El árbitro anuló el segundo gol alemán por falta sobre el arquero paraguayo.
Asunción, capital de Paraguay, queda a 1.030 km de Rosario, donde nació Messi.
Todo arreglado para Argentina.
Adorni metía compras millonarias, como la de 8 palos en sábanas, y la hacia poner el nombre para la factura a su secretaria, Gisella Kocsis, una trabajadora de carrera de la administración pública. La misma administración pública que dice odiar. Por favor, qué burdo. Es el peor, más cínico y más imbecil funcionario desde el regreso de la democracia, por amplia diferencia.
Há uns anos vi a Argentina trocar cinco passes curtos junto à linha, talvez contra a Croácia, talvez contra a Holanda ou até antes, e tive a sensação estranha de reconhecer uma coisa que o futebol moderno se tinha esforçado por nos convencer que já não existia. A bola não avançava ainda. Ficava ali, presa a dois ou três corpos, num pequeno atraso deliberado, como se recusasse a obrigação contemporânea de se tornar logo progressão, métrica, vantagem territorial.
É a Argentina de Menotti, da Scaloneta, de Aimar e Manna, de Messi, do toco y me voy, da pausa, do corta-luz. É a magia do enganche e dos criativos contra o império da força, da velocidade, dos dados e da optimização. O húngaro @Jozsef_Bozsik
chamou-lhe, com razão, “a última equipa de futebol”, numa era em que, como nos profetiza, evocando Mark Fisher, o bom velho @stirling_j , parece ser mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do sistema posicional.
A globalização futebolística operou uma arrepiante desterritorialização do modelo de jogo, desde a academia até ao campo. Neste Mundial isso está evidente. Todos parecem ter aprendido a falar com o mesmo sotaque neutro: a mesma educação da jogada, a mesma saída a três, o mesmo duplo pivô, os mesmos extremos fixos, os mesmos laterais por dentro, as mesmas zonas ocupadas com zelo, os mesmos mapas, os mesmos relatórios. Sentamo-nos à frente da televisão e vemos a mesma gramática limpa e abstracta aplicada a corpos, histórias e culturas diferentes, com a bola a passar por estações previstas e o jogador a cumprir, muito direitinho, a pequena liturgia da posição.
A Argentina promoveu um retorno às suas raízes, a um modo de jogo que começa no potrero, no bairro, na cumplicidade dos jogadores que aprendem a reconhecer-se antes de obedecerem ao desenho. E fê-lo sem fingir que o presente não existe: a análise, o vídeo e a preparação estão lá, mas não chegam para confiscar o instante. O jogador aproxima-se, espera, toca e oferece-se, infere o tempo do outro antes de consentir a ordem do campo. A bola deixa de ser apenas uma circulação temporizada entre espaços para voltar a tornar-se numa conversa entre jogadores.
Há então um nostos rumo a um entendimento histórico e sociocultural da bola, relocalizando as relações afectivas entre os jogadores no seu devido contexto. A equipa não aparece como soma de funções, mas como comunidade de gestos, memórias e cumplicidades. Uma forma de jogar que ainda reconhece o improviso, a pausa, a hesitação, a parede, a diagonal e o encontro como parte essencial do jogo.
O tempo canonizou o atleta impecável; convém aqui distinguir o milagre da ginástica. Há uma santidade de ginásio, vontade e penitência que encanta multidões e vende mais suplementos. Mede-se a fome, vigia-se o sono, educa-se o músculo, corrige-se a alma ao espelho e entra-se em campo com a compostura de quem vai disputar um Mister Olympia contra Ronnie Coleman. Bonito, edificante, exemplar. Uma monotonia com jejum intermitente.
O futebol começa noutro sítio, longe da perfeição: no instante em que a bola descobre um corpo mais disponível ao assombro. O jogador torna-se protagonista e vemos que joga, como nas palavras do grande Eduardo Galeano, “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
E sim, Messi é levado ao colo. Por Deus.
Hoje eu estava aguardando pelo último jogo do dia.
Queria ver Messi.
E eu tinha certeza de uma coisa: continuaria vendo o maior da nossa geração em alto nível. Não importa a idade. Não importa a liga em que jogou nos últimos anos. Não importa o tempo. Eu sabia que ainda seria Messi.
Estamos vendo um cara de 38 anos voltar até o campo de defesa para buscar a bola e levar, de novo, uma nação inteira para o ataque.
A dúvida é: será que ele vai carregar essa seleção mais uma vez?
Messi parece não sentir o tempo. Nem a pressão. Nem o peso da história. Ele simplesmente joga como se o futebol ainda fosse dele.
Para nós, brasileiros, ele causa uma sensação estranha. A gente seca a Argentina, claro. Mas também aceita, quase sem escolha, que está vendo o futebol mágico de um dos maiores que já existiu.
Temos sorte de ver Messi.
E azar por ele ser nosso rival em Copas.
Gênio. Inconfundível. ET. GOAT. O foda.
The problem is that Algeria actually had a great plan to deal with Messi.
I’ve seen many tactical setups designed specifically to stop him, and Algeria’s first-half approach was one of the best I’ve seen in recent years.
Their idea was to push play toward the left side and keep Messi away from the center of the action. But Messi adapted. Instead of forcing things himself, he kept moving between the lines to attract defenders and create space for teammates like Lautaro and Almeida.
Lautaro often moved inside from the right, allowing Messi to operate in deeper areas and exploit the spaces Scaloni wanted to open up. The result? Messi scored and helped create several dangerous chances from those movements.
Then Algeria changed their approach. Rather than focusing on Messi, they tried to isolate Argentina’s attackers and cut off his passing options. The message became simple: “If Argentina wants to hurt us, Messi has to do it himself.”
Messi accepted the challenge.
Despite being surrounded by multiple Algerian players whenever he touched the ball, he still completed 19 of 26 passes and created four chances, including two clear opportunities.
When Algeria eventually dropped into a deep low block to isolate him even further, Messi adapted again. He started dropping deeper, helping Argentina build from the back, creating space for teammates, carrying the ball through pressure, and even contributing defensively.
That’s why it’s hard to say this game wasn’t all about Messi.
Algeria’s plan was good. Our adjustments were good. Our discipline was good.
The problem was that they were facing Lionel Messi. And sometimes, there simply isn’t a tactical solution for that. 🐐
O NOME DELE É LIONEL MESSI!
Análise | "Messi é um poço de criatividade, liderança e altivez. Ele foge dos holofotes, mas os holofotes do futebol o encontram. Por mais que ele relute em ser Messi, o destino está selado. Se faltava algo para o argentino, não falta mais. Ele é o símbolo do esporte moderno, combinando genialidade com organização."
Leia a análise completa em https://t.co/yOC6RLg3xw
Hace 40 años, la Selección también debutadba en un mundial con 3 goles, conducida por un petiso de otro planeta.
Sería una falta de respeto no ilusionarse.