🚨 Marcelo Portugal Gouvêa oficializa candidatura à presidência do São Paulo pela chapa de Oposição. Eduardo Alfano é candidato a vice e Fábio Mariz a presidente do Conselho.
E o próximo presidente do SPFC, seja qual for, vai renovar com o Dorival Jr. só para não ter que ir no mercado apostar.
O importante é usar a base e reduzir orçamento de futebol.
Se já é duro pagar caro em Calleri/Luciano/Lucas que têm história e qualidade (qdo estão aptos), pior é desembolsar dinheiro em jogadores médios, como Sá, Ferreira, André Silva, Cauly, Newton e até Artur.
O time tem que pensar muito em contratar caro qdo tem 2 na base do mesmo nível. Qual sentido trazer o Buta se tinha Maick e Felisberto? E desse exemplo tem o Newton, pra que se tem o Djhorney? E aí o Dorival fala que Pedro e Ryan num tem comportamento e nível.
O goleiro é ok pra passar por um momento de reestrutura.
As laterais são ok, com esse Lima sendo uma contratação barata e interessante e o Iago ok, precisando se livrar do caro Wendell.
Zaga, é isso aí, aposentar o Toloi e usar a base, Izac e Osório.
Volantes, tem o que basta.
Meia, pode até tentar, mas ninguém mediano tipo Cauly vai entregar mais que o Pedro.
E ataque, precisa reformular e dispensar Ferreira/Sá/André, investir em Tetê/Ryan.
Se for pra contratar jogador médio, que seja no modelo Danielzinho/Ramon/Iago, sem pagar passe e salários dentro do normal.
Se fizer isso, baixa o orçamento de 900 milhões pra uns 700 milhões e gere as dívidas.
Fora que é uma esquizofrenia. O Calleri falou que os jovens tem que ser mais efetivos pra irem bem, entregar e depois darem retorno financeiro. Por outro lado, o Dorival acha que ninguém ta pronto.
Mas, Buta, Andre Silva, Sá, Cauly etc estão sempre prontos.
Eu achava o máximo quando era jogo decisivo e tinha pênalti para o São Paulo e o Rogério Ceni tacava uma SAPATADA na bola.
Esse por exemplo, foi em jogo de Libertadores contra o PALMEIRAS.
A câmera balançando, a torcida comemorando, o Rogério voltando desesperado para o gol. Era incrível.
Rui Costa, Rafinha e Massis criaram exatamente a crise que previram ao decidir demitir Crespo.
Nem sempre o torcedor tem razão. Mas também é pretender demais que um presidente tampão em sua primeira experiência no cargo, um diretor de futebol que passou quatro anos sem que a torcida sequer soubesse sua voz em uma gestão investigada pela polícia e um ex-jogador em sua primeira aventura como dirigente resolvam peitar uma arquibancada inteira como se fossem referências incontestáveis de gestão.
Para tomar uma decisão impopular e contrariar completamente o sentimento da sua torcida, é preciso ter credibilidade acumulada, histórico de acertos e capacidade de sustentar pressão quando o resultado não vem. Não era o caso dessa diretoria.
E talvez o trecho mais simbólico de tudo tenha sido justamente a coletiva de apresentação de Roger Machado. Rui Costa afirmou: “Estar associado ao Roger é um orgulho. Se ele não for bem, eu corro risco? Isso não é problema.”.
Agora que o trabalho fracassou no curto prazo, o risco aparentemente desapareceu. Roger cai e os dirigentes permanecem, como se fossem apenas espectadores da própria decisão.
Mais contraditório ainda foi ouvir Rui Costa afirmar, na coletiva da demissão, que “a contratação do Roger não foi minha”. Se na apresentação havia orgulho e convicção compartilhada, por que agora surge a necessidade de diluir responsabilidade? Quando o projeto parecia promissor, havia donos da ideia. Quando fracassou, virou uma escolha “do departamento”.
Não se enganem: o torcedor tem memória.
time ruim, apático, futebol horrível, diretoria que afastou totalmente o torcedor do seu discurso
esse ano de 2026 tá totalmente sombrio, quem tá aqui acompanhando são só os fortes