@Cocalo__ Cara, aqui em Portugal vc escolhe um quarto, de luxo ou não, em "hostel" via Internet, paga em transferência ou tipo pix, recebe no acto um código das portas da rua e do quarto, e não vê ninguém em hipótese alguma, a não ser algum hóspede a entrar ou a sair. Nem recepção existe.
Como sabemos, debater com comunistas é o mesmo que jogar xadrez com pombos. Eles derrubam as peças, cagam no tabuleiro, e saem de peito estufado a cantar vitória
Os 700 e os 1.400 que lá estão são metas mínimas contratuais, o número de alunos abaixo do qual a TUMO fica em incumprimento e a câmara pode suspender o apoio; é assim que se escreve um contrato-programa sério, com um mínimo que obriga quem recebe e não com um teto que o desculpe. A realidade está muito acima do mínimo: o TUMO Lisboa tem mil e quinhentos alunos inscritos e a frequentar, hoje, e é com esses que se divide o apoio, porque é a esses que ele serve. O grave seria o contrário, prometer mil e quinhentos no papel e entregar setecentos no Beato. O deputado está a dividir o dinheiro pelos número mínimo de alunos a que nos obrigamos a ter e não pelos que temos, o que dá um número duas vezes maior e duas vezes errado. O contrato é público, foi votado em reunião pública e está disponível na câmara, com o anexo; o edifício também está disponível, com os alunos dentro.
Já lhe ofereci a visita duas vezes. A terceira é esta. Todos os comentários que faz sem vir conhecer só refletem o seu preconceito e desonestidade intelectual.