Bolsonaro tinha razão em basicamente TUDO durante a Covid, enquanto as putas da mídia que o acusavam de "genocida" seguiam a cartilha do Anthony Fauci. Agora que este psicopata narcisista foi desmascarado, é a hora de esfregar o chão com a cara das quengas do "fique em casa".
@MidiaConservada Se a escola for particular e for cristã, SIM, se for pública eu sou contra o ensino de qualquer religião, pois se eu, como cristão, for a favor do ensino da Bíblia, o muçulmano vai querer que ensinem o Alcorão, os macumbeiros vão querer que se ensinem sobre suas entidades, etc.
Resgate do túnel do tempo: hoje, Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro . A qualidade do vídeo não é das melhores — afinal, são registros de 15 anos atrás — mas o conteúdo segue atual.
Em discurso na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP-RJ) explica as razões para não realizar um novo referendo sobre o desarmamento dos cidadãos de bem.
Ele chama de aloprados os oportunistas que se utilizam de um momento triste, que nada tem a ver com a compra ou o porte legal de armas, como os assassinatos em Realengo, para tentar impor o desarmamento da população.
Segundo ele, essa atitude deixaria apenas os criminosos armados e fortaleceria o que chama de “exército do PT”, referindo-se ao MST.
Chega de demagogia. Brasil acima de tudo!
B R A S I L
ESPERAMOS QUE TODO CIDADÃO DE BEM QUE NÃO CONCORDAM COM O ROUBO QUE FOI FEITO AOS POBRES APOSENTADOS E ESSES PARLAMENTARES CONCORDARAM COM ESSE ESBULHO FEITO,REPLIQUEM ESTE VÍDEO O MÁXIMO POSSÍVEL E ESSES PARLAMENTARES NUNCA MAIS SEJAM ELEITOS.
O código de Nuremberg é um tratado internacional elaborado, após os terríveis experimentos n4z|st4s em seres humanos. É obrigatório o consentimento livre e esclarecido p/ alguém participar de um experimento. Os promotores de justiça, juizes e conselheiros tutelares devem conhecer os documento regulatórios que possibilitaram a ANVISA dar registro às 'v4cin4s' Covid ainda em fase experimental (lei PNO 14.124/21). Até o momento não há relatório final dos testes dessas injeções no https://t.co/Ogq6JRzM1y dos EUA concluindo que essas injeções são seguras e eficazes.
“A ivermectina é uma droga maravilhosa barata que nosso governo proibiu, que os médicos foram informados de que sob nenhuma circunstância deveriam prescrevê-la para uso em Covid. Essas decisões mataram pessoas. Absolutamente criminoso.”
Marco Rubio: "Cuba tomou uma decisão: preferiu ter controle político sobre o povo a ter uma economia que funcionasse. Eles se safaram por mais de 60 anos porque tinham doadores: a União Soviética e a Venezuela. Mas isso agora ACABOU."
O caso de Arroio Grande não é um “conflito de narrativa”. É um retrato cru de como o Estado, quando perde o eixo, vira máquina de moer família.
Pelo relato registrado, tudo começa com uma denúncia anônima de cárcere privado que, segundo a própria defesa, não se sustentou na verificação policial. E aí vem a virada que precisa escandalizar qualquer pessoa minimamente lúcida: quando a acusação principal cai, o foco muda. O problema passa a ser a caderneta de vacinação. E não estamos falando de pais “sumidos” ou “negligentes” no sentido clássico do termo. A defesa afirma que foram apresentados múltiplos atestados médicos contraindicando vacinas para as crianças, justamente por reações adversas já ocorridas, e que mesmo assim a insistência continuou.
E aqui entra o ponto mais grave do ponto de vista institucional. A defesa descreve uma sequência em que o aparato público não age para recompor vínculo familiar. Ele age para esmagar. Segundo o relato, a retirada foi feita à noite, com oficiais de justiça, policiais militares e conselheiros tutelares, levando duas crianças que estariam dormindo para uma casa de passagem.
O Estado não bateu na porta para ajudar. Bateu como operação.
Depois, a defesa afirma que houve audiência dentro do acolhimento e que a participação do advogado foi indeferida naquele momento, deixando o casal em condição de fragilidade.
Aí vem a cereja amarga: a advogada relata um ambiente de intimidação, com forte presença policial, e descreve procedimentos de revista considerados humilhantes e desnecessários. Isso não é detalhe. Isso é método. Se você desestabiliza psicologicamente, você cria reação. E quando a reação vem, você escreve no relatório que o pai é hostil.
O que torna tudo ainda mais corrosivo é o silêncio imposto. A defesa chama de abusiva a decisão que tenta amarrar a boca de advogados e pais, impedindo que se fale do caso, mesmo sem exposição das crianças.
Quando o sistema começa a tratar palavra como crime e transparência como ameaça, a pergunta muda. Já não é só “o que está acontecendo com essa família”. É “o que o Estado quer esconder”.
A estratégia anunciada pela defesa inclui mandado de segurança e denúncias a órgãos de controle, além de questionamentos formais por prerrogativas profissionais.
E tem outro ponto que não pode ser varrido para baixo do tapete: a defesa questiona condições do acolhimento, relata que os pais estariam há mais de 30 dias sem ver os filhos e descreve potencial prejuízo emocional às crianças.
No meio disso tudo, existe um componente que exige ser tratado com seriedade, não com histeria de rede social. Vacinação infantil é tema sensível, médico e jurídico. O Estado tem dever de proteger a criança. Pais têm dever de cuidar. E quando há contraindicação médica, o devido processo e a prudência deveriam ser regra, não exceção. O que não pode é transformar o instituto de proteção em instrumento de punição, e a criança em troféu administrativo.
Ao final desta publicação, deixarei links de estudos, pesquisas e manifestações técnicas de autoridades com reconhecido conhecimento na área da saúde que relatam possíveis danos e efeitos adversos associados à vacinação em crianças. Não se trata de opinião pessoal nem de histeria de rede social, mas de material documentado, analisado e debatido fora do circuito de slogans. Informação não é crime. Questionamento técnico não é negacionismo. É parte essencial de qualquer sociedade que ainda se pretende racional.
Porque se as “únicas justificativas” clássicas para afastamento do lar envolvem maus-tratos, abuso ou abandono, como a defesa afirma, então o ônus de demonstrar necessidade, proporcionalidade e urgência é gigantesco.
Se isso não estiver muito bem amarrado, o que sobra é um Estado que perdeu a mão e resolveu compensar no grito.
E é aqui que entra o chamado público que precisa ecoar no Rio Grande do Sul. Parlamentar não existe para postar frase bonita e sumir quando o caso é desconfortável. Parlamentar existe para fiscalizar, requisitar informações, cobrar alvarás, questionar procedimentos, acompanhar acolhimento, exigir transparência sem expor menores.
Arroio Grande não pode virar laboratório de abuso institucional.
Criança não pode virar justificativa para atropelar direito.
E justiça não pode ser sinônimo de silêncio imposto.
Se esse caso não for revisto com rigor, o recado para qualquer família fica assustador: hoje é “por vacina”. Amanhã pode ser por qualquer coisa. E quando o Estado aprende que pode entrar às 10 da noite e sair carregando seus filhos, o nome disso não é proteção.
É poder sem freio.
LINKS de estudos e questionamentos:
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Parabéns à @revistaoeste e a todos os envolvidos nesta entrevista.
Para aqueles que ainda não sabem do caso, o vídeo pode dar luz.
@OsmarTerra
@deputadozucco
@Maubmarcon@marcelvanhattem@DepSanderson@giovanicherini@DelegadoZucco