Serve este tweet para afixar uma seleção dos artigos que vou escrevendo para que novos seguidores possam descobrir o que faço.
Espero que gostem, boas leituras 📍
Dias antes de participar no INDEX com uma conferência sobre Tecnologia e Militarização, o jornalista Antony Loewenstein encontrou-se por videochamada com o editor do Shifter João Gabriel Ribeiro.
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Como é que a tecnologia nos pode ajudar a projetar novos imaginários e a reconhecer o passado? É sobre isso que Mushiva reflete no espetáculo 'The Drum and the Bird', que se apresenta hoje na bienal INDEX, e em entrevista ao Shifter.
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Pensar livremente é, mais do que nunca, uma arma de defesa da democracia. Hoje assinalamos o 25 de Abril renovando a missão de o honrar todos os dias.
✊ Consulta aqui uma seleção de artigos para pensar a Liberdade nos dias que correm: https://t.co/wQNYxIt8cS
O triângulo amoroso Eva-Diogo-Ariana deixou o país a comentar o que é ou não correto. E o que dirá este episódio sobre a forma como os portugueses vivem as relações?
Rebeca Verde reflete sobre o que mudou no pós-25 de Abril e o que ficou por mudar.
https://t.co/JcoPMFLCtL
Num mundo (e num país) com cada vez mais desafios e cada vez menos apoio para os media, os apoiantes são essenciais ao futuro de projetos como o Shifter.
🔗 https://t.co/DeaT5h6yqT
A propósito da recente polémica em torno do fim da obrigatoriedade da leitura de uma obra de José Saramago, João Zamith faz a pergunta difícil e convida-nos a pensar sobre o que queremos afinal do ensino da leitura e da literatura.
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Deixo-vos no tweet seguinte e na bio o meu primeiro ensaio para o @SHIFTERpt.
Para o dia mundial do livro, escrevi sobre Saramago e os motivos pelos quais achei tão pouco convincente (mas tão curiosa) a polémica sobre o fim da obrigatoriedade da leitura integral do Memorial.
Se antes a partilha não consensual de imagens íntimas dependia de uma fotografia real, com a evolução de tecnologias de IA deixou de ser necessário.
🔗: https://t.co/a0zBrt5cJl
As parede do casino caíram. As apostas estão por todo o lado e são sobre tudo. Desfechos de guerra, as palavras dos discursos de Trump, resultados de eleições. https://t.co/2K0f0Pw2rv
Como ser irresponsavelmente responsável? Isadora Neves Marques tem feito esta pergunta em várias conversas públicas sobre arte. Neste ensaio, partilha as questões e tensões que têm emergido nesta reflexão.
Há 4 anos abdicámos de uma das maiores fontes de financiamento do jornalismo. Mas os custos continuam a aumentar, e o futuro do Shifter continua em risco. É por isso que precisamos de ti.
Ajuda-nos a manter o Shifter vivo. 🔗 https://t.co/W8wtd5wXDy
Depois de uma longa luta pela publicação dos ficheiros do caso Epstein, 3,5 milhões de documentos foram publicados online. Se, na semana da publicação, este tema parecia dominar a internet, hoje sobram os memes e referências vãs.
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10 anos depois da sua criação, não restam dúvidas: a Think Music foi uma peça importante e que mudou a tolerância face ao diferente. O que ao princípio era estranho tornou-se presença e, mais tarde, nostalgia.
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Em casa e no seu bistrô, Lume, em Santa Maria da Feira, Rafaela Santos tem refletido sobre o papel social e afetivo da comida. É sobre isso que escreve na crónica que assina na última edição da revista do Shifter.
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Lux foi recebido como uma proposta inovadora, uma luz no tempo das trevas, uma ode orquestral à fé. Na passagem por Lisboa perto da época Pascal, Carolina Franco reflete sobre o lugar da fé no mundo contemporâneo e na indústria da música.
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