana Mortágua, contava-nos a história de como a sua avó se teria assustado com a nova lei das rendas. A estimável senhora, viúva de um antigo vereador do PSD á CM de Torres Vedras, nunca tinha visto a sua renda aumentada e atendendo à sua idade, nunca poderia ser despejada. O senhorio era uma fundação de beneficência e a senhora pagava uma renda que seria menos de metade do valor de mercado. Obviamente, que no meio disto tudo, as carteiras LV ou lenços Chanel são um pequeno detalhe.
Mas, como refere Miguel Morgado, o BE é uma "miséria moral" e no ano em que caiu a sua votação para menos de metade, despediu 5 funcionários dos quais duas mulheres em licença de maternidade, com uma enorme falcatrua, como descreve a revista Sábado, na forma como fugiu às suas responsabilidades. Isto, tendo 700 mil euros no banco e apresentando lucros de algumas dezenas de milhar de euros nesse mesmo ano. O mesmo partido que se dizia defensor dos fracos e desprotegidos, das mulheres, das grávidas e das mulheres em licença de maternidade. Tudo isto coloca o Bloco de Esquerda a promover praticas ilegais, algumas delas puníveis criminalmente, mas principalmente em total falência moral – “faz o que eu digo, não faças o que eu faço”. Bem prega Frei Tomás.
Mesmo que as eleições autárquicas sejam no final do ano e as legislativas em data desconhecida, isto pode ser o princípio do fim de um partido que sempre pregou o moralismo, que desqualificava os protagonistas em vez de lhes rebater os argumentos, que assumia sempre que o seu adversário tem uma intenção malefica ou perfida, que não perdoa erros, que só ele sabe o que é melhor para os outros e que sempre teve uma logica para si muito diferente daquela que queria aplicar a terceiros. Nem Portugal nem a sua democracia, alguma vez sentirão falta desta organização. A democracia tolera este tipo de organizações mas raramente estas contribuem para a sua consolidação. Ao contrário do PCP que queria conquistar as instituições por dentro sem as destruir, o Bloco procura criar uma nova ordem por oposição à existente. Um partido que irá atrofiar pela sua soberba e excesso de moralismo. Requiescat in pace.
Code speaks louder than words - sign it securely with teaBASE. Trusted by top projects, teaBASE takes care of your commits.
Brought to you by Max Howell and the creators of Homebrew.
Se Portugal teve um PM com um amigo que lhe emprestava milhares e milhares de euros porque é que cidadãos que precisam de apoio do estado não podem andar de carros de luxo emprestados?
O jornalismo tem andado de crise em crise, algumas reflexões:
a) os jornalistas muitos deles seguiram a profissão com o nobre propósito de “dar voz aos que não a tem”. Pelo caminho esqueceram-se da regra da sanduíche: uma sociedade tem uma camada muito rica, outra muito desfavorecida e o recheio ( as classes média e média baixa ) que foi sendo ignorado nas suas preocupações, medos, anseios.
b) confundiu-se jornalismo e activismo e fez-se jornalismo de agendas. O Wokismo invadiu as redações e o que era a legítima defesa dos direitos das minorias religiosas ( excepto judeus, claro ) , étnicas, raciais , sexuais, tornou-se num discurso acusativo, impositivo, eivado de suposta superioridade moral.
O cidadão médio, trabalhador que paga impostos, heterossexual não quer ser catalogado como “cis”, ou aturar o proselitismo com “poliamor”, “descolonização dos afectos”, nem tem a menor compreensão ou paciência para a amálgama das policausas : “clima +habitação+ não ao AL + Frifi” .
A maioria dos portuguesas respeita as minorias e convive bem com elas, não paciência para vandalismos de qualquer tipo ou cor política.
Parece-me também que a maioria dos portugueses está cansada do “coitadinhómetro” ( até autarcas socialistas o estão, aqueles que conhecem o mundo real ).
c) as redações perderam memória histórica ( não querem pagar a jornalistas seniores ) mas também perderam capacidade de interpretação, interpelação e crítica e isto prende-se com o jornalismo-activismo. Podia dar múltiplos exemplos, dou um só: ontem vários OCS papaguearam a conferência de imprensa da AÍ sem contraditório. Na Alemanha chamaram-se a televisão Professores de Direito Internacional que desmontaram o conceito criado pela própria AI de “genocídio”. Se isto é grave ? É. Trata-se de rigor, isenção e credibilidade.
d) em vez de acusar os leitores que tal começar por ouvi-los ? O que querem os leitores ?
Mais internacional ( ninguém olha para África ou para a Ásia ), mais economia, mais noticiais de proximidade ao cidadão comum, mais jornalismo de serviço, menos ideologia ( os Gatekeepers em Portugal com poucas excepções tem a mesma orientação política ), mais jornalismo de ciência e cultura ( que não seja hermético e de amigos para amigos).
Esta é a minha leitura de estrangeirada que viveu duas décadas fora do país, num país onde o jornalismo é respeitado como o deve ser pelo papel social que tem ( devia ter).
Também é a minha leitura de mulher heterossexual( cansada de ver o meu espaço ocupado por minorias agressivas ), católica ( nos católicos pode “bater -se” que estes não fazem atentados ) , e contribuinte.
Sim ao jornalismo mas do que nunca necessário, não ao jornalismo ideológico. As redes sociais retiram espaço ao jornalismo, cabe aos profissionais do sector voltar ao básico : o papel do jornalismo é informar e escrutinar os poderes.
É isto não é?
Depois dos EUA, da Argentina , da Áustria, da Hungria, a Alemanha mostra o que pensa do TPI: uma inutilidade tomada pelo sul global, dominada pelo islão político e aplaudida por simpatizantes de autocracias.
Onde estão mandados contra Assad, os militares do Sudão, os monarcas sauditas, o presidente turco ou o presidente norte-coreano ?
Já agora a tomada de reféns é um crime de guerra ao abrigo das Convenções de Genebra. Há 2 crianças reféns em Gaza, um bebé de um ano e o seu irmão de cinco.
A ONU precisa de uma profunda reforma porque a sua credibilidade é nula neste momento.
"Esta Europa não é para judeus (nem gays)":
A chefe da polícia de Berlim aconselhou judeus e gays a “esconder a sua identidade” (?) em bairros árabes da cidade. É sempre interessante assistir à recuperação de tradições ancestrais. E mais interessante ainda é ver as autoridades admitirem que não têm autoridade nenhuma sobre certas “comunidades”. Em Berlim como em Paris como em Amesterdão, já se definem coutadas para a caça ao “sionista” e ao homossexual. Não fora os tabus da “xenofobia” e do “racismo”, seria de prever que, não tarda, seremos todos estranhos na nossa terra. Mais que estranhos: presas.
https://t.co/08nmiZuEpS via @observadorpt