@nikolas_dm Não, Nikolas. Na democracia, vocês ganham se tiverem VOTOS. Se não tiverem, respeitam a vontade popular. Essa ameaça de quem só aceita eleição quando vence já tem nome, histórico e lugar na lata do lixo. Tenha postura.
Deixa eu ver se entendi a cabeça dos bolsonaristas:
1. Prefeito de capitais, bolsonaristas, assumem que descumpriram a legislação eleitoral e restringiram disponibilidade de transporte público, cada um com uma justificativa bisonha. “Nada de errado por aqui, as vezes eles esquecerem.”
2. Presidente do TSE mesmo ciente disso se abstém de tomar uma decisão. “Perfeito, nenhum problema, hoje é domingo né?”
3. Campanha do Flávio pede extensão de horário apenas nos locais que o beneficiaria. “Legal, é o justo mesmo, só choveu nessas cidades eu acho.”
4. Lula pede extensão da votação no país inteiro ao STF, INCLUSIVE nos locais onde perdeu de lavada pro adversário, por causa da falta de ônibus e porque o presidente do TSE não respondeu. “Ah naao, aí não pode. Ai é golpe!”
É com esse tipo de desonestidade que o brasileiro tem que lidar.
Recomendo olhar isso com mais calma, então! Organizações temos no mínimo a infame "Médicos pela Vida", mais associações de "integrativos" e "ortomoleculares". Na atual gestão do CFM foram eleitos antivacinas relevantes, como Francisco Cardoso, que já foi no congresso falar contra vacinação infantil.
Depois temos grandes influenciadores antivacina na área da saúde: Lair Ribeiro (4M seguidores), Alessandro Loiola (750k), dentre tantos outros "pequenos" (100k-500k).
E por fim políticos que ou eram antivax históricos (Bia Kicis) ou que entraram na onda antivax recente (grande parte dos bolsonaristas mais radicais).
Somando tudo há hoje um núcleo bem articulado e influente de pessoas ativamente propagando hesitação vacinal no Brasil. E, mais que isso, no campo da direita já existe certo tabu entre políticos de falar abertamente a favor da vacinação para não "pegar mal" com parte do eleitorado, e o contrário também, lançar críticas aleatórias para apelar para esse público. Vide em agosto agora o Nikolas Ferreira fazendo vídeo contra as vacinas covid alegando que tinham fetos abortados, e a pauta geral dele contra vacinação infantil obrigatória (qualquer uma, não só covid, mas mesmo se fosse só covid é de uma ignorância e máu-caráter extremos). E ele é uma das pessoas mais influentes na política nacional hoje.
No mundo inteiro, incluindo nos EUA que são o maior foco, é parte da estratégia histórica do movimento antivax dizer que não existe um movimento antivax organizado. Logo, ninguém faz parte dele. Aliás, "ninguém é realmente contra vacinas em geral" (frase famosa). Dizem que são apenas contra essa ou aquela em específico, ou contra essa ou aquela situação - que se somadas acabam chegando na conclusão que são todas as vacinas em praticamente todas as situações. O @gorskon historicamente faz um trabalho muito bom aqui no twitter e no site dele em mostrar como o movimento é uma repetição eterna das mesmas estratégias há mais de 50 anos, vale a pena dar uma olhada.
@dhomts O novaflare tem que tornar ela uma buffer pra quebra tbm. Pq se nao nem compensa, ff joga sustainless tranquilo e é muito melhor colocando ruan mei ou prota no lugar
@dhomts Em termos de custo, realmente hoje nao vale tanto a pena assim (a nao ser que vem novaflare dela ai 👀👀) agora com a FF e2, a segunda barra faz uma diferença bacana nesses mob inflacionado kkk
@dhomts show. O cone da loja da herta ta em outro? Eu colocaria no lugar desse da clara ou se tiver o do misha tbm serve.
Essa ruan mei ta mt rapida kk precisa. vc vai ficar com uptime de buff ruim
@dhomts Depende do estagio de investimento atual do time. Prota suga pontos de perícia demais se fizer ele mega rapido com ddd e set de vento.
Eu gosto da ruan mei pq acho mais confortável fazer o sustainless. Mas depende muito da conta, e as vezes o prota ta sendo usado em outro time.
Você não “prova” que um paciente específico deixou de fazer CATE porque era preto.
O que a literatura tenta responder é outra pergunta: se pacientes negros recebem menos CATE e menos revascularização mesmo depois de ajustar para gravidade, renda, seguro, comorbidades, hospital e, em alguns estudos, até comparando dentro do mesmo serviço.
E esse achado já apareceu em estudos clássicos e também em estudos posteriores sobre cineangiocoronariografia e revascularização, inclusive em cenários em que a angiografia já tinha sido feita.
Também acho fraco esse argumento de que “existe estudo para qualquer narrativa” como se isso, por si só, invalidasse a discussão. Existe, sim, estudo ruim que pode ser usado para sustentar quase qualquer coisa. Mas assumir que esse é o caso sem avaliar criticamente a literatura — ou sem ter expertise para isso — também é um erro.
Em medicina baseada em evidências, o peso não está em simplesmente “ter estudos”. O que importa é plausibilidade, delineamento, risco de viés, credibilidade e consistência do conjunto da melhor evidência disponível.
Antivacinas e cloroquiners se apoiavam muito em estudos inadequados para responder às perguntas que faziam, ou em achados depois contrariados por estudos melhores.
Já a literatura sobre disparidades raciais em saúde é ampla, consistente e sintetizada em revisões e relatórios de alta credibilidade, mostrando que essas diferenças não são explicadas só por acesso, seguro ou renda.
Então, a forma mais honesta de colocar a questão é a seguinte: não se prova intenção discriminatória em um caso isolado. O que se faz é inferir desigualdade estrutural quando o padrão persiste mesmo após ajustes e em múltiplos contextos.
E isso, para mim, é justamente “ver além”: Não confundir a ausência de uma prova individual perfeita com ausência de evidência populacional robusta. Além disso, há literatura mostrando que vieses implícitos podem influenciar a interação clínica e a tomada de decisão, embora eles claramente não sejam a única explicação.
@kazjiree@NegativeAaa @cissiayearner I have fugue S1 in dahlia and i am using resolution in fugue… still worth to get s1 dahlia or e1 dahlia is better? 🥺
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Bora se vacinar, meus Chapéus de Palha! Dia 28 de março é o Dia D contra a Influenza. É só ONE PICADINHA 🫵