Petista é um bicho tão burro, tão burro que coloca a bandeira do Vietnã para simbolizar o PT. O Vietnã é um país comunista onde o povo vive na miséria e autoritarismo.
Fundada em 1952 pelo imigrante polonês Samuel Klein, a Casas Bahia, que começou vendendo cobertores de porta em porta, tornou-se uma das marcas mais conhecidas do país há 74 anos. Sobreviveu a recessões, hiperinflação, planos econômicos fracassados e mudanças de moeda. Agora, sob o governo Lula, fecha 298 lojas de uma só vez - 28,7% de toda a sua rede física.
Cerca de 1,9 mil funcionários foram demitidos entre os dias 13 e 14 de agosto. Uma fonte ouvida pela imprensa estima que o corte possa chegar a três mil trabalhadores; é uma das maiores amputações realizadas na história recente da companhia.
A empresa acumula erros de gestão, dívidas e dificuldades anteriores. Mas tentar separar esse desastre do ambiente econômico brasileiro seria uma fraude intelectual. A Casas Bahia construiu seu império vendendo a prazo para as classes populares, e o que o governo Lula entrega justamente a esse modelo? Juros de 14% ao ano, crédito proibitivo, famílias endividadas, consumo sufocado e completa incerteza fiscal.
No primeiro trimestre de 2026, a receita líquida da empresa cresceu 6,1% e as vendas digitais avançaram. Mesmo assim, a Casas Bahia registrou prejuízo de R$ 1,064 bilhão, o resultado financeiro negativo atingiu R$ 1,171 bilhão. A empresa vende, trabalha e movimenta bilhões, mas os juros destroem o resultado.
A companhia está em reestruturação e passou por recuperação extrajudicial - não teve sua falência decretada. Mas o fechamento de quase 300 lojas mostra uma empresa lutando para não chegar ao colapso.
Enquanto Lula aumenta despesas, deteriora a confiança e culpa o Banco Central pelos juros produzidos pelo descontrole fiscal de seu próprio governo, lojas fecham e trabalhadores perdem a renda. Depois, o Planalto seleciona algum indicador conveniente e anuncia que a economia está “crescendo”.
Uma marca que resistiu por 74 anos agora precisa fechar quase 30% de suas lojas para sobreviver. Esse é o retrato de um governo que sufoca empresas, destrói a indústria e, como sempre, joga a conta no colo da classe trabalhadora.
@pheaktraneth The footage adds a stark visual dimension to the border situation and raises important questions about sovereignty and the impact on local communities