Eu disse à minha terapeuta:
“Eu sinto que estou ficando sem tempo para construir a vida que eu quero.”
Ela nem perguntou por quê.
Ela apenas olhou para mim com gentileza e disse:
Sua morte chegará
num dia absolutamente comum.
No meio de planos inacabados.
De mensagens não respondidas.
De sonhos adiados para “depois”.
Talvez você esteja com pressa.
Talvez esteja cansado.
Talvez dizendo que começa amanhã.
E o mundo, indiferente, continuará girando sem você.
O trânsito seguirá.
As notícias seguirão.
As redes continuarão rolando.
Alguns sentirão sua falta.
Outros seguirão em frente.
A vida não pausa.
Por isso, antes que o comum te engula,
Respire fundo.
Demore-se no instante.
Viva um pouco,
antes que o “depois” não exista.
Em outubro de 1846, dentro de um anfiteatro cirúrgico lotado no Massachusetts General Hospital, a medicina cruzou uma linha da qual nunca mais poderia voltar.
Até aquele momento, a cirurgia era puro horror. Os pacientes eram amarrados. Assistentes os seguravam à força. Gritos ecoavam pela sala. Os cirurgiões trabalhavam o mais rápido possível — não por elegância ou precisão, mas porque a dor fazia do tempo um inimigo.
Então, um jovem dentista chamado William Thomas Green Morton deu um passo à frente com algo em que ninguém confiava totalmente: éter.
O paciente era Gilbert Abbott, que sofria de um tumor no pescoço. Diante de cirurgiões céticos e observadores atentos, Morton colocou um inalador de vidro sobre o rosto de Abbott. À medida que o vapor preenchia seus pulmões, algo extraordinário aconteceu.
Abbott ficou imóvel.
Sem contorções.
Sem gritos.
Sem terror.
Os cirurgiões começaram a cortar.
Pela primeira vez na história humana, um paciente permaneceu imóvel enquanto uma cirurgia acontecia — presente no corpo, ausente da dor. O tumor foi removido por completo. Quando Abbott finalmente recuperou a consciência, relatou que parecia apenas “como se seu pescoço tivesse sido arranhado”.
A sala mergulhou em silêncio.
Depois veio o assombro.
A dor — antes considerada inseparável da cirurgia — havia sido derrotada.
Aquele momento ficou conhecido como Ether Day, o nascimento da anestesia moderna. A partir dessa única demonstração, a medicina se transformou. Os cirurgiões puderam desacelerar. A precisão substituiu a pressa. Cirurgias complexas e salvadoras de vidas tornaram-se possíveis. As taxas de sobrevivência aumentaram. Campos inteiros da medicina surgiram.
Toda cirurgia indolor realizada hoje — cada sala de operação silenciosa, cada paciente que dorme durante o procedimento — tem sua origem naquele anfiteatro lotado em 1846.
Foi o momento em que a humanidade percebeu que o sofrimento não era uma exigência para a cura.
A dor deixou de ser destino.
Mongolian “Jingle Bells” takes social media by storm
Dutch DJ Ummet Ozcan added a new layer of flavor to the famous Christmas song — and listeners loved it.
Salve Rainha
Salve, Rainha,
mãe de misericórdia,
vida, doçura, esperança nossa, salve!
A Vós bradamos,
os degredados filhos de Eva.
A Vós suspiramos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.
Eia, pois, advogada nossa,
esses Vossos olhos misericordiosos
a nós volvei.
E, depois deste desterro,
nos mostrai Jesus, bendito fruto
do Vosso ventre.
Ó clemente, ó piedosa,
ó doce Virgem Maria.
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.
A Sony revolucionou mais uma vez e apresentou um robô fazendo uma sutura em um grão de milho. Com um microscópio e um sistema de comando sensível para rastrear o controle das mãos, os cirurgiões vão poder operar pequenos tecidos como veias e nervos.
Orbital Origins - A Odisséia da Vida!
A reflexão sobre nossa jornada diante do Cosmos revela a capacidade de reconhecer a beleza e complexidade intrínsecas de nossas origens orbitais.
Via: @intothefab