Oi, pessoal!
Gostaríamos de informar que encerramos a parceria com a influenciadora Caroline.
Tomamos conhecimento das manifestações feitas nas redes sociais, analisamos o perfil e entendemos a gravidade do conteúdo compartilhado. +
Os artistas tailandeses estão começando a entender que o preço da fama global é também lidar com cobrança na mesma medida. Mesmo que parte do fandom de lá passe pano pras merdas, fãs internacionais não vão aceitar tudo com a desculpa de “é cultural”. Existem princípios e valores que não deveriam ser negociáveis, e respeito às minorias e posicionamentos minimamente responsáveis são o mínimo que esperamos de artistas que apoiamos, consumimos e ajudamos a dar fama!
Nanon compartilha excelente matéria que critica aqueles que minimizam o estupro e conscientiza o público a apoiar vítimas de violência sexual.
O texto se opõe às principais alegações que têm sido usadas contra Psi, como: “Ele é gay, não dá pra confiar”, “Isso é problema pessoal” e “Por que só contou agora?”, destacando a necessidade de se acreditar na vítima.
Alguns trechos do artigo dizem: “Ninguém merece ter sua dignidade humana violada. No entanto, muitas vezes vemos parte da sociedade tratando o assunto como ‘não tão grave’, esse é o conceito de ‘rape apologist’, pessoas que minimizam a violência do estupro ou colocam a culpa na vítima. Às vezes, pessoas apoiam o agressor apenas por proximidade ou vínculo pessoal, antes mesmo de ouvir a vítima. Isso contribui para uma cultura de impunidade e silêncio. Sem perceber, isso pode reforçar a chamada ‘cultura do estupro’, onde a violência é minimizada ou ignorada. Algumas pessoas usam a identidade da vítima para questionar o abuso. No caso de vítimas LGBTQ+, há quem minimize dizendo que ‘estão exagerando’x o que reforça estereótipos prejudiciais e faz com que suas denúncias sejam desacreditadas. O estupro é uma violência grave e inaceitável. Não é necessário ‘tomar partido’, mas é essencial não reduzir a gravidade do sofrimento de alguém nem invalidar sua dor. Isso já é um passo importante para reduzir o impacto emocional e social da violência.”
🚨 #TicketToHeaven, novo BL com #GeminiFourth, estreia em 30 DE MAIO!
Um jovem criado na igreja sonha em se reunir com os pais no céu, até que se apaixona por um garoto ateu e luta contra a culpa cristã.
vcs merecem é bl medíocre e a gmm extorquindo vcs mesmo porque nem se organizar pra um boicote um dia depois do cara apoiar um estuprador e justificar com texto do chatgpt vocês conseguem, bizarro
O Changxi teve que ver seu rosto ser substituído por IA em Pursuit of Jade por causa desse BL, ele ser convidado e ir acompanhado pelo Yanzhao no Festival de Cannes é um tapa na cara merecido pra censura chinesa, tomara que cresçam ainda mais
🚨 Psi Scott, irmão de Pi Scott, marido da atriz Mild de ‘3 Will Be Free’, revelou ter sofrido abusos sexuais do próprio irmão durante a infância.
Psi falou publicamente sobre o caso pela primeira vez, aos prantos, após anos em silêncio, e afirmou ter sido estuprado repetidas vezes por ele. Segundo o relato, todos na família sabiam do ocorrido, mas ninguém teria feito nada. Ele afirma ainda que sua mãe o está processando após tentar expor supostos segredos e abusos dentro da família.
Diversos artistas do entretenimento tailandês têm demonstrado apoio a Psi nas redes sociais, enquanto o caso também atingiu Mild, que vem sendo atacada e cobrada nas redes por conta do marido, do qual espera um filho. Internautas a criticam por supostamente não ter respondido Psi quando ele tentou entrar em contato, chegando até mesmo a publicar um story pedindo que ela o respondesse.
Psi Scott é LGBTQ+ e ativista na Tailândia e, anteriormente, já havia exposto que também foi estuprado e agredido por sua própria babá, que “cuidava” dele no lugar de sua mãe.
Ele revelou que, na época, chegou a contar para sua mãe, mas ela não tomou nenhuma providência, e a babá continuou trabalhando normalmente. Após isso, não teve coragem de contar a mais ninguém, nem mesmo ao avô, porque tinha muito medo de que a babá o machucasse novamente.
Psi relata que a única pessoa da família que o amava era seu avô e que só encontrou um pouco mais de paz quando se mudou para o quarto dele, aos 12 anos, para cuidar dele enquanto estava doente. “Meu avô nunca teve vergonha de eu gostar de brincar com bonecas Barbie e nunca se envergonhou de ter um neto gay. Foi um período em que me senti seguro e estive sob os olhos de um adulto.” — ele afirma.
Seu avô, que foi presidente da Singha, famosa marca de cerveja tailandesa, deixou para ele uma herança e propriedades, o que seria uma das motivações de sua mãe para processá-lo.
Sobre o caso de estupro cometido por seu irmão, Psi confirmou que há provas gravadas: “Todos na familia sabem porque ouviram a fita onde ele admitiu o que fez… Mas quando pedi ajuda aos membros da família, eles me disseram para pedir desculpas à minha mãe.”
Hoje, sua mãe o chama de criança ingrata, por expor todos os abusos que ele sofreu.